O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Resultado ficou acima da estimativa média dos analistas e representa uma rentabilidade de 22,3%; banco aparentemente não fez provisões adicionais para coronavírus
Com um avanço significativo no crédito diante do aumento da demanda no início da crise do coronavírus, o Santander Brasil registrou lucro líquido gerencial de R$ 3,853 bilhões.
O resultado representa um avanço de 10,5% em relação ao mesmo período do ano passado e ficou acima da estimativa média dos analistas, que apontava para um lucro de R$ 3,529 bilhões, de acordo com dados da Bloomberg.
A rentabilidade do Santander alcançou a impressionante marca de 22,3% nos três primeiros meses do ano, bem acima do retorno de 21,1% do período de janeiro a março de 2019.
Mas é provável que esses números não se sustentem nos próximos trimestres diante do impacto da retração da economia com a pandemia, que terá reflexos nos índices de inadimplência e nas provisões.
O grande destaque do balanço foi o avanço do crédito diante da maior demanda por recursos logo nas primeiras semanas da crise.
A carteira de crédito ampliada do Santander apresentou um forte avanço de 19,8% nos últimos 12 meses e de 7,1% em relação a dezembro, para R$ 463,393 bilhões.
Leia Também
O maior salto veio no saldo de financiamentos concedidos a grandes empresas, que cresceu 34,9% em relação a março do ano passado e 20,4% no trimestre.
“Esse aumento da carteira de crédito de grandes empresas, principalmente no trimestre, é reflexo do nosso suporte no desenvolvimento do país frente ao atual cenário”, informa o banco, no relatório que acompanha o balanço.
Com a maior concessão de crédito, a margem financeira do Santander – que inclui as receitas com financiamentos menos os custos de captação – aumentou 12,1% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, para R$ 12,655 bilhões.
Havia uma expectativa de que os resultados dos bancos no primeiro trimestre já trouxessem alguma despesa adicional com provisões para proteger o balanço do aumento da inadimplência esperado com a crise econômica provocada pela pandemia.
Mas aparentemente esse não foi o caso do Santander. As despesas do banco com provisões aumentaram 19,2%, para R$ 3,424 bilhões. Mas a instituição destaca que esse avanço foi menor do que o da carteira de crédito. “Destacamos que o resultado segue em patamar adequado”, informou.
O índice de inadimplência acima de 90 dias na carteira do banco encerrou março em 3%, praticamente estável tanto na comparação trimestral como nos últimos 12 meses.
O lado negativo do balanço – pelo menos do ponto de vista do acionista do banco – foi o resultado com prestação de serviços e tarifas.
As receitas apresentaram queda de 1% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, para R$ 4,482 bilhões.
O banco atribui o desempenho às menores receitas com cartões e serviços adquirente, um reflexo da chamada guerra das maquininhas de cartão.
As despesas do Santander atingiram R$ 5,293 milhões, um crescimento de 3,7% na comparação com o primeiro trimestre de 2019.
*Conteúdo em atualização
Os resultados da primeira edição do Enamed surpreenderam negativamente analistas do JP Morgan e reacenderam o debate sobre riscos regulatórios no ensino médico privado, com Yduqs (YDUQ3) como a mais exposta, embora BTG veja impacto econômico limitado no curto prazo
Itaú avançou no ranking global após crescimento de 15% no valor da marca, enquanto o Banco do Brasil perdeu espaço e deixou a lista
O conselho de administração do BB definiu a política de dividendos deste ano; veja quanto e quando o banco vai pagar
Além da marca Riachuelo, a Guararapes opera as marcas Casa Riachuelo, Carter’s no Brasil e Fanlab
Ricardo Rosanova Garcia deixa os cargos de liderança com menos de quatro meses na função de diretor financeiro. Saiba quem assume as posições agora
O cenário para o e-commerce brasileiro em 2026 está ainda mais acirrado. Com frete grátis virando commodity, a competição migra para logística, sellers e escala — enquanto o embate entre Estados Unidos e China entra como pano de fundo da estratégia da Amazon, que está com sangue nos olhos pelo Brasil
Em meio às especulações, o Banco de Brasília respondeu sobre rumores de aporte bilionário e deu detalhes de sua situação financeira
Os analistas revelaram por que reduziram as perspectivas no curto prazo — e o que pode destravar valor para SOJA3 lá na frente
Com a Selic prestes a iniciar um ciclo de queda, executivos de gigantes do varejo brasileiro ainda enxergam um consumo pressionado no curto prazo, mas detalham onde veem espaço para crescimento, eficiência e ganho de margem ao longo de 2026
O acionista Hugo Shoiti Fujisawa formalizou uma nova solicitação de assembleia geral extraordinária no Pão de Açúcar. A tentativa anterior, feita em conjunto com Rafael Ferri, foi negada pela varejista na semana passada
Retirada do orelhão acontece porque terminam as concessões do serviço de telefonia fixa das empresas responsáveis pelos aparelhos
Empresa do setor aeronáutico pagou voluntários para testar escorregadores de evacuação usados em emergências, exigidos por normas internacionais de segurança
Entenda por que os analistas mantiveram recomendação de compra para as ações da resseguradora
Decisão dá mais 90 dias de proteção à operadora em um momento delicado, marcado por disputas judiciais com credores e pela retirada das ações da bolsa
Os analistas do banco listaram os fatores que colocam a empresa como principal aposta para o novo ciclo do setor de saúde; veja todas as recomendações
Em um relatório completo sobre o setor, o BTG divulgou suas duas ações preferidas para investir: Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3), com impulsionadores claros para a expansão da margem e o aumento da geração de caixa
O montante superou com folga o mínimo previsto na operação, de 4,1 milhões de ações
Apesar de reconhecer o bom desempenho no quarto trimestre de 2025, os analistas avaliam que a construtora ainda “precisa melhorar”
Objetivo é vender partes de negócios que não são o foco da companhia neste momento, permitindo uma redução imediata da dívida líquida
A Ultrapar tem oportunidades de crescimento, tanto de forma orgânica quanto por meio de aquisições. A disciplina na alocação de capital e atuação em setores resilientes (energia, logística e mobilidade) são pontos relevantes para a tese de investimentos