O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresa sofreu a pior falha de segurança em sua história nesta semana; sabe-se que os criminosos puderam publicar mensagens na conta de pessoas como Jeff Bezos, Bill Gates e Elon Musk
Anteontem, o Twitter sofreu a pior falha de segurança de sua história - um problema que permitiu que criminosos tivessem acesso a contas de celebridades, políticos e empresários. A empresa ainda tenta entender o que causou a invasão, mas é certo até aqui que nenhuma das vítimas poderia ter evitado o sequestro de suas contas.
Com poucos recursos de defesa, o ataque coloca em xeque uma das principais forças da rede social nos últimos anos: ser um canal de comunicação direto e oficial de governos, chefes de Estado, empresários e grandes empresas.
Na noite da última quarta-feira, 15, após uma instabilidade que durou horas, a empresa afirmou que a porta de entrada para o ataque foram seus funcionários. "Detectamos o que acreditamos ser um ataque coordenado de engenharia social por pessoas que miraram com sucesso em alguns de nossos funcionários com acesso a sistemas internos e ferramentas", declarou a rede social.
O site americano Vice foi além e afirma que hackers teriam subornado os funcionários da empresa para ter acesso aos sistemas internos que dá acesso a todas as contas do serviço. É uma função conhecida como "Modo Deus" (God’s Mode, em inglês). Um ataque feito dessa forma não pode ser evitado nem pelas práticas de segurança recomendadas aos usuários, como uso autenticação de dois fatores, senhas complexas e conexão apenas por redes privadas.
"O ataque ao Twitter expõe uma fragilidade que a segurança da informação vive às voltas para resolver: o componente humano", diz Carlos Affonso Souza, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS-Rio). "Você pode ter o mais sofisticado sistema de segurança, mas ele jamais será completo se ele não levar em consideração o fator humano."
Segundo especialistas, este não foi um ataque trivial. "É algo direcionado, que exige tempo, investimento e planejamento", explica Alexandre Bonatti, diretor de engenharia da empresa de segurança Fortinet Brasil.
Leia Também
Bonatti explica que, nesses casos, os criminosos precisam inicialmente realizar uma pesquisa sobre quais funcionários têm os acessos ilimitados e quais desses teriam os perfis mais suscetíveis para serem enganados. Aqueles que, por exemplo, trabalham de perto com a área de segurança e tecnologia não estariam entre os alvos preferenciais. Assim, é improvável, portanto, que os criminosos teriam mirado todos os funcionários do Twitter e chegaram por acidente a quem tem as credenciais necessárias.
O sistema de amplo acesso permite que a empresa, por exemplo, recupere contas de usuários. Sem ele, seria impossível para a rede social reativar uma conta que teve seu e-mail de recuperação afetado ou que foi atacada de outra forma. "Por um lado, essa ferramenta de supervisão geral tem um impacto muito grande. Mas por outro, ela é útil para os usuários comuns. É preciso que ela tenha um processo de segurança mais avançado", diz Jéferson Campos Nobre, professor da UFRGS.
Ainda não está clara também a profundidade do ataque. Por enquanto, sabe-se que os criminosos puderam publicar mensagens na conta de pessoas como Jeff Bezos, Bill Gates e Elon Musk, alguns dos homens mais ricos do mundo, pedindo o depósito de bitcoins em uma carteira específica - até o momento, foi identificado que US$ 122 mil foram levantados pelos hackers.
Não se sabe, por outro lado, se os criminosos tiveram acesso às mensagens privadas dessas contas. É um recurso que não possui criptografia de ponta a ponta - o recurso presente no WhatsApp, por exemplo, garante a privacidade das comunicações entre destinatário e remetente, não sendo possível a um terceiro (como o funcionário de uma empresa) visualizá-lo.
É algo preocupante, uma vez que chefes de Estado como Donald Trump e Jair Bolsonaro usam o Twitter como um canal de comunicação oficial. "Explorar uma tamanha oportunidade para dar um golpe de bitcoin parece também ser algo menos danoso do que poderia ter sido", afirma o diretor do ITS-Rio. "Não é difícil imaginar o dano que essas comunicações privadas poderiam causar se fossem reveladas."
Outro problema de transformar o Twitter em canal oficial de comunicação é que o seu uso constante e tom pessoal pode induzir um grande grupo de pessoas a ser enganadas por mensagens falsas, como ocorreu no caso dos bitcoins. "Os atacantes poderiam ter colocado palavras na boca de presidentes, fazendo acusações, insultando ou mesmo provocando incidentes diplomáticos", diz Souza. "É cedo para dizer que o pior já passou".
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco