O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Aquisição, que envolve pagamento em dinheiro e ações, permite à empresa ampliar em 3,5 vezes seu mercado de atuação
Diante de sinais de que o mercado moda vai ficar cada vez mais competitivo, a Arezzo (ARZZ3) se mexeu e anunciou nesta sexta-feira (23) a aquisição da marca Reserva por um total de R$ 715 milhões, visando entrar no mercado roupas masculina, feminina e infantil.
A compra agradou os investidores. As ações da Arezzo fecharam o dia em alta de 16,04%, a R$ 61. Acompanhe a cobertura de mercados do Seu Dinheiro.
Fundada em 2004 pelos amigos de infância Ronny Meisler e Fernando Sigal, a Reserva é uma empresa que desenvolveu linhas de roupas com estilo despojado, produzindo e vendendo desde camisetas até shorts e calçados, conseguindo ao longo dos anos imprimir seu estilo e se tornar referência de lifestyle.
Ela conta atualmente com 78 lojas próprias nas principais capitais do Brasil, 32 franquias e tem presença em mais de 1.400 lojas multimarcas pelo país, além de realizar quase um quarto das vendas pela internet.
Pelos termos acertados entre as partes, os acionistas da Reserva receberão parte do valor em dinheiro e outra em participação na Arezzo, equivalente a 8,7% de seu capital social.
Meisler e Sigal, outros sócios minoritários e os atuais executivos permanecerão na administração da empresa, mas também se envolverão no desenvolvimento de vestuário e produtos de lifestyle para a Arezzo.
Leia Também
A incorporação ainda precisa passar por uma série de aprovações, inclusive do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Com a aquisição, a Arezzo estima que vai ampliar em 3,5 vezes seu mercado de atuação, ao passar a comercializar roupas. O portfólio atual da companhia é concentrado em sapatos e acessórios, com marcas como Schutz e Vans.
“A operação insere-se na estratégia da companhia de complementar seus negócios no setor de moda e varejo, ampliar sua oferta de produtos e expandir seu portfólio de marcas buscando consolidar-se como uma house of brands [dona de marcas próprias], com a inclusão no portfólio do grupo Arezzo&Co (mediante a efetivação da operação) das marcas Reserva, Reserva Mini, Oficina Reserva, Reserva Go, INK e EVA”, diz trecho do comunicado.
A transação fortalece a posição da Arezzo no mercado de moda do país, três meses após o Grupo Soma, dono das grifes Farm, Animale e Maria Filó levantar R$ 1,8 bilhão em sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Ter a Reserva em seu portfólio representa uma grande vantagem, uma vez que é uma empresa bastante conhecida e admirada pelos consumidores.
A compra ocorre num momento de transformação do varejo de roupas, bastante prejudicado pela crise da covid-19, que reduziu as compras dos chamados itens discricionários, aqueles produtos que os consumidores podem postergar compras, como é o caso de itens de moda.
Em 2019, a Reserva registrou faturamento de R$ 400 milhões, enquanto a Arezzo registrou uma receita líquida de R$ 1,7 bilhão. No segundo trimestre, por conta da pandemia, a receita operacional líquida da Arezzo caiu 61%, a R$ 154,4 milhões.
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos