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Banco divulgou novas estimativas para ações de varejistas, incluindo B2W e Mercado Livre
O Bradesco BBI, banco de investimento do Bradesco, divulgou nesta segunda-feira (1) um comentário sobre as ações das varejistas Magazine Luiza, B2W, Via Varejo e Mercado Livre.
O banco retirou a recomendação de compra das ações dos papéis do Magazine Luiza (MGLU3) e da B2W (BTOW3). Com indicação "neutra", a casa avalia que as ações podem chegar a, respectivamente, R$ 65 e R$ 100 em 12 meses.
A avaliação consideraria que a alta das ações está perto do limite, em meio à pandemia que derreteu os papéis das grandes empresas em março — o Ibovespa acumula queda de 23% desde o início do ano.
A ação do Magazine Luiza, no entanto, subiu 30% desde janeiro. Nos últimos 12 meses, o papel da varejista avançou 160% — era cotado a R$ 63,70 nesta segunda. Já a B2W subiu 44% desde o início deste ano e mais de 190% desde maio de 2019. As ações da empresa eram negociadas a R$ 91,40 hoje.
Ambas as empresas tiveram de acelerar a operação online diante da crise do novo coronavírus, que impôs um isolamento social aos consumidores, abalou a confiança e reduziu a renda de parte da população.
Os analistas do Bradesco BBI também mantiveram a recomendação de compra para as ações das Lojas Americanas (LAME4), estimando que os papéis da empresa podem chegar a R$ 33 em doze meses. A Americanas acumula alta modesta de 12% na bolsa desde o início do ano.
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Para a Via Varejo a recomendação também é de compra dos papéis, que podem chegar ao valor de R$ 15, segundo análise do banco. A ação da Via Varejo era cotada a R$ 13,43 nesta segunda, mas já subiu 18% neste ano e 180% nos últimos 12 meses.
A Via Varejo passa por um processo de reestruturação desde o ano passado. No primeiro trimestre de 2020, a empresa anunciou que havia revertido um prejuízo dos três primeiros meses do ano anterior ao lucrar R$ 13 milhões.
O Bradesco também apontou uma recomendação para o Mercado Livre: neutra, com estimativa de ação cotada a US$ 895 em 12 meses. O papel da empresa, negociado na Nasdaq, era cotado a US$ 844,08 no final do pregão de hoje.
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
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