O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Vale anunciou dividendo gordo aos acionistas e a expectativa do mercado é que a mineradora não pare por aí. Mas até onde (ou quanto) a empresa pode pagar?
O anúncio de que a Vale voltará a distribuir dividendos deu um impulso às ações da mineradora (VALE3) nesta sexta-feira, que foram destaque em um dia de queda do Ibovespa.
A Vale vai pagar R$ 2,4075 por ação no próximo dia 30 de setembro. Terão direito aos proventos os acionistas nos registros da companhia em 21 de setembro.
A empresa não paga dividendos aos acionistas desde o rompimento da barragem em Brumadinho (MG), mas anunciou que retomaria a distribuição de parte dos resultados na divulgação dos resultados do segundo trimestre.
Com base na cotação das ações da Vale na quinta-feira, o dividendo por si só representa um retorno (dividend yield) de 4,1% — mais que o dobro do que um investidor ganharia na renda fixa mais conservadora.
Os papéis reagiram em alta de quase 6% ao anúncio no pregão de ontem da B3, com a expectativa de que a Vale não pare por aí. Mas até onde (ou quanto) a empresa pode pagar? Os analistas do Credit Suisse fizeram as contas.
No caso de a cotação do minério de ferro ficar em US$ 104 a tonelada nos próximos 12 meses, a Vale poderia remunerar os acionistas em no mínimo 10% com dividendos, segundo o banco suíço.
Leia Também
Esse percentual poderia aumentar para até 24% incluindo pagamentos de proventos extraordinários, o que colocaria a mineradora entre as maiores pagadoras de dividendos da B3.
“Apesar do compromisso com os esforços de reparação relacionados à tragédia de Brumadinho, a Vale tem capacidade financeira para remunerar seus acionistas sem pressionar o balanço”, escreveram os analistas Caio Ribeiro e Gabriel Galvão.
Mesmo em um cenário mais conservador, de preço do minério a US$ 84, o "dividend yield" da ação ficaria em 7%, podendo subir para 12% com o pagamento de proventos extraordinários.
O Credit Suisse tem recomendação "outperform" (equivalente a compra) para as ações da Vale. Os papéis acumulam alta de 16% no ano, contra uma queda de 15% do Ibovespa.
A companhia, porém, ainda sente os efeitos da tragédia de Brumadinho e desde então ficou (merecidamente) de fora da carteira de investidores que analisam requisitos ESG — sigla em inglês para princípios ambientais, sociais e de governança.
A Vale vem tentando reverter a imagem e na visão de alguns investidores, como a gestora Squadra, o mercado vai começar a perceber a mudança nas práticas da mineradora.
Os analistas do banco listaram os fatores que colocam a empresa como principal aposta para o novo ciclo do setor de saúde; veja todas as recomendações
Em um relatório completo sobre o setor, o BTG divulgou suas duas ações preferidas para investir: Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3), com impulsionadores claros para a expansão da margem e o aumento da geração de caixa
O montante superou com folga o mínimo previsto na operação, de 4,1 milhões de ações
Apesar de reconhecer o bom desempenho no quarto trimestre de 2025, os analistas avaliam que a construtora ainda “precisa melhorar”
Objetivo é vender partes de negócios que não são o foco da companhia neste momento, permitindo uma redução imediata da dívida líquida
A Ultrapar tem oportunidades de crescimento, tanto de forma orgânica quanto por meio de aquisições. A disciplina na alocação de capital e atuação em setores resilientes (energia, logística e mobilidade) são pontos relevantes para a tese de investimentos
Mudança na legislação nos EUA acelera planos do Walmart, enquanto o iFood já opera entregas aéreas em Aracaju para driblar gargalos logísticos
Entenda como tensões geopolíticas e o ciclo político brasileiro podem redesenhar as oportunidades no setor de petróleo, e por que a PRIO3 é a queridinha agora
Com a troca de CEO, a empresa dá início a um novo ciclo estratégico de expansão
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
Recomendação de compra foi mantida, mas com a classificação “alto risco”; banco prevê crescimento mais fraco de vendas e lucro líquido menor neste ano
O banco rebaixou as ações da seguradora de “compra” para “neutra”, alertando que o espaço para novas revisões positivas de lucro ficou mais limitado
Apple avalia nova arquitetura interna para “esconder” os sensores do Face ID nos modelos Pro
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado