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“Blue days / All of them gone / Nothing but blue skies / from now on”
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Caro leitor,
Os versos da canção otimista de Irving Berlin, composta há quase cem anos, dizem, numa tradução livre, que os dias “azuis” (no sentido de “tristes”, “depressivos”) se foram e que, de agora em diante, não haverá nada além de céus azuis. Se você não conhece a música, recomendo a versão da Dinah Washington.
Apesar de alguns números que andaram desanimando o mercado na última semana, o standard de jazz tem muito a ver com a expectativa que está rondando o desempenho da economia brasileira. Depois de anos de “blue days”, parecemos estar finalmente nos aproximando de uma era de “blue skies”.
Definitivamente não dá para cravar que não haverá nada além de céus azuis para nós daqui em diante, pois há riscos no horizonte, tanto doméstico quanto internacional. Mas governo, instituições financeiras e entidades internacionais, todos veem pela frente o que, aqui em terras tupiniquins, gostamos de chamar de céu de brigadeiro.
Hoje, o banco suíço UBS divulgou perspectivas bastante otimistas para a bolsa brasileira nos próximos seis a 12 meses, contando que o nosso mercado de ações vai registrar uma alta de 10% a 15% maior que as bolsas dos demais emergentes em 2020.
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Já o Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para cima sua previsão de crescimento para o País neste ano. O fundo espera que a nossa economia avance 2,2%, ante uma previsão anterior de 2,0%, feita em outubro.
O Brasil foi um dos poucos países que tiveram sua estimativa de crescimento revisada para cima pela entidade. Saiba por que o FMI ficou mais otimista com o País e o que mais o fundo espera para a economia mundial em 2020.
Se você quer investir, mas não sabe por onde começar; está endividado ou sequer tem um planejamento financeiro; se quer poupar para a aposentadoria, mas não sabe que ativos comprar; ou se já é um investidor, mas não sabe como se planejar para chegar a um patrimônio que lhe permita parar de trabalhar, o Seu Dinheiro está lançando hoje um projeto que é a sua cara. A nossa editora-chefe, Marina Gazzoni, conseguiu fechar uma parceria com dois especialistas que vão te ensinar, do zero, a se tornar um investidor e atingir a independência financeira em dez anos. Neste vídeo, a Marina te explica tudinho sobre como esse projeto vai funcionar.
Depois de acumular uma alta de 2,58% na semana passada, o Ibovespa não se contentou e deu uma acelerada no fim do pregão de hoje para quebrar mais um recorde e terminar o dia nos 118.861 pontos. Mesmo sem os impulsos das bolsas americanas, que estavam fechadas por conta de um feriado, o índice saiu do “zero a zero” quase no fim do dia. E não foi só ele. Quem também se animou foi o dólar, que voltou a subir ante o real e fechou a segunda-feira em R$ 4,18. Veja o que mexeu com os mercados hoje na cobertura do Victor Aguiar.
Plataformas de investimento on-line, bancos médios e fintechs vêm se consolidando como os preferidos dos brasileiros quando o assunto é investimentos ou serviços financeiros. Isso foi comprovado por um levantamento feito pelo buscador de investimentos Yubb, que mostra que, das cinco instituições financeiras mais bem avaliadas pelos usuários, nenhuma é um grande banco tradicional. Na lista, aparecem nomes como Nubank e Banco Inter. O bancão mais bem avaliado - mas longe do top 5 - foi o Santander. Veja os detalhes da pesquisa nesta matéria.
O cenário de juros baixos está obrigando muitos investidores brasileiros a olharem para ativos de risco, como as ações, pela primeira vez na vida. Mas para quem sempre foi conservador e pode tomar algum risco, quais seriam as melhores ações para pôr a ponta do pé na água da renda variável? Ao contrário do que muitos imaginam, nem todas as ações são igualmente arriscadas. Existem aquelas que são mais defensivas, resistentes a ciclos de baixo crescimento, boas pagadoras de dividendos e cujos preços não oscilam tanto. Nesta matéria, você confere qual o setor preferido dos analistas para compor a porção mais conservadora da sua carteira de ações.
A queda da taxa de juros, aliada ao crescimento no número de pessoas físicas no mercado acionário, vez ou outra empurram dinheiro para ações de companhias esquecidas ou sem negócios vibrantes. Além disso, a entrada de diferentes empresas na bolsa a preços não muito razoáveis pode fazer com que fique cada vez mais difícil achar pechinchas. Na sua coluna de hoje, João Piccioni, da Empiricus, ensina que o melhor é diversificar e colocar uma pitada de grana em setores estratégicos, de olho no futuro, mesmo que essas ações não estejam tão baratas assim. É a tecnologia como proteção natural da nossa era.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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