O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Investimento estrangeiro em ações brasileiras ficou positivo em US$ 35 milhões em setembro, mas saldo no ano é negativo
Em um ambiente de incertezas sobre o futuro do Brasil, na esteira da pandemia do novo coronavírus, os Investimentos Diretos no País (IDP) somaram US$ 1,597 bilhão em setembro, informou o Banco Central. No mesmo período do ano passado, o montante havia sido de US$ 6,033 bilhões.
O resultado ficou abaixo do piso das estimativas apuradas pelo Projeções Broadcast, que iam de US$ 1,600 bilhão a US$ 6,300 bilhões, com mediana de US$ 2,100 bilhões.
Pelos cálculos do Banco Central, o IDP de setembro indicaria entrada de US$ 2,0 bilhões.
No acumulado do ano até setembro, o ingresso de investimentos estrangeiros destinados ao setor produtivo somou US$ 28,554 bilhões. A estimativa do BC para este ano é de IDP de US$ 50,0 bilhões. Este valor foi atualizado no último Relatório Trimestral de Inflação (RTI).
No acumulado dos 12 meses até setembro deste ano, o saldo de investimento estrangeiro ficou em US$ 50,026 bilhões, o que representa 3,31% do Produto Interno Bruto (PIB).
O investimento estrangeiro em ações brasileiras ficou positivo em US$ 35 milhões em setembro, informou o Banco Central. Em igual mês do ano passado, o resultado havia sido negativo em US$ 651 milhões.
No acumulado do ano até setembro, o saldo ficou negativo em US$ 17,130 bilhões.
Já o investimento líquido em fundos de investimentos no Brasil ficou negativo em US$ 1,009 bilhão em setembro. No mesmo mês do ano passado, ele havia sido negativo em US$ 829 milhões. No acumulado do ano até setembro, as retiradas nos fundos somam US$ 822 milhões.
O saldo de investimento estrangeiro em títulos de renda fixa negociados no País ficou positivo em US$ 2,179 bilhões em setembro. No mesmo mês do ano passado, havia ficado negativo em US$ 3,431 bilhões. No ano, o saldo em renda fixa ainda ficou negativo em US$ 6,615 bilhões.
O Banco Central informou que a taxa de rolagem de empréstimos de médio e longo prazos captados no exterior ficou em 28% em setembro. Esse patamar significa que não houve captação de valor em quantidade suficiente para rolar compromissos das empresas no período. O resultado ficou abaixo do verificado em setembro do ano passado, quando a taxa havia sido de 146%.
De acordo com os números apresentados nesta sexta-feira pelo BC, a taxa de rolagem dos títulos de longo prazo ficou em 43% em setembro. Em igual mês de 2019, havia sido de 297%. Já os empréstimos diretos atingiram 22% no mês passado, ante 110% de julho do ano anterior.
No ano até setembro, a taxa de rolagem total ficou em 76%. Os títulos de longo prazo tiveram taxa de 58% e os empréstimos diretos, de 82% no período. O BC estima taxa de rolagem de 95,3% para 2020.
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista