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Quando perguntada para onde vai o dólar, minha avó costumava dizer: pouco importa, desde que ele saia bem agasalhado e com guarda-chuva.
Brincadeira, minha avó nunca falou sobre o dólar (eu acho). Mas o conselho dela é mais do que válido. Ainda mais agora, com a moeda do país de Donald Trump batendo recordes sucessivos.
O dólar é uma espécie de guarda-chuva dos seus investimentos. É fundamental não sair de casa sem ele, faça chuva ou faça sol. Ou seja, tenha sempre uma parcela de dólares na carteira.
Em dias de tempo bom no mercado, a moeda vai cair e você provavelmente vai ter que segurar o guarda-chuva na mão. O que certamente é um problema menor do que ser pego desprevenido em plena tempestade de canivetes como a que enfrentamos atualmente.
A moeda norte-americana alcançou novamente a máxima histórica e fechou o dia cotada na casa de R$ 5,84. Imagino que agora você tenha duas perguntas para me fazer: o dólar pode ainda subir mais? Ainda é hora de comprar dólar?
A resposta para ambas as questões é sim. Eu não vou me arriscar a prever a cotação da moeda, mas a combinação de três crises – de saúde, econômica e política – pode muito bem levar o câmbio a testar novos recordes.
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O contrário também pode acontecer e a moeda cair, é claro. Por isso encare o investimento no dólar como proteção, e não como uma forma de multiplicar o seu patrimônio.
Mas, afinal, por que o dólar voltou a disparar hoje? A explicação está na decisão do Banco Central de reduzir os juros para 3% ao ano, mais do que o esperado pelo mercado. O Victor Aguiar conta para você todas os impactos da nova Selic nos mercados.
No auge do choque do coronavírus, o Ibovespa chegou a cair para a casa dos 63 mil pontos, mas se recuperou nas últimas semanas. Então o pior para a bolsa já passou, certo? Errado, pelo menos para a Persevera. A gestora de fundos está vendida em bolsa e acredita que o principal índice da B3 pode ficar abaixo dos 60 mil pontos. No entanto, ainda vê a renda variável como uma boa opção para o longo prazo. Eu conto em detalhes a visão da gestora.
O tombo nas cotações internacionais do petróleo chegou às bombas de combustível. Com uma intensidade bem menor, é verdade. O preço da gasolina caiu 8% no mês passado em relação a março. Este foi o “bom efeito” da crise, ao menos na ótica dos consumidores, mas ainda assim poucos puderam se beneficiar diante das restrições impostas pela quarentena. Veja quanto ficou o preço médio do combustível em abril.
...O presidente Jair Bolsonaro voltou a valorizar o seu “Posto Ipiranga”. Ele disse que é Paulo Guedes quem dá as cartas na economia brasileira e afirmou que “segue a cartilha” do ministro. Em manifestação pública após uma “visita surpresa” ao Supremo Tribunal Federal, o chefe do Executivo afirmou que acatará sugestão de vetar o reajuste salarial de trabalhadores do setor público.
A tradicional troca de cargos em troca de apoio no Congresso achou seu lugar no governo Bolsonaro, após alguma resistência. O primeiro contemplado do Centrão com cargos foi Arthur Lira, deputado do PP, que indicou um nome para o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. E a medida já deu frutos: o alinhamento de líderes do grupo político ao governo ontem, em votação na Câmara.
Você não leu errado. A rentabilidade é real e foi obtida pelo fundo Universa Tail Hedge, que opera no mercado de opções. Mas como funciona esse mercado? Atendendo a pedidos dos nossos leitores, a Marina Gazzoni comandou hoje uma transmissão ao vivo com o nosso colunista Ruy Hungria, um mestre no assunto. Vale muito a pena você assistir.
A boa do dia é que não há boa do dia. Às vezes, bem, às vezes o melhor a fazer no mercado é jogar parado — a menos que você seja um trader e precise se movimentar em um cenário imprevisível. Mas enquanto a hora da lucratividade, da calmaria e da leveza não aparecem, é hora de se proteger. Na coluna de hoje, o Rodolfo Amstalden diz onde colocar e, principalmente, onde não colocar o seu dinheiro.
Uma ótima noite para você.
Aquele abraço!
Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta
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