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Desde que ultrapassou novamente os 100 mil pontos, em meados de julho, o Ibovespa tem ficado meio… de lado. Essa é a expressão usada no mercado quando um índice ou ativo fica nesse “chove não molha”: sobe um pouquinho, cai um pouquinho, mas sempre rondando o mesmo patamar.
E não é que o noticiário esteja parado, pelo contrário. Incertezas não faltam, fatores de risco abundam, e até as boas notícias não têm sido escassas.
Mas aí é que está: em alguns pregões, o cabo de guerra entre o lado pessimista e o otimista é tão forte, que o Ibovespa acaba não andando muito para nenhum dos dois.
Hoje, por exemplo, o Ibovespa terminou o pregão perto da estabilidade, depois de oscilar bastante ao longo do dia. De um lado, boas notícias vindas do exterior, que animaram as bolsas lá fora; de outro, uma reação bem ruim dos investidores às recentes baixas na equipe econômica do governo Bolsonaro.
Pegou mal no mercado a saída de Salim Mattar e Paulo Uebel do governo. Os investidores veem o projeto liberal de Guedes ameaçado, assim como o teto de gastos, e temem o desembarque do próprio ministro.
No fim do dia, porém, a notícia de que o presidente Bolsonaro iria à público para manifestar compromisso com o teto de gastos - o que de fato ocorreu - impediu uma queda maior da bolsa.
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Mesmo assim, tivemos mais um dia de Ibovespa descolado das bolsas americanas, o que tem sido frequente nos últimos dias.
Já a volatilidade do dólar não tem ficado escondida. Hoje tivemos mais um dia de alta da moeda americana, diante da percepção de piora do quadro fiscal do país. O Ricardo Gozzi conta tudo que aconteceu no pregão de hoje nesta matéria.
• A SPX trocou a posição comprada em dólar pelo euro. A gestora de Rogério Xavier também está apostando na queda de moedas emergentes e acredita que a Selic ficará estável no atual patamar “por algum tempo”. O Vinícius Pinheiro traz os detalhes.
• O BTG Pactual cortou a recomendação para as ações da Linx de compra para neutro depois do acordo de fusão da empresa com a Stone. Os analistas avaliam que o preço atual já reflete as condições do negócio.
• A Tesla, empresa do bilionário Elon Musk, vai fazer um desdobramento de ações para torná-las mais acessíveis aos investidores. Negociados a mais de US$ 1.500, os papéis serão divididos para terem um valor unitário menor. Veja como a operação vai ocorrer.
• Em entrevista ao Estadão, o presidente do Itaú, Candido Bracher, disse que o banco não vai financiar empresas de carne que desmatem. Esta indústria é alvo da principal iniciativa da atuação conjunta dos bancos na questão ambiental.
• A Petrobras informou que os preços da gasolina e do diesel vão subir a partir de amanhã, em razão da recuperação dos preços do petróleo no mercado internacional.
• As vendas no varejo cresceram 8% em junho. O resultado foi melhor do que o esperado pelo mercado financeiro, que previa em alta de 4,9%.
• A maioria dos deputados acredita que a reforma tributária será aprovada, mas ao menos metade deles diverge do governo em um ponto importante. Saiba do que se trata.
• O governador de São Paulo, João Doria, informou que testou positivo para covid-19, mas está assintomático.
• Os Estados Unidos estão se preparando para cumprir uma promessa antiga do presidente Donald Trump: cortar impostos sobre as folhas de salários.
• A aprovação do acesso de todos os investidores ao mercado de BDRs adicionou 550 novas ações no cardápio de alternativas da pessoa física na bolsa, incluindo papéis de gigantes como Apple, Microsoft e Amazon. O Felipe Paletta explica o que está em jogo.
• Por quanto tempo os preços dos ativos continuarão surfando a grande onda de liquidez no mundo? Bolhas irão estourar quando a liquidez secar? O dinheiro vai perder valor? Felipe Miranda levanta hipóteses do que pode acontecer nesse cenário de incertezas.
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