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Vender ou não vender? Se você tem algum investimento em bolsa, seja diretamente ou via fundos, imagino que a pergunta tenha passado pela sua cabeça ontem em algum momento.
E nem podia ser diferente. Afinal, tivemos o pior o pregão na bolsa desde 1998. Isso faz tanto tempo que nessa época eu ainda era um estudante de jornalismo que tocava numa banda de rock de garagem.
Eu acompanhei pelas manchetes a crise russa que levou à fatídica queda de duas décadas atrás. Mas já estava nas redações no estouro da bolha de tecnologia em 2000 e cobri de perto a crise financeira de 2008 e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 2016.
Em comum a todos esses momentos de extremo nervosismo nos mercados está o comportamento da bolsa. Quedas agudas costumam ser seguidas de altas igualmente intensas, nem que sejam temporárias.
Um estudo do banco americano J.P. Morgan mostra que seis dos dez melhores pregões nas bolsas americanas ocorreram em um intervalo de duas semanas dos dez piores pregões.
É por isso que tentar adivinhar o melhor momento de entrar ou sair da bolsa não costuma ser uma boa estratégia. Nada como um dia após o outro dia, já diria Mano Brown.
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Depois da queda histórica de ontem, tivemos uma alta histórica de 7,14% do Ibovespa nesta terça-feira, a maior desde 8 de dezembro de 2008.
É claro que essa recuperação nem de longe representa o fim do choque nos mercados provocado pelo coronavírus e as disputas no preço do petróleo.
Por isso, o momento é de manter toda a cautela e uma carteira bem diversificada, de preferência com posições em dólar como proteção.
Nós estamos do seu lado todos os dias nessa jornada. O Victor Aguiar conta para você o que impulsionou a retomada da bolsa e a queda do dólar na sessão de hoje.
O que fez o lendário fundo Verde, de Luis Stuhlberger, diante do aumento do risco com a crise do coronavírus? O gestor manteve a aposta na bolsa brasileira e vem aumentando gradualmente as posições em ações internacionais, na expectativa de que os mercados devem se estabilizar. Mas o resultado do fundo não foi bom em fevereiro, como eu mostro nesta matéria.
Toda vez que alguém me pergunta onde investir eu faço outra pergunta: qual o seu objetivo? Os fundos imobiliários também sofreram nas últimas semanas com a piora nos mercados. Mas seguem como uma boa opção para quem gosta de um dinheiro pingando na conta todo mês. Se esse é o seu caso, confira os fundos mais recomendados do mês com a Julia Wiltgen. Esta matéria é exclusiva do Seu Dinheiro Premium. Destrave seu acesso aqui.
Depois da queda de mais de 28% no pregão de ontem, muita gente ficou assustada (e com razão) com as ações da Petrobras. Os analistas do BTG Pactual refizeram as projeções para a companhia depois do tombo nas cotações do petróleo. Mas o banco manteve a recomendação de compra e ainda vê um bom potencial de alta para os papéis, como mostra o Kaype Abreu.
No meio da disputa entre a Arábia Saudita e a Rússia pelo controle dos preços do petróleo está uma empresa. No caso, a estatal saudita Saudi Aramco, que seguiu as diretrizes estabelecidas pelo país e anunciou o aumento na produção da commodity. A grande questão é que a empresa passou a ter outros sócios desde que abriu o capital, no ano passado, como conta a Jasmine Olga.
A alta de hoje da bolsa trouxe um certo alívio. Mas como disse o nosso colunista Felipe Miranda, jamais subestime o quanto as coisas podem ficar piores. Foi por isso que ele indicou a necessidade de aumentar as proteções da carteira diante da sequência de eventos inesperados das últimas semanas. Na coluna de hoje, ele traz um pequeno manual de sobrevivência em tempos de bear market (mercado de baixa) dentro de um bull market (mercado de alta). Recomendo a leitura!
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
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