O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Começo esta newsletter sem delongas: fique ligado hoje no Seu Dinheiro, pois será um dia importante para os mercados.
Os investidores aguardam com expectativa números que serão conhecidos após o fechamento do pregão.
Estou falando da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros, a Selic, e também dos balanços de gigantes da bolsa. Ninguém menos que Vale, Petrobras e Bradesco apresentam seus resultados do terceiro trimestre.
A expectativa é pela manutenção da Selic em 2% ao ano. Mais do que a decisão em si, os investidores aguardam o comunicado do Banco Central. Eles estão atentos especificamente a duas palavras: “forward guidance”.
Trata-se de um termo técnico usado pelo Banco Central nos últimos comunicados para sinalizar que pretende manter o juro baixo por um bom tempo.
Com a recente pressão sobre a inflação e as dúvidas sobre a questão fiscal no Brasil, o mercado busca entender se essa premissa ainda está valendo ou não. O repórter Kaype Abreu traz nesta reportagem mais detalhes sobre o que está em jogo na reunião do Copom de hoje.
Leia Também
Lá fora o clima anda pesado. As bolsas europeias e os pré-mercados em Wall Street estão no vermelho nesta manhã. Veja na reportagem da Jasmine Olga o que esperar dos mercados hoje.
•O Ibovespa fechou o pregão de ontem com queda de 1,4%, aos 99.605,54 pontos, puxado pelo recuo das ações dos bancos, atritos políticos em Brasília e o aumento de casos de covid-19 nos Estados Unidos e na Europa. O dólar subiu 1,2%, a R$ 5,6827.
•Os investidores devem repercutir hoje os balanços de Cielo, Localiza, Smiles e Telefônica Brasil. As empresas, que fazem parte do Ibovespa, divulgaram ontem os resultados do terceiro trimestre, período marcado por uma tentativa de recuperação após o baque com o início da pandemia.
•O Carrefour Brasil apresentou crescimento total de GMV (volume bruto de mercadorias no e-commerce) de 72,5% no terceiro trimestre, em relação ao mesmo período de 2019, segundo dados operacionais informados ontem pela companhia.
• A incorporadora Trisul projeta entre R$ 2,8 bilhões e R$ 3,2 bilhões em lançamentos entre 2020 e 2021.
• A Petrobras anunciou ontem que, em parceria com a Shell e a Petrogal, assinou compromisso de compra da plataforma P-71, por US$ 353 milhões. Quando pronta, ela será alocada no campo de Itapu, no pré-sal da Bacia de Santos.
•Os financiamentos imobiliários com recursos da poupança atingiram R$ 12,91 bilhões em setembro. O volume financiado é recorde, em termos nominais, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
•As contratações de empréstimos com garantias do Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), fundo de aval administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac), atingiram R$ 71,064 bilhões.
•Nas últimas 24 horas foram registradas 549 mortes e 29.787 novos casos de covid-19 no País, segundo o boletim do Ministério da Saúde divulgado ontem.
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples