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A matéria sobre a postura da área de Real Estate do BTG Pactual — responsável pela administração dos fundos imobiliários da casa — durante a crise foi a mais lida da semana
Você certamente já ouviu alguma variação da frase "o caixa é rei". É uma máxima dos investidores e gestores que defendem a manutenção de um patamar razoável de liquidez e de dinheiro em mãos.
Em tempos tranquilos e de mercados em alta, pode parecer tolice manter um nível mais elevado de caixa: na prática, você abre mão de investimentos atraentes para preservar recursos.
Mas, em épocas turbulentas — como uma pandemia de coronavírus —, quem adotou essa postura mais conservadora está conseguindo atuar com mais tranquilidade. Vida longa ao rei!
A área de Real Estate do BTG Pactual é uma fiel súdita dessa coroa. A divisão, responsável por gerir os fundos imobiliários da casa, tem aproveitado sua posição de caixa mais elevada para ir às compras, de olho nos preços mais atrativos e nas oportunidades surgidas na crise.
Uma das atuações tem ocorrido através dos fundos de fundos imobiliários, que têm comprado cotas de outros FIIs na bolsa desde março. A Julia Wiltgen conversou um um sócio da área do BTG responsável por essas movimentações, e a matéria que explica a lógica por trás dessa estratégia foi a mais lida dessa semana.
Mas, antes de passarmos para a lista dos textos mais acessados dos últimos dias, convido todos a acessarem a mais nova coluna do Robert Kiyosaki, autor do best seller "Pai Rico, Pai Pobre" — é só clicar aqui.
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