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Ser ou não ser liberal. Eis a questão de Jair Bolsonaro. O presidente foi eleito com uma pauta de defesa das reformas, redução do tamanho do Estado e equilíbrio das contas públicas. O fiador desse discurso foi Paulo Guedes, que assumiu o comando da economia.
O receituário foi seguido no primeiro ano de mandato, com a aprovação da reforma da Previdência e um programa de venda de participações em empresas detidas pela Caixa e BNDES, que seria o primeiro passo das privatizações.
Mas aí veio a crise do coronavírus, que desviou o governo dessa trajetória diante dos gastos necessários para conter os danos da pandemia na atividade econômica.
A ideia da equipe liderada por Paulo Guedes era voltar à trilha original a partir de 2021. O problema é que nesse meio tempo Bolsonaro encontrou novos aliados no famoso Centrão e uma ala do governo menos simpática às ideias liberais.
O presidente também descobriu que o aumento de gastos pode trazer dividendos rápidos em popularidade, como aconteceu com seus novos apoiadores entre a população que recebeu o auxílio emergencial na crise.
A percepção de que o governo estava fraquejando na pauta liberal levou a uma debandada da equipe econômica, nas palavras do próprio Paulo Guedes.
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O desabafo levou Bolsonaro a reafirmar seu apoio à agenda do ministro. Mas assim como o príncipe Hamlet, o presidente parece hesitar sobre qual rumo tomar, pelo menos na interpretação dos investidores no mercado financeiro.
As preocupações sobre a condução da política econômica no pós-crise levaram o Ibovespa a fechar em queda de 1,62% nesta quinta-feira. O Ricardo Gozzi conta como as cartas no baralho de Paulo Guedes e Bolsonaro mexeram com a bolsa.
• O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, mantém seu otimismo sobre a privatização da empresa mesmo após a saída de Salim Mattar. Veja quais são as pendências no Congresso para que o projeto seja aprovado.
• A Via Varejo se saiu bem no segundo trimestre, período de maior impacto da pandemia. O balanço apresentou forte avanço das vendas online e as ações reagiram em alta consistente mesmo com a queda da bolsa, como mostra o Kaype Abreu.
• Marfrig e BRF são companhias do mesmo setor que divulgaram seus balanços no mesmo dia. Mas as semelhanças param por aí. As ações das empresas reagiram de maneiras bem diferentes hoje na bolsa. A Leticia Camargo explica as razões.
• Após a debandada, o governo quer antecipar medidas fiscais para 2021, que seriam adotadas automaticamente. Os chamados gatilhos seriam disparados quando despesas obrigatórias do governo subissem além do limite. Entenda a proposta.
• O volume de serviços, que ainda não havia mostrado recuperação desde o início da quarentena, subiu 5% em junho frente a maio, mas teve uma queda de mais de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.
• Os novos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caíram 228 mil na semana encerrada em 8 de agosto, para 963 mil. O número ficou abaixo da expectativa de analistas, que previam 1,1 milhão de solicitações.
• Você se lembra da época em que a Nokia dominava o mercado de celulares? E o Yahoo! era o maior buscador do pedaço? Com isso em mente, o mesmo pode rolar com as big techs? O Rodolfo Amstalden conta o que esperar das gigantes de tecnologia.
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