O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Está na hora de o Brasil encarar o problema como se tivesse numa guerra para combater os efeitos rápido, afirmou o sócio da SPX, que possui R$ 40 bilhões sob gestão
Nas condições atuais, a economia brasileira pode sofrer uma contração de 5% neste ano diante do choque do coronavírus. A estimativa foi dada na noite de hoje por Rogério Xavier, sócio-gestor da SPX Capital.
“Está na hora de o Brasil encarar o problema como se tivesse numa guerra para combater os efeitos rápido”, afirmou Xavier, que participou de uma transmissão ao vivo no YouTube com André Esteves, sócio-fundador do BTG Pactual.
Para o sócio da SPX, que possui R$ 40 bilhões sob gestão, as autoridades brasileiras estão “passos atrás” nas ações para conter os impactos do coronavírus na economia.
A projeção do sócio da SPX para o PIB brasileiro em 2020 é bem mais pessimista que a da maioria do mercado, que já aponta uma retração da economia neste ano. Ele afirmou que o impacto do coronavírus será superior ao dos anos de recessão enfrentados pelo país.
“Para nós, tem mercado todo dia. Mas o cara que está com o restaurante fechado não tem o tempo que a gente tem.” – Rogério Xavier, SPX Capital
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Xavier disse a recuperação do país depende das ações que tomar hoje. “As medidas me parecem modestas diante de crise que temos pela frente.”
Leia Também
Xavier defendeu o uso de recursos públicos para atenuar os efeitos da crise, o que tem como efeito colateral o aumento do endividamento.
Isso significa que, se as coisas não estão fáceis hoje, não ficarão muito melhores lá na frente. Ele acredita que, em algum momento na retomada da economia, o país precisará elevar a carga tributária para fechar as contas. “Estamos vendendo o futuro para pagar o presente.”
Embora defenda uma ação mais efetiva do Tesouro e do Banco Central na crise, o sócio da SPX se disse contrário a novos cortes da taxa básica de juros (Selic), atualmente em 3,75% ao ano.
Para ele, uma redução mais agressiva pode ter um efeito contrário, com a alta dos juros futuros no mercado, o que encareceria o crédito, e alta do dólar.
Sobre a moeda norte-americana, Xavier afirmou que a combinação de fatores que levou à disparada recente continua presente, como a queda da Selic, que diminuiu o diferencial de juros entre o Brasil e as economias desenvolvidas, e a piora nas contas externas do país.
Para ele, a trajetória do câmbio vai depender da condução das autoridades em meio à crise do coronavírus. “Não vou ser apocalíptico pra dizer q dólar vai continuar subindo, mas ter na cabeça se não tiver consensos coisa pode ficar bem ruim.”
*Conteúdo em atualização
Pregão desta terça-feira (12) foi marcado por maior aversão ao risco nos mercados globais; guerra entre Estados Unidos e Irã segue no radar dos investidores
Sérgio Ribeiro afirmou ao Seu Dinheiro que a corrida das construtoras para antecipar compras em meio ao risco inflacionário ajudou os resultados da companhia no 1T26; veja os destaques do balanço
Após dois trimestres turbulentos, a companhia melhora sinistralidade e geração de caixa, enquanto nova gestão de Lucas Adib acena com venda de ativos, revisão geográfica e foco em desalavancagem e eficiência operacional
Recebíveis corrigidos pelo INCC, poder de reajuste nos preços e bilhões em estoque ajudam a construtora a se proteger de uma eventual disparada dos custos da construção após a alta do petróleo; CEO Ricardo Gontijo também comentou os resultados do 1T26 da companhia
A conclusão da compra ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim deste mês
A companhia, subsidiária da Cosan que já estava listada na B3 com emissões de dívida, abre seu capital no Novo Mercado, patamar mais alto e exigente da bolsa, em oferta secundária
BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora