🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

SD Premium

Os segredos da bolsa: prepare-se para uma semana carregada no mercado de ações

Balanços corporativos, decisões de juros e indicadores econômicos: a bolsa tem um cardápio cheio nos próximos dias

Victor Aguiar
Victor Aguiar
4 de maio de 2020
5:30 - atualizado às 15:59
segredos da bolsa
Imagem: Shutterstock

No último mês, tivemos três feriados aqui no Brasil: Páscoa, Tiradentes e 1º de maio. Ok, eu sei, a quarentena tira quase toda a graça de uma folga prolongada. Mas, ainda assim, é uma oportunidade para desligar e esfriar a cabeça — e é bom que você esteja bem descansado para encarar a semana na bolsa, já que os próximos dias serão cheios de emoções.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há um pouco de tudo no radar — ou melhor, há muito de tudo. Se você é da turma fundamentalista, saiba que teremos inúmeros balanços corporativos sendo divulgados por aqui; mas se você gosta mesmo é da agenda de dados econômicos, não se preocupe: há indicadores de sobra nos próximos dias.

Não da nem para falar em separar o joio do trigo, já que há muito trigo e quase nenhum joio nesse monte. Mas, no meio disso tudo, teremos dois destaques: na quarta-feira (6), será conhecida a nova taxa Selic — e a decisão do Copom é amplamente aguardada pelo mercado.

E, na sexta-feira (8), será divulgado o relatório de empregos dos Estados Unidos em abril — o chamado payroll. E, a julgar pelos dados preliminares do mercado de trabalho no país, a expectativa é de forte impacto na taxa de desemprego americana.

Mas, antes desse caminhão de fatores de influência, há a sessão de segunda-feira (4). E, já na abertura da semana, devemos ver ajustes importantes na bolsa, uma vez que os mercados brasileiros estiveram fechados na última sexta-feira (1) — e, lá fora, a sessão foi bastante negativa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dia de correção?

Não foi só a bolsa brasileira que esteve fechada na última sexta: boa parte dos mercados europeus também não funcionou, em comemoração ao Dia do Trabalho. Só que, nos Estados Unidos, o pregão ocorreu normalmente — veja abaixo o fechamento dos índices americanos:

Leia Também

  • Dow Jones: -2,55%
  • S&P 500: -2,81%
  • Nasdaq: -3,20%

Ou seja: enquanto os investidores do Brasil e de boa parte da Europa estavam em recesso, o clima nos mercados americanos azedou. E boa parte desse pessimismo esteve ligado ao presidente dos EUA, Donald Trump, que ameaçou sobretaxar a China por causa da crise do coronavírus.

No meio dessa onda de cautela, os ativos ligados ao Brasil que são negociados em Nova York registraram perdas importantes na última sexta-feira. Destaque para o EWZ — o fundo de ações (ETF) que replica o Ibovespa em Wall Street —, que fechou em baixa de 4,43%.

Os recibos de ações (ADRs) de empresas brasileiras negociados nas bolsas americanas também tiveram um dia ruim. Veja abaixo um resumo com o desempenho dos principais ativos desse tipo:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Petrobras (PBR): -4,92%
  • Vale (VALE): -3,27%
  • Itaú Unibanco (ITUB): -3,73%
  • Bradesco (BBD): -5,40%
  • Gerdau (GGB): -4,19%
  • CSN (SID): -8,75%
  • Embraer (ERJ): -8,21%

Obviamente, não é sensato dar como favas contadas uma forte correção da bolsa brasileira nesta segunda-feira por causa da queda vista em Nova York na última sexta. Mas é razoável partir do pressuposto de que, logo de saída, teremos uma pressão negativa sobre as operações.

Assim, a reação dos investidores aos demais fatores de influência será determinante para saber se essa balança será equilibrada ou se continuará pendendo ao lado negativo.

O fato de o Senado ter aprovado o pacote de auxílio financeiro emergencial aos Estados e municípios — um projeto de R$ 125 bilhões e que, por isso, vem sendo chamado de 'bomba fiscal' — contribui para dar um viés ainda mais cauteloso às negociações nesta segunda feira.

A pauta foi modificada pelos senadores e, por isso, voltará a ser analisada pela Câmara — o presidente da casa, Rodrigo Maia, disse que o texto deverá ser votado pelos deputados já nesta segunda-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, para completar o quadro potencialmente negativo, temos a continuidade dos atritos no cenário político, com o presidente Jair Bolsonaro voltando a der declarações contrárias ao isolamento social e questionando abertamente os posicionamentos do STF.

Mas, deixando Brasília de lado, também há muitos fatores econômicos no radar dos investidores — com destaque para a expectativa em relação à reunião do Copom.

Qual o tamanho do corte?

O Banco Central (BC) decide o futuro da taxa Selic nesta quarta-feira (6). Há consenso no mercado de que teremos mais um corte nos juros — o que não é unânime, contudo, é o tamanho desse ajuste.

No momento, a maior parte dos analistas e economistas aposta em reduções de 0,5 ou de 0,75 ponto — atualmente, a Selic está nas mínimas históricas, a 3,75% ao ano. E a percepção de que os juros continuarão baixando se deve ao cenário de contração econômica por causa da crise do coronavírus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E eu digo "no momento" porque, ao longo dos dias, as curvas de juros futuros de curto prazo têm mostrado um comportamento bastante volátil: os DIs com vencimento em janeiro de 2021 — que, na prática, funcionam como termômetro das apostas dos investidores na Selic ao fim de 2020 — oscilaram entre 2,5% e 3,5% nos últimos dias.

Ainda assim, não há dúvidas de que o Copom irá cortar a taxa básica de juros. Dito isso, os investidores estarão atentos aos sinais emitidos pela autoridade monetária em sua decisão: pistas relacionadas aos próximos passos do BC e detalhes a respeito da visão de médio prazo da instituição para a economia podem mexer diretamente com os mercados.

Mas temos um longo caminho até quarta-feira. E, até lá, os investidores têm muitas outras coisas para se preocupar — como a temporada de resultados corporativos.

Balanços, balanços e balanços

A temporada de balanços do primeiro trimestre de 2020 mal deu a largada e já engatou a quinta marcha: nada menos que 22 integrantes do Ibovespa divulgarão seus números nos próximos dias:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Segunda-feira (4): Gol, Klabin, BB Seguridade e Itaú Unibanco;
  • Terça-feira (5): Iguatemi eTim;
  • Quarta-feira (6): Ecorodovias, Metalúrgica Gerdau, Totvs, Engie Brasil, CSN e Gerdau;
  • Quinta-feira (7): Banco do Brasil, Yduqs, MRV, Lojas Americanas, Natura, Energisa, Ambev e B2W;
  • Sexta-feira (8): Sabesp.

Nessa extensa lista, há alguns destaques evidentes. É o caso da Gol, que reporta seus resultados antes da abertura do pregão desta segunda-feira — e a tendência é a de que os números mostrem enormes impactos negativos da crise do coronavírus.

O setor aéreo como um todo foi um dos mais prejudicados pela pandemia, uma vez que as restrições na circulação de pessoas provocaram uma queda vertiginosa na demanda por passagens aéreas.

E, para aumentar a complexidade desse quadro, ainda tivemos a disparada do dólar em direção a novas máximas — e, como boa parte dos custos das companhias aéreas é dolarizado, a pressão cambial é particularmente maléfica para tais empresas.

Dito isso, vale ficar de olho nas métricas de endividamento e nos indicadores operacionais da Gol no primeiro trimestre, além das sinalizações da companhia para o restante do ano — por enquanto, o quadro não é nada bom.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Destaque também para o setor bancário, com os resultados de Itaú Unibanco e Banco do Brasil. Na semana passada, o Santander Brasil mostrou resultados ainda fortes nos primeiros três meses de 2020, enquanto o Bradesco reportou impactos relevantes em suas operações.

Assim, cresce a curiosidade quanto ao que vai ser mostrado pelas outras duas grandes instituições — meu colega Felipe Saturnino escreveu um guia com as expectativas dos resultados do Itaú, BB e outras empresas que reportam seus balanços nesta semana.

A escalada do coronavírus

E, falando em impacto da Covid-19, os investidores domésticos mostram-se cada vez mais preocupados com o aumento cada vez mais rápido nos números do coronavírus no país.

Dados divulgados no domingo (3) pelo ministério da Saúde mostraram que já são mais de 100 mil casos confirmados da doença no Brasil — ao todo, são 101.147 ocorrências oficiais —, com 7.025 óbitos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto a curva de contágio na Europa e nos Estados Unidos parece estar entrando numa fase decadente ou, ao menos, de estabilização, o Brasil dá indícios de ainda estar numa etapa ascendente da pandemia — e, assim, há motivos de sobra para o mercado ficar preocupado com os possíveis impactos econômicos da crise.

Medindo os estragos

Nada melhor para ter uma dimensão concreta dos impactos do surto de coronavírus à atividade que uma boa rodada de indicadores econômicos. E a semana está cheia deles — tanto no Brasil quanto no exterior.

Veja abaixo um resumo do que vem pela frente:

  • Segunda-feira (4)
    • EUA: PMI global em abril
    • Zona do euro: PMI industrial em abril
  • Terça-feira (5)
    • Brasil: Produção industrial em março
    • EUA: PMI e ISM (índices de atividade) do setor de serviços em abril
    • China: PMI composto em abril
  • Quarta-feira (6)
    • Brasil: Decisão do Copom
    • EUA: Dados de criação de empregos no setor privado em abril
    • Zona do euro: Vendas no varejo em março
  • Quinta-feira (7)
    • EUA: Novos pedidos de seguro-desemprego na semana até 2 de maio
    • Reino Unido: decisão de juros
    • China: Balança comercial em abril
  • Sexta-feira (8)
    • Brasil: IPCA em abril
    • EUA: relatório de trabalho (payroll) em abril

No Brasil, já demos destaque para a reunião do Copom. No entanto, os dados de produção industrial também têm capacidade para mexer com os mercados, por mostrarem de maneira mais clara os primeiros impactos do surto de coronavírus sobre a economia do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lá fora, os indicadores de atividade no mundo também servirão para cristalizar os efeitos da pandemia sobre os mais diversos países e regiões. Mas o centro das atenções está no relatório de trabalho dos EUA (payroll) em abril, a ser divulgado na sexta-feira (8).

Trata-se de um dos principais indicadores econômicos dos Estados Unidos e um dado muito relevante para o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) — e a tendência é de um crescimento forte na taxa de desocupação do país, considerando os avanços sucessivos nos novos pedidos de seguro-desemprego no mês passado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar