O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A retração econômica menor que a esperada em países europeus e a expansão da economia chinesa animam os investidores. Os balanços corporativos das grandes empresas seguem embalando os negócios no Brasil e no exterior.
Os mercados começam a sexta-feira operando no campo positivo, puxados pelos resultados das grandes empresas de tecnologia. Dados melhores do que o esperado das economias europeia e chinesa também ajudam os investidores a manterem o otimismo em meio ao crescimento do número de casos de coronavírus pelo mundo.
No Brasil, os investidores repercutem hoje os dados divulgados pela Petrobras na noite de ontem. No câmbio, a disputa técnica da Ptax de julho deve trazer volatilidade ao mercado.
Os investidores já esperavam que os resultados do segundo trimestre refletisse com mais intensidade a crise do coronavírus, mas, mesmo assim, os números abaixo do esperado dos balanços corporativos pesaram ontem nas bolsas globais.
Além disso, o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos mostrou a maior retração para o período desde 1947 - 32,9%. A soma dos resultados negativos levou o principal índice da bolsa brasileira a fechar em queda de 0,56%, a 105.008,70 pontos.
A retração da economia americana refletiu em forma de alívio para o dólar. A moeda americana caiu 0,26%, a R$ 5,1592.
Hoje, os investidores locais repercutem os números apresentados pela Petrobras na noite de ontem. A estatal reduziu em 94,4% o prejuízo visto no primeiro trimestre e apresentou perdas de R$ 2,713 bilhões.
Leia Também
Além disso, outras empresas também ficam no radar dos agentes financeiros. Confira os últimos resultados divulgados.
O tombo histórico do PIB americano durante a pandemia derrubou as bolsas asiáticas, com exceção dos índices chineses. Na segunda maior economia do mundo, os investidores focaram nos dados do índice de gerentes de compras (PMI) do país.
O PMI chinês avançou de 50,9 para 51,1 em julho, o que mostra expansão da economia de forma rápida, animando os investidores.
Indicadores econômicos europeus também embalam os mercados nesta sexta-feira. O PIB da zona do euro sofreu uma contração de 12,1% nos últimos três meses. Na França, a economia recuou 13,8%. Na Itália a queda foi de 12,4%. Embora negativos, ambos os resultados vieram acima do esperado.
Mesmo com o indicativo de forte retração econômica, os investidores reagem de forma moderada, com as principais praças do continente avançando no começo da manhã. O movimento é puxado pelas empresas de tecnologia, que apresentaram bons resultados durante a temporada de balanços.
Os índices futuros em Nova York começam o dia no campo positivo, após os balanços positivos de Amazon, Facebook, Alphabet e Apple. Os mercados também monitoram de perto as novas infecções por coronavírus. Além dos Estados Unidos, os casos na Europa também voltam a acelerar.
No Brasil, a agenda conta com a divulgação do déficit do setor público consolidado de junho (9h30).
Os destaques da agenda internacional são: dados de renda pessoal e inflação (9h30), o índice de atividade industrial de julho (10h45) e o índice de sentimento do consumidor nos Estados Unidos (11h). No campo dos balanços corporativos, os destaques internacionais são as petroleiras Exxonmobil e Chevron.
A Comissão Mista, formada por deputados e senadores, que analisa a reforma tributária será reinstalada nesta sexta-feira. O ministro da Economia Paulo Guedes deve ser ouvido na próxima quarta-feira.
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis