O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na falta de novidades locais, o mau humor dos investidores estrangeiros deve impactar a bolsa brasileira
A semana chega ao fim da mesma forma que começou: com a cautela predominando entre os investidores internacionais. Na contramão dos últimos dias, a agenda desta sexta-feira é fraca, deixando o aumento no número de infectados pelo coronavírus na Europa em primeiro plano. No exterior, os agentes financeiros também monitoram as negociações em torno de um pacote de estímulos fiscais nos Estados Unidos.
Depois de dias de tensão, o Ibovespa voltou a subir, avançando 1,33%, aos 97.012,07 pontos. Após subir 4 sessões consecutivas, o dólar finalmente teve um dia de alívio, recuando 1,37%, a R$ 5,5106.
Se nos últimos dias a participação do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, no Congresso americano foi motor para o mau humor dos mercados, ontem os investidores passaram a encarar a fala da autoridade monetária com outros olhos. Em meio às dúvidas dos investidores com a recuperação econômica, Powell não mostrou preocupação com o aumento recente do balanço do BC americano, comentando que o assunto não será foco no curto prazo.
A nova projeção do BC brasileiro para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 - de queda de 6,4% para recuo de 5% - também pegou bem no mercado. No mesmo Relatório Trimestral de Inflação, a instituição sinalizou que a inflação não deve sair do controle tão cedo e os juros devem seguir baixos por um bom tempo.
O bom humor que sustentou a alta nas bolsas americanas também foi patrocinado pelos sinais de que o governo americano e a oposição podem chegar a um acordo sobre um novo pacote fiscal, mas foi insuficiente para sustentar ganhos na Ásia. Durante a madrugada, as bolsas da região terminaram o dia sem uma direção definida.
A nova onda de infecções de covid-19 na Europa segue assustando os investidores, que temem uma nova desaceleração na recuperação econômica. Na última semana, alguns países voltaram a decretar medidas de isolamento social. Com isso, as bolsas no velho continente operam em baixa generalizada.
Leia Também
No campo positivo, novidades sobre uma possível vacina e tratamento continuam mexendo com os mercados. Ontem foi a vez da americana Novavax anunciar o início da etapa final de testes clínicos para uma vacina. Ao todo, 11 projetos se encontram nesse estágio de desenvolvimento.
No entanto, a novidade é insuficiente para sustentar os índices futuros em Wall Street no campo positivo, indicando um dia de cautela na bolsa americana.
A sexta-feira não reserva grandes eventos ou divulgações. O destaque fica com o resultado das encomendas duráveis em agosto nos Estados Unidos (9h30). Além disso, o presidente do Federal Reserve de Nova York, John Williams, fará um discurso (10h).
No Brasil, o mercado aguarda os números da sondagem da indústria da construção (8h).
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%
Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados
O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas