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Ontem, Trump disse que irá aprovar benefícios fiscais para conter o risco dos efeitos do coronavírus. No Japão também deve atuar e anunciar um novo pacote de benefícios.
Com o caos instalado hoje nos mercados globais, hoje os investidores esperam que Estados Unidos e Japão adotem medidas de estímulos para tentar conter os impactos do coronavírus na economia global e evitar uma possível recessão.
Ontem, Trump disse que irá aprovar benefícios fiscais para conter o risco dos efeitos do coronavírus. No Japão também deve atuar e anunciar um novo pacote de benefícios.
Expectativa também para uma possível atuação do Banco Central europeu e do grupo dos sete países mais ricos do mundo, o G-7.
Ontem, o Banco Central brasileiro tentou conter a alta do dólar com a oferta da US$ 3 bilhões. Mas, a atuação não fez nem cócegas na cotação da moeda americana, que continuou subindo e fechou o dia com alta de 1,95%, a R$ 4,7243 (um novo recorde de fechamento!).
Para hoje, está previsto um novo leilão de US$ 2 bilhões à vista no mercado. O recuo do dólar frente a outras moedas emergentes pode ajudar a aliviar o câmbio
O petróleo foi a grande estrela do caos que tomou conta dos mercados nesta segunda-feira.
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Em atrito com a Rússica, a Arábia Saudita decidiu aumentar a sua produção de produção e deu descontos para os seus compradores, em uma tentantiva de fazer a Rússia voltar à mesa de negociações. Mas, ao invés disso, a situação provocou um efeito dominó nas bolsas globais.
O preço da commodity chegou a ultrapassar 30%, a maior queda diária desde a Guerra do Golfo, e fez as bolsas mundiais despencarem fortemente.
Mas, durante essa madrugada, as bolsas asiáticas conseguiram se recuperar, após fortes perdas no dia anterior, e fecharam em alta generalizada. O motivo para o otimismo é o mesmo que deve pautar o restante dos mercados: a expectativa para que os bancos centrais atuem para amenizar o impacto econômico do coronavírus.
Após subir mais de 20% ontem e chegar a bater a casa dos 30% de valorização, hoje a commodity apresenta altas mais moderadas: o WTI subia 7,26% e o Brent avanaçava 6,61%.
As bolsa amerinanas não caíam tanto desde a rise do subprime em 2008. O botão do pânico foi acionado e as negociações foram paralisação de 15 minutos em Nova York. Mesmo assim as bolsas as bolsas tiveram fortes recuos.
O S&P 500 teve queda de 7,68%, O Dow Jones recuou 7,60% e Nasdac recuou 7,79%. Hoje, os índices futuros em Nova York anunicou um dia de ganhos, cin o mercado futuro trabalhando com avanços superiores a 4%.
Na Europa, o começo do dia parece anunciar recuperação e os índices do continente operam em alta, após as perdas acentuadas de ontem.
No Brasil, o circuit breaker foi acionado logo depois da abertura, mas não foi o suficiente para acalmar os ânimos dos investidores. O Ibovespa despencou mais de 12% e voltou ao nível de 2018, aos 86.067,20 pontos.
Hoje o IBGE divulga a produção industrial de janeiro, que já deve refletir algum impacto do coronavírus. A expectativa dos analistas é por uma desaceleração.
Em Brasília, a Comissão Mista do Orçamento discute as propostas do governo. Guedes também disse ontem que a reforma administrativa será enviada ao Congresso na próxima semana.
Na zona do euro temos a divulgação do PIB doº trimestre. Já nos Estados Unidos, as prévias democratas ganham um gás com votações em 6 estados.
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Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
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A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
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Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos
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