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Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

esquenta dos mercados

Joe Biden está cada vez mais próximo da Casa Branca – e o mercado financeiro reage com otimismo

O presidente Donald Trump já começou a contestar o resultado em alguns estados, mas o mercado financeiro prefere ignorar o risco de judicialização do resultado e segue com apetite por risco

Jasmine Olga
Jasmine Olga
5 de novembro de 2020
8:01
Joe Biden
Joe Biden durante a campanha presidencial - Imagem: Shutterstock

Estamos entrando no terceiro dia de apuração do resultado das eleições americanas e um vitória do democrata Joe Biden começa a parecer cada vez mais certa.

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Até o momento, Biden tem 264 votos no colégio eleitoral, enquanto Donald Trump tem 214. Para se tornar o novo ocupante da Casa Branca, é preciso o número mínimo de 270 votos. O risco de judicialização da disputa fica em segundo plano no momento.

Além da atenção no pleito americano, os investidores também aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve, o BC dos Estados Unidos. O dia também deve ser marcado pela repercussão dos últimos balanços corporativos - incluindo o resultado do Banco do Brasil, Ultrapar e Ecorodovias.

Antecipando o movimento

O mercado financeiro respira um pouco mais aliviado após a constatação de que uma 'onda azul' não se tornou realidade nos Estados Unidos. O cenário que se desenha é que o possível novo presidente democrata talvez encontre dificuldades no Congresso para tocar projetos de regulação de diferentes setores da economia - como o de tecnologia, por exemplo.

A indicação de que o candidato democrata pode de fato se tornar o próximo ocupante da Casa Branca tem mantido o mercado animado nos últimos dias. Ainda que Biden tenha prometido aumentar impostos e mexer em outras questões corporativos, os investidores acreditam que a postura do ex-vice-presidente deve ser melhor recebida pelo cenário internacional.

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A disputa entre Trump e Biden, no entanto, ainda parece estar longe do fim. A contagem segue em estados decisivos para o pleito - como Georgia, Arizona e Pennsylvania -, mas o atual presidente americano tenta na justiça reverter o resultado que se desenha.

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A equipe de Trump já entrou com diversos pedidos para que seja realizadas recontagens, que a apuração em alguns estados seja interrompida e até para que a contagem continue em locais em que já se decidiu o vencedor.

A perspectiva de um entrave político em torno do resultado não agrada o mercado, mas, no momento, a atenção segue na provável vitória de Biden.

Ontem, antecipando os resultados, as bolsas americanas chegaram a subir 3,9%, desencadeando um movimento global de busca por risco.

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Durante a madrugada, as bolsas asiáticas fecharam em alta generalizada.

Uma pitada de política local

Seguindo o bom humor internacional, o Ibovespa também se recupera das quedas recentes e subiu 1,97%, aos 97.866,81 pontos.

Os agentes financeiros voltam a ver com bons olhos o andamento da agenda econômica no Congresso, após alguns ruídos causados pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Além disso, o mercado também repercute a apreciação de 41 vetos presidenciais.

Com o cenário político local mais aliviado, o dólar fechou o dia em queda de 1,7%, a R$ 5,6643.

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Estímulos no radar

Nesta manhã, outra notícia ajuda a impulsionar os mercados europeus na direção de ganhos expressivos. Com a piora do quadro da pandemia do coronavírus na Europa, o Banco da Inglaterra anunciou mais estímulos. A preocupação com os novos lockdowns na região também ficam em segundo plano.

A temporada de balanços corporativos segue e os bons resultados apresentados pelas empresas contribuem positivamente com os negócios. As principais praças europeias operam em alta.

Nos Estados Unidos, as bolsas seguem aproveitando o momento para se recuperarem. Os índices futuros operam em altas superiores a 1%.

Agenda

O dia segue sendo de agenda fraca, com os olhares voltados para o exterior.

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O destaque fica com a decisão de política monetária do Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos (16h).

No Brasil, os investidores devem repercutir os últimos resultados da temporada de balanços e acompanham dois eventos que contam com a participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, ao longo do dia (14h e 16h30).

Balanços

Caminhamos para mais um dia cheio de balanços corporativos a serem digeridos pelos investidores. Confira aqui os principais números que devem mexer com o mercado hoje.

  • Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 3,482 bilhões, queda de 23,3% em comparação com o mesmo período do ano passado.
  • O lucro líquido da Ultrapar caiu 10% no terceiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2019, passando para R$ 277,3 milhões (ante R$ 307,3 milhões).
  • A Cia Hering registrou lucro líquido de R$ 155,5 milhões no terceiro trimestre de 2020, o que representa uma alta de 142,5% ante o mesmo período do ano passado.
  • A EcoRodovias registrou lucro líquido de R$ 71,6 milhões entre julho e setembro, revertendo o prejuízo visto no mesmo período de 2019

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