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Na agenda, o mercado monitora a divulgação da produção industrial brasileira e o Livro Bege do Federal Reserve
Um dia após as bolsas americanas atingirem novas máximas históricas de fechamento, impulsionadas pelas notícias positivas sobre vacinas contra a covid-19, os investidores colocam o pé no freio, pelo menos por hoje, e realizam parte do lucro dos últimos dias.
Na agenda, os mercados monitoram a produção industrial brasileira de outubro, a prévia do payroll nos Estados Unidos e a divulgação do Livro Bege do Federal Reserve.
A julgar pelo primeiro pregão de dezembro, o rali de novembro deve se prolongar para o último mês do ano. Ontem, o Ibovespa terminou o dia em forte alta de 2,3%, aos 11.400 pontos.
Com um maior fluxo destinados aos ativos de risco, o dólar começou dezembro em queda firme de 2,2%, a R4 5,2278
Uma vacina no horizonte. É com isso que boa parte do mercado financeiro está contando para manter o otimismo e seguir subindo. A Moderna e a Pfizer são duas das empresas que já solicitaram autorização para o uso emergencial de suas vacinas, tanto nos Estados Unidos quanto na União Europeia.
Com o cenário otimista, as ações dos pesos-pesados da bolsa, como bancos, Petrobras e Vale seguem impulsionando a bolsa brasileira, com a entrada cada vez maior de estrangeiros nesses papéis.
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O aumento do número de casos do coronavírus no país e a perspectiva de que a recuperação econômica seja impactada pode freiar o ímpeto dos investidores brasileiros.
Outra notícia que pode pressionar alguns papéis da bolsa é o aviso do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) de que as principai hidrelétricas do País estão com os reservatórios em níveis historicamente baixos.
A Vale, no entanto, pode se beneficiar dos novos recordes do minério de ferro, negociado na China.
Não foi só por aqui que os mercados começaram com o pé direito. O bom humor também levou as bolsas americanas a alcançarem novas máximas históricas. Os índices S&P 500 e o Nasdaq renovaram seus recordes de fechamento. Na semana passada, havia sido a vez do Dow Jones.
Na ressaca do apetite por risco em Nova York, as bolsas asiáticas fecharam quase todas em altas. As únicas exceções foram os mercados da China e Hong Kong, onde a queda das ações da Xiaomi pressionou os negócios.
Na sequência de grandes altas, não são raros os dias mais contidos, com os investidores realizando parte dos lucros recentes. Esse parece ser o caso desta quarta-feira.
A tendência que predomina nos mercados nas primeiras horas da manhã é de uma leve realização nos lucros, com os índices futuros em Wall Street em leve queda, assim como as principais praças europeias.
O cenário, no entanto, está longe de ser de pessimismo. No Reino Unido, o governo autorizou o uso emergencial da vacina da americana Pfizer. Nos Estados Unidos, a retomada das conversas em torno de um pacote de ajuda de US$ 908 bilhões para combater os efeitos negativos do coronavírus na economia deixam os agentes financeiros otimistas.
No Brasil, o destaque do dia fica com a divulgação da produção industrial de outubro (9h).
Nos Estados Unidos, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, volta a participar de audiência no Congresso (12h). O banco central americano também divulga hoje a o seu Livro Bege, com dicas do futuro da política monetária do país (16h). O relatório de emprego do setor privado dos EUA também deve movimentar o dia (10h15).
A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.
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