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Naquele dia, o Ibovespa teve queda de 0,59%, a 106.042,48 pontos e giro financeiro de R$ 24,4 bilhões, em dia de preocupação com o avanço da pandemia do novo coronavírus no Brasil e no mundo, além da volta à pauta do risco fiscal.
Pela primeira vez no mês de novembro, investidores estrangeiros retiraram dinheiro da B3. No pregão de sexta-feira, 20, foram recolhidos R$ 163,047 milhões do mercado acionário à vista, segundo dados da operadora da Bolsa de Valores. Naquele dia, o Ibovespa teve queda de 0,59%, a 106.042,48 pontos e giro financeiro de R$ 24,4 bilhões, em dia de preocupação com o avanço da pandemia do novo coronavírus no Brasil e no mundo, além da volta à pauta do risco fiscal.
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Após 13 sessões consecutivas com fluxo positivo, apoiadas na busca do investidor estrangeiro por mercados estrangeiros após a eleição do democrata Joe Biden como novo presidente dos Estados Unidos, e também com notícias quase diárias sobre avanços nas pesquisas envolvendo vacinas contra a covid-19, a marca fica no campo negativo pela primeira vez desde 30 de outubro. No acumulado da semana entre os dias 16 e 20 de novembro, o investidor estrangeiro entrou na B3 com R$ 8,245 bilhões.
Em termos mensais, a entrada chega a R$ 26,012 bilhões. É o maior nível da série de dados mensais, que vem desde o ano de 1995. O aporte deste mês é resultado de compras de R$ 251,379 bilhões e vendas de R$ 225,367 bilhões. No ano, os estrangeiros retiram R$ 58,874 bilhões do mercado acionário brasileiro. No final de outubro, a saída era de R$ 84,887 bilhões.
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