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O presidente dos EUA, Donald Trump, assumiu um tom menos incisivo que o imaginado em seu pronunciamento sobre a China. Com isso, os mercados globais passaram por uma onda de alívio — o que, por aqui, se refletiu na virada do dólar ao campo negatvo
O tão aguardado discurso do presidente dos EUA, Donald Trump, a respeito de possíveis medidas a serem adotadas pelo país contra a China não trouxe grandes novidades. E, sem o tom bombástico aguardado por boa parte do mercado, os investidores respiraram tranquilos e reduziram a cautela na bolsa e no câmbio.
Por volta de 16h25, o dólar à vista recuava 0,86%, a R$ 5,3367 — a moeda americana chegou a subir 1,48% mais cedo, a R$ 5,4629. Na bolsa, o Ibovespa reduziu as perdas e, agora, recua 0,29%, aos 86.694,79 pontos.
Entre outros pontos, Trump disse que suspenderá os vistos de cidadãos chineses que representem um risco à "segurança nacional" e que criará um um comitê para avaliar a atuação das empresas do gigante asiático nos EUA. — o presidente americano, no entanto, não deu grandes detalhes a respeito dessas medidas e não respondeu às perguntas dos repórteres.
Os dois países vêm protagonizando uma nova onda de conflitos nas últimas semanas, envolvendo a origem do coronavírus, preocupações com o pacto comercial e, mais recentemente, a autonomia de Hong Kong.
A lei de segurança nacional, que deve aumentar o controle chinês sobre Hong Kong, é condenada pelos Estados Unidos e países como Reino Unido, Canadá e Austrália. Segundo os países, o projeto agride a autonomia de ilha, um dos principais centros financeiros do mundo, e descumpre uma série de acordos internacionais.
Com o clima tenso entre as duas maiores potências econômicas do planeta, as bolsas asiáticas fecharam sem direção definida durante a madrugada.
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Mas, nos EUA, as bolsas melhoraram após a percepção de que as medidas anunciadas por Trump não foram, nem de longe, tão duras quanto o imaginado. O Dow Jones (+0,02%), o S&P 500 (+0,12%) e o Nasdaq (+0,86%) viraram para alta, após passar boa parte do dia no campo negativo.
No Brasil, os investidores também digerem fatores domésticos importantes. Em primeiro lugar, há o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2020, divulgado nesta manhã pelo IBGE. A economia brasileira recuou 1,5% no período, com a soma dos bens e serviços produzidos no Brasil ficando em R$ 1,803 bilhão.
O número é reflexo dos primeiros efeitos da crise do novo coronavírus na economia e veio em linha com o esperado por analistas consultados pela Broadcast e Bloomberg.
Os investidores locais também observam o cenário político em Brasília. A percepção de risco aumentou com a tensão entre o governo de Jair Bolsonaro e o Supremo Tribunal Federal escalando fortemente, após operação da Polícia Federal contra o financiamento e divulgação de fake news e que atingiu apoiadores do presidente.
Em resposta, tanto o presidente quanto os seus aliados têm subido o tom contra o Supremo, causando grande mal-estar e aumentando a percepção de risco político.
Entre os destaques positivos do pregão desta sexta-feira estão as ações dos setores de mineração e siderurgia, que se beneficiam da alta do minério de ferro na China. A commodity teve uma alta superior a 5% em Qingdao, na China, ultrapassando a marca dos US$ 100 por tonelada.
| CÓDIGO | NOME | PREÇO (R$) | VARIAÇÃO |
| CSNA3 | CSN ON | 10,38 | +8,01% |
| EMBR3 | Embraer ON | 7,44 | +6,59% |
| VALE3 | Vale ON | 52,12 | +4,05% |
| HYPE3 | Hypera ON | 32,41 | +3,71% |
| BRAP4 | Bradespar PN | 34,95 | +3,52% |
Veja também as cinco maiores baixas do índice neste momento:
| CÓDIGO | NOME | PREÇO (R$) | VARIAÇÃO |
| BRKM5 | Braskem PNA | 27,70 | -4,48% |
| RAIL3 | Rumo ON | 22,21 | -4,14% |
| MULT3 | Multiplan ON | 20,44 | -4,04% |
| MRVE3 | MRV ON | 15,14 | -3,87% |
| CYRE3 | Cyrela ON | 16,83 | -3,83% |
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