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O temor de uma segunda onda de casos de coronavírus volta a pesar nos mercados internacionais nesta quinta-feira e faz o EWZ ser negociado em queda de mais de 8%
O temor de uma segunda onda de casos de coronavírus voltou a pesar nos mercados internacionais nesta quinta-feira. Os principais índices das bolsas norte-americanas operam com queda expressiva que chega aos 5% no caso do S&P 500.
Com a B3 fechada hoje em razão do feriado de Corpus Christi, a tensão externa se reflete no EWZ. O principal fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) de ações de empresas brasileiras negociado em Nova York despencava 8,40% por volta das 15h50 (horário de Brasília).
O prognóstico para a reabertura da bolsa brasileira amanhã, portanto, não é nada favorável, a menos que alguma notícia nova e positiva surja até lá.
Após o alívio nas últimas semanas provocado pela reabertura das economias lá fora, os números do coronavírus voltaram a chamar a atenção dos investidores.
Nos Estados Unidos, o número de casos ultrapassou a marca de dois milhões, com mais de 112 mil mortos, de acordo com a Universidade Johns Hopkins.
Os dados mostram ainda que a média de novos infectados nas últimas duas semanas continua subindo em mais de 20 estados norte-americanos, o que colocou de volta no radar do mercado o risco de uma segunda onda de casos da covid-19.
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Os investidores também parecem ter caído na real depois das projeções nada positivas para a economia divulgadas ontem pelo Federal Reserve.
A estimativa do BC dos EUA é de uma contração de 6,5% da maior economia do mundo, com uma taxa de desemprego de 9,3% no fim de 2020.
Quem não gostou nada dos números do Fed foi o presidente dos EUA, Donald Trump.
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O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
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