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Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Mercados hoje

Ibovespa acentua perdas e cai mais de 1%; dólar tem leve alta e crava mais um recorde

As preocupações globais em relação ao coronavírus mexem com o Ibovespa e as bolsas globais, inspirando prudência aos mercados. O dólar flutua perto da estabilidade, oscilando entre perdas e ganhos

Victor Aguiar
Victor Aguiar
10 de fevereiro de 2020
10:31 - atualizado às 17:09
Selo Mercados AGORA Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O Ibovespa acentuou o ritmo de queda na tarde desta segunda-feira (10), passando a recuar mais de 1% e voltando ao nível dos 112 mil pontos. A tensão dos investidores com o coronavírus aparece como pano de fundo para esse movimento, mas a cautela doméstica também puxa o índice para baixo.

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Por volta de 17h05, o Ibovespa operava em queda de 1,26%, aos 112.341,82 pontos, perto das mínimas do dia. No exterior, as bolsas da Ásia e da Europa tiveram um dia negativo, mas os índices dos Estados Unidos conseguem sustentar desempenho positivo.

O dólar à vista passou o dia flutuando ao redor da estabilidade, mas fechou em alta de 0,03%, a R$ 4,3220, cravando um novo recorde nominal de encerramento. Na máxima, a moeda americana chegou a tocar os R$ 4,3292 (+0,19%).

O coronavírus segue como grande fator de influência para as negociações globais nesta segunda-feira. Já são mais de 900 mortos na China e mais de 40 mil pessoas contaminadas no mundo todo — e, nesse cenário, o mercado começa a projetar os possíveis impactos à economia global.

Mais cedo, a China informou um salto nos dados de inflação, para 5,4% em janeiro — bem acima das projeções dos analistas, de alta de 4,96%. Essa pressão inflacionária se deve a um pico nos preços dos alimentos, sobretudo as carnes, em meio ao surto da doença.

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A percepção de que o coronavírus já começa a trazer efeitos reais à economia da China e do mundo, assim, coloca os investidores na defensiva nesta segunda-feira, sobretudo nos mercados acionários.

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Brasília volta aos holofotes

O cenário político doméstico volta a influenciar os rumos da bolsa brasileira. Mais cedo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que a privatização da Eletrobras está 'cada dia mais difícil'.

A declaração afetou o desempenho das ações da estatal: agora, os papéis ON (ELET3) caem 3,78%, enquanto os PNBs (ELET6) recuam 3,86%. A fala de Maia trouxe maior pessimismo à bolsa como um todo, acentuando as perdas do Ibovespa.

Cautela no câmbio

No mercado de moedas, o dólar ficou perto do zero a zero em relação ao peso mexicano, o rublo russo, o peso chileno e o rand sul-africano, entre outras moedas emergentes. O real, assim, acompanhou seus pares nesta segunda-feira.

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Há alguma aversão ao risco no câmbio, em meio às incertezas ligadas ao coronavírus. Sem saber o que poderá acontecer, os investidores preferem se desfazer de ativos mais arriscados, como as moedas emergentes, e partir para opções mais seguras, como o dólar.

No entanto, considerando a alta da moeda americana nos últimos dias, esse movimento acabou tendo pouco espaço — o que ajudou a manter a divisa praticamente inalterada em escala global. Vale lembrar que, na última sexta-feira (7), o dólar à vista já havia chegado a um novo recorde nominal de fechamento, a R$ 4,3209.

Já as curvas de juros fecharam em baixa nesta segunda-feira. Mais cedo, as projeções para a inflação em 2020 pelo boletim Focus caíram de 3,40% para 3,25%. Assim, embora as estimativas para a Selic tenham permanecido em 4,25% ao ano, o mercado parece começar a enxergar um possível espaço para mais cortes nas taxas.

Nesse contexto, veja abaixo como ficaram os principais DIs hoje:

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  • Janeiro/2021: de 4,27% para 4,26%;
  • Janeiro/2023: de 5,55% para 5,52%;
  • Janeiro/2025: de 6,20% para 6,15%;
  • Janeiro/2027: de 6,55% para 6,48%.

Mais pressão para o IRB

As ações ON do IRB (IRBR3) despencam 12,04% e têm o pior desempenho do Ibovespa, em meio a uma nova carta da Squadra, a gestora que, na semana passada, apontou possíveis inconsistências no balanço da empresa.

A Squadra reafirmou seu posicionamento, rebatendo as argumentações do IRB quanto a possíveis erros de cálculo por parte da gestora. E, em meio ao imbróglio, a XP Investimentos optou por colocar a recomendação para as ações da resseguradora em revisão.

Outro destaque desta segunda-feira é BB Seguridade ON (BBSE3), com ganhos de 0,65% — a empresa registrou lucro líquido ajustado de R$ 1,13 bilhão no quarto trimestre de 2019, um aumento de 34,9% na base anual.

Veja abaixo as ações de melhor desempenho do Ibovespa nesta manhã:

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  • Itaú Unibanco PN (ITUB4): +2,02%
  • Itaúsa PN (ITSA4): +1,72%
  • Bradesco PN (BBDC4): +1,66%
  • Santander Brasil units (SANB11): +1,55%
  • BB Seguridade ON (BBSE3): +1,41%

Confira também as maiores baixas do índice no momento:

  • IRB ON (IRBR3): -12,04%
  • Marfrig ON (MRFG3): -7,03%
  • Cyrela ON (CYRE3): -5,74%
  • CVC ON (CVCB3): -5,71%
  • BTG Pactual units (BPAC11): -5,01%

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