O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Responsável pela gestão de R$ 8 bilhões de clientes milionários, Alexandre Hishi me disse que efeito do coronavírus é temporário e reforça visão de que juros ficarão baixos por longo período, o que favorece ativos de risco como as ações
O que fazer com o seu dinheiro diante do princípio de pânico que tomou conta do mercado financeiro na semana passada em meio do agravamento do surto de coronavírus?
Por enquanto, nada. Mas a forte queda da bolsa pode abrir uma oportunidade para o investidor gradualmente aumentar suas posições no mercado acionário e em juros reais – com a compra de títulos atrelados à inflação de longo prazo.
A afirmação é de Alexandre Hishi, responsável pela gestão de investimentos da Azimut Brasil Wealth Management, com quem eu conversei na tarde de ontem.
Hishi me disse que momentos como o atual servem para avaliar se estamos diante de uma mudança estrutural no cenário ou apenas um efeito temporário que afetou os preços dos ativos. Para ele, estamos diante do segundo caso com o coronavírus, embora não seja possível prever a duração desse impacto.
“O crescimento da economia brasileira será menor e vai decepcionar novamente, mas também teremos inflação comportada e juro baixo por um longo período”, disse.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O mercado já começa a colocar na conta a visão de que o Banco Central terá de rever a decisão de encerrar o ciclo de corte de juros, como sinalizou na última reunião do Copom, e já começa a trabalhar com a possibilidade de a Selic cair abaixo de 4%.
Leia Também
Parte da conta do menor crescimento vai para o coronavírus, mas Hishi afirma que a economia brasileira padece de problemas próprios, como a demora para a queda dos juros chegar ao tomador de crédito.
Tudo isso significa que o investidor brasileiro terá de conviver com os altos e baixos da bolsa em busca de um maior retorno, segundo o gestor da Azimut, que possui um total de R$ 8 bilhões sob gestão de clientes milionários.
Diante desse quadro, ele considera que a reação do mercado às notícias sobre o coronavírus foi exagerada. “Mas são nesses momentos que as oportunidades começam a surgir.”
De um modo geral, o comportamento do investidor brasileiro foi positivo, ainda que os solavancos da renda variável sejam novidade para a maioria, segundo o gestor. O que fez a diferença foi o estrangeiro, que acelerou a saída de recursos da bolsa nos últimos dias.
Com a queda da bolsa, Hishi disse que alguns gestores já vem se aproveitando para rebalancear as carteiras, trocando por ativos de melhor qualidade e com a mesma perspectiva de retorno.
A Azimut já tinha uma visão positiva para o mercado com posições compradas em bolsa e juros reais desde o ano passado. Tão logo enxergar sinais de estabilização no mercado, o gestor pensa em aumentar a exposição em ativos de risco.
As perdas na bolsa nas últimas semanas foram compensadas pelas posições da gestora em dólar. A Azimut carrega uma exposição comprada em câmbio apenas como proteção do portfólio. Mas o gestor me disse que considera rever essa estratégia.
Hishi não descarta que o câmbio suba ainda mais em um cenário de estresse, mas avalia que o risco a partir das cotações atuais da moeda norte-americana é menor.
"Ter dólar funcionou bem até agora, mas agora com o câmbio a 4,50 avaliamos tirar essa posição."
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%
Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados
O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados