O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dona das redes Casas Bahia e Ponto Frio deve resolver problemas internos, melhorar sua operação online e correr atrás da concorrente Magazine Luiza, que já possui um modelo integrado
Sob nova direção, a Via Varejo, dona das redes Casas Bahia e Ponto Frio, começou a promover uma mudança profunda no alto escalão, com a demissão de 12 executivos. Eles serão substituídos por nomes de confiança da nova gestão, a serem escolhidos em breve.
Entre os que deixaram a empresa estão Rubens Domene, diretor compras de eletrodomésticos da linha branca, e Sandro Gonçalves e Silva, diretor comercial.
As mudanças na estrutura da Via Varejo começam a ser feitas após o empresário Michael Klein retomar o controle da empresa - seu pai foi o fundador da Casas Bahia.
Até então, a Via Varejo tinha como principal acionista o Grupo Pão de Açúcar (GPA), que se desfez da participação em um leilão promovido na B3, no último dia 14 de junho.
Era um desejo antigo do GPA, que queria priorizar o desenvolvimento do negócio alimentar. À espera de um comprador, a Via Varejo perdeu espaço e entregou resultados ruins, o que fez as ações registrarem forte queda ao longo do ano passado.
Agora na gestão de Klein, a varejista deve resolver problemas internos e melhorar sua operação online - vista hoje como ponto fundamental para o sucesso de uma rede focada em eletrodomésticos. A companhia terá o desafio de correr atrás da concorrente Magazine Luiza.
Leia Também
As ações da varejista (VVAR3) reagem bem às mudanças no quadro de executivos. Por volta das 15h10 desta terça-feira, os papéis eram negociados em alta de 4,10%, a R$ 5,33. Confira também a cobertura completa de mercados.
*Com Estadão Conteúdo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado