O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Um dos movimentos mais criticados do Casino à frente da dona da Casas Bahia e do Ponto Frio envolveu justamente a separação da operação online – a CNova – das lojas físicas, anunciada em 2014
A mudança de mãos do controle da Via Varejo será apenas o primeiro passo de uma mudança que a empresa luta para implementar: a melhora dos resultados de sua operação online, vista hoje como ponto fundamental para o sucesso de uma rede focada em eletrodomésticos. Neste quesito, além de resolver problemas internos, a companhia terá o desafio de correr atrás de uma concorrente que é considerada um modelo na relação virtual com o cliente: o Magazine Luiza.
Segundo dados do fim do ano passado, a dona da Casas Bahia e do Ponto Frio ainda é uma empresa bem maior do que o Magazine Luiza, com receita bruta de R$ 30,6 bilhões (veja quadro ao lado). No entanto, a companhia mostra um resultado líquido inferior ao da rival e está bem distante em performance em vendas pela internet. Enquanto 38% da receita do Magazine Luiza são originados em canais online, a Via Varejo arrecadou 19% do que vendeu na internet.
Segundo fontes próximas às negociações entre a família Klein e os fundos - lideradas pela XP Investimentos -, a questão das vendas pela internet está sendo tratada como primeiro passo para a recuperação dos resultados da rede. Uma das fontes consultadas disse que Michael Klein poderia até colocar à disposição imóveis de seu portfólio para melhorar a distribuição do braço online.
Um dos movimentos mais criticados do Casino à frente da dona da Casas Bahia e do Ponto Frio envolveu justamente a separação da operação online - a CNova - das lojas físicas, anunciada em 2014. O objetivo de unir todas as operações globais de e-commerce do grupo Casino atrapalhou o desempenho da Via Varejo por aqui - a estratégia acabou descartada dois anos mais tarde. Nesse ínterim, porém, o Magazine Luiza implantou inovações.
O resultado das distintas estratégias das duas varejistas pode ser percebido no valor das ações: ontem, o papel da Via Varejo fechou cotado a R$ 4,84, enquanto o do Magazine Luiza valia mais de R$ 200, apesar de ter registrado queda acentuada no pregão de ontem. A Via Varejo tem valor de mercado de R$ 6,3 bilhões, enquanto o da rival supera R$ 38 bilhões.
Para o analista Luiz Gustavo Pereira, da Guide Investimentos, o interesse da família Klein em reassumir o controle da Via Varejo inclui a percepção de que a companhia passa por um momento de recuperação. "A volta da família Klein ao controle e gestão da empresa pode influenciar de forma positiva no negócio. Vemos valor a ser destravado com o negócio", disse.
Leia Também
Na visão de Andrés Estevez, o analista do banco Brasil Plural, o movimento permitirá que o GPA se concentre nas operações de varejo alimentício e na expansão de projetos de digitalização. Já a Via Varejo é vista como um desafio para Klein. "Apesar de agora estar livre da governança do GPA na definição de estratégia, Klein deve ter um grande desafio para fazer a empresa vingar", disse.
Procurado, Michael Klein não comentou.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar