O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em evento em Brasília, o secretário especial de desestatização e desinvestimento disse que é preciso reduzir um pouco a presença de fundos de pensão na empresa para que ela seja mais privada e sem interferência do governo
Ao participar de um evento da Revista Voto, em Brasília, o secretário especial de desestatização e desinvestimento, Salim Mattar, disse nesta quarta-feira (13) que a Vale precisa ser "reprivatizada". Segundo ele, fundos de pensão e a BNDESPar, que é o braço do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) detêm controle da empresa.
A questão foi levantada por ele após uma reportagem do UOL que questionava a privatização da companhia. Mas o secretário foi cauteloso.
Ele disse que "não há horizonte para a venda e que não está incentivando fundos e bancos públicos a venderem as ações neste momento, mas que é preciso refletir".
Ainda assim, Mattar destacou que o governo veio para desestatizar e que é "natural" que essas ações sejam vendidas em algum momento.
O secretário lembrou a tragédia de Brumadinho e disse que, após o rompimento de rejeitos da Vale no local, "veio a tona muita coisa" sobre a companhia. No evento, Mattar se referiu a Vale como "uma fantástica companhia e que estava prestes a se transformar na número um do mundo".
Ele também defendeu que é preciso fechar estatais que apenas aumentam o déficit e afirmou que serão privatizadas ou fechadas quatro estatais que estão sob a gestão do Ministério da Economia: Casa da Moeda (CMB), Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Dataprev e Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), que realizou abertura de capital em 2017.
Leia Também
*Com informações do Estadão Conteúdo
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio