Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Uma ação para ganhar com a alta do dólar e com o aumento da população no mundo

Além de uma ótima companhia, o papel pode funcionar como um seguro dentro da sua carteira, já que tem baixa correlação com os demais ativos da bolsa brasileira.

29 de agosto de 2019
5:30 - atualizado às 9:42
Grupo de pessoas amontoadas forma cifra de dinheiro
Imagem: Shutterstock

No finzinho do século XVIII, Malthus criou uma narrativa bastante sedutora sobre os limites para o crescimento populacional humano – em linha gerais, para o economista inglês, o aumento da produção de alimentos impulsionava o aumento populacional de forma que o resultado final seria uma estagnação do nível de produção per capita de alimentos, fenômeno conhecido como a armadilha malthusiana (em uma tradução livre).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pastor anglicano que era, Malthus acreditava haver limitações divinas para o crescimento demográfico, uma forma de Deus nos ensinar a ter um comportamento virtuoso, por assim dizer.

Apesar de ter feito muito sucesso, a teoria de Malthus está absolutamente errada: enquanto publicava seu livro, a população global estava na casa de 1 bilhão de seres humanos. Hoje, estamos batendo na casa dos 8 bilhões. Malthus não foi capaz de prever o avanço exponencial nas tecnologias agrícolas, que permitiram um ganho gigantesco na produtividade da terra, bem como conservação e distribuição de alimentos.

Dados da FAO (agência da ONU responsável pelo estudo e combate à fome no mundo) mostram que a produção per capta de alimento na França saiu de 1.657 calorias por pessoa por dia em 1706 para 3.482 calorias por pessoa por dia em 2013. Globalmente, de 1961 a 2013, a produção de alimento per capita cresceu mais de 30% e está em 2.884 calorias por pessoa por dia. A despeito disso, as estimativas são de que cerca de 800 milhões de pessoas no mundo não tenham acesso a comida suficiente.

Além disso, o número de bocas segue crescendo – são mais de 80 milhões ao ano – e, a não ser que a humanidade aprenda a fazer fotossíntese, a demanda por alimentos deve aumentar nas próximas décadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diferentemente de commodities como petróleo e minério de ferro que podem ver sua demanda ser significativamente alterada pelo desenvolvimento de novas tecnologias e/ou mudanças no ritmo de crescimento da economia, espera-se que o consumo de proteína aumente a um ritmo relativamente constante nos próximos anos.

Leia Também

Curiosamente, o Brasil é o país no mundo com um dos maiores potenciais para expandir o estoque de terra cultivada (os embates recentes em torno da conservação da Amazônia são, ao menos em parte, fruto disso). Hoje, o Brasil tem cerca de 65 milhões de hectares de área cultivada, apesar de não haver um número consensual, é seguro dizer que há potencial para mais do que dobrar esse número no longo prazo.

Se o Brasil é o lugar, qual seria o melhor veículo para explorar a oportunidade?

Sem dúvidas, o crescimento da produtividade e eficiência no campo se deu pela profissionalização do cultivo e manejo da terra. Grandes empresas com acesso a capital, tecnologias e escala têm uma série de vantagens sobre produtores pequenos e médios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O problema é que muitas das grandes empresas do setor têm um perfil bastante familiar, com um nível baixo de governança e gestão financeira, com resultados bem ruins para os acionistas.

Uma delas, porém, se destaca positivamente.

Quem é essa tal de SLCE3?

Plantação de algodão na SLC Agrícola
Plantação de algodão na SLC Agrícola - Imagem: Divulgação/SLC

A SLC Agrícola (SLCE3) foi fundada em 1977 e tem foco sobretudo na produção de algodão, soja e milho – é uma das maiores proprietárias de terra do país e referência na produção de grãos. Além de gerir muito bem a terra para produção, a companhia tem um histórico muito bom na prospecção de novas áreas – compra de terras promissoras a um preço atraente – o que gera muito valor ao acionista.

O portfólio é bastante diversificado tanto em termos de culturas quanto em termos de geografia, o que mitiga bastante os riscos climáticos e de pragas. São 17 unidades que incluem fazendas próprias, arrendamentos e parcerias, para um total de 458 mil hectares (incluindo a área de segunda safra) distribuídos em seis Estados (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Piauí e Bahia).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Infográfico mostra área plantada e receitas da SLC

Todas as operações estão localizadas na região do Cerrado e o modelo de negócio é baseado em sistemas de produção de larga escala, padronização e um controle de custos bem rigoroso (a padronização rendeu a alcunha de McDonald’s da agricultura).

A companhia estreou na Bolsa em 2007 e, de lá para cá, tem apresentado um crescimento significativo em sua área plantada, saindo de pouco mais de 100 mil hectares para os atuais 458 mil.

Além da cultura e excelência na produção, a companhia tem algumas características interessantes: tirando o investimento pesado em terras (ativo fixo), boa parte do custo de produção (cerca de 80%) é variável e tem preços altamente correlacionados com o preço dos grãos, o que gera uma proteção natural do negócio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Comercialmente, 90% da soja produzida é exportada com intermédio de tradings. Já a produção de milho é dividida entre o mercado interno e externo, a depender das condições de preço. Quase toda a produção de algodão vai para a indústria têxtil asiática.

Divisão de insumos da SLC

Não tem jeito: como produtora de commodities, a companhia é uma tomadora de preços e não consegue fugir dos níveis praticados no mercado internacional.

Isso, sem dúvidas, pode ser um problema, pois em mercados de baixa a receita e, por tabela, as margens sofrem bastante. Por outro lado, como as cotações são dolarizadas, o papel acaba sendo um veículo bastante descorrelacionado da Bolsa brasileira, podendo até ser caracterizado como uma proteção em uma carteira local.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se você conversar com um fazendeiro, vai “aprender” que terra não se vende – durante um bom tempo esse foi, de fato, o lema da companhia, que cresceu via aquisição de terras e raramente se desfez de alguma propriedade.

Porém, nos últimos anos, a ideia é transformar o modelo de negócios em “asset light” ou com menor investimento em ativos. Isso torna o balanço mais leve pois reduz a necessidade de investimento em ativo fixo, o que melhora os índices de rentabilidade e retorno para a empresa: se em 2007 mais de 90% da área plantada era própria, hoje a estimativa é de que 50% da área plantada da safra 18/19 seja oriunda de arrendamentos e parcerias (Joint Ventures).

Em termos de eficiência, a SLC também se destaca, com índices de produção por hectare acima da média de produtores locais e globais para soja e algodão.

Produtividade da SLC

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na produção de milho, a produtividade da SLC (5.715 kg/ha) está 23% acima da média nacional (4.763 kg/ha).

A maior produtividade e o ótimo controle de custos (queda de 38% nas despesas gerais e administrativas por hectare plantado desde 2012), fazem com que os resultados financeiros sejam cada vez melhores.

Ebitda ajustado da SLC

É importante destacar que, em 2017, o Ebitda da companhia foi impactado positivamente em R$ 170 milhões pelo resultado na venda de terras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No ano passado, o papel surfou muito a onda da safra recorde e chegou a bater sua cotação máxima no fim de agosto (R$ 31,93). De lá para cá, com a queda do preço da soja, o papel “despencou” e hoje é cotado em torno de R$ 16,5.

O momento é bom?

Gráfico com cotação da ação da SLC

A dinâmica para o preço de commodities é sempre uma incógnita, mas alguns problemas climáticos nos EUA derrubaram expectativa de oferta de grãos por lá, o que pode sustentar a cotação no médio prazo.

Já para o algodão, ainda há um pouco mais de incerteza, dado o alto volume produzido na Índia e a menor demanda na Ásia. Porém, a SLC tem uma grande capacidade de armazenagem de grãos (mais de 700 mil toneladas) e algodão (em torno de 125 mil toneladas), o que permite que opere o mercado e espere por um momento mais positivo para vender a produção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tudo indica que o momento é interessante para entrada no papel. Resta saber quanto ele vale.

Quanto vale SLCE3?

Quando falamos de commodities, tentar prever fluxos futuros de caixa pode ser bastante desafiador e frustrante. Assim, prefiro utilizar algumas técnicas alternativas para a empresa.

Uma boa opção é avaliarmos o valor da terra. Em julho deste ano, a BrasilAgro, uma concorrente da SLC, anunciou a venda de 3.124 hectares (2.473 hectares úteis) da Fazenda Jatobá, localizada em Jaborandi (BA), por R$ 58,1 milhões, ou R$ 23,5 mil por hectare útil.

A esse preço, toda a área própria plantada da SLC (145 mil hectares) estaria avaliada em R$ 3,4 bilhões. Além disso, a companhia conta com 171 mil hectares de área plantada em fazendas arrendadas e joint ventures.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não existe uma metodologia amplamente aceita para avaliar o valor desses contratos de arrendamento, mas nos parece razoável imaginar que tenham, ao menos, 50% do valor de terras próprias, dada a natureza de longo prazo dos contratos e boa geração de caixa dos empreendimentos.

Ao aplicar o desconto de 50%, os 171 mil hectares arrendados teriam valor de R$ 2 bilhões — esse valor, claro, não vem da terra em si, que é de propriedade de terceiros, mas do potencial produtivo e de geração de caixa. É, nesse sentido, uma estimativa do valor dos contratos de arrendamento.

São, então, R$ 5,4 bilhões. Com uma dívida líquida de R$ 1,6 bilhão, o valor de mercado das ações ficaria em R$ 3,8 bilhões, ou R$ 19,9 por ação – 20% acima do preço de tela.

Esse valor pode ser considerado conservador por dois motivos:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  1. as terras da SLC são, em média mais produtivas do que as da BrasilAgro.
  2. boa parte do portfólio da SLC (55%) está localizado em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás que, em média, são mais valiosas do que terras na Bahia (Fazenda Jatobá).

O que fazer, então?

Dado o bom desconto para o que seria o valor de mercado das terras e potencial para retomada do ciclo de soja e algodão, faz sentido, sim, comprar um pouco de SLC, ainda mais com o potencial de ganhos de receita com a desvalorização recente do real e a falta de correlação com os demais ativos da Bolsa brasileira.

Além de uma ótima companhia, o papel pode funcionar como um seguro dentro da sua carteira.

O que pode dar errado?

Por se tratar de investimento em renda variável, as ações de SLC estão sujeitas às flutuações do mercado (risco sistêmico) e, portanto, podem apresentar movimentações significativas em momentos de maior aversão ao risco. Além disso, enxergamos alguns contratempos específicos para o papel:

  1. Variação nos preços das commodities podem afetar o resultado da companhia. Por vender commodities agrícolas, a SLC é tomadora de preço e está sujeita às variações de oferta e demanda desse segmento;
  2. Por ter 100% das suas receitas indexadas ao dólar, uma eventual desvalorização da moeda americana poderia impactar negativamente a rentabilidade da companhia;
  3. A empresa está sujeita a eventos climáticos e à incidência de pragas, que podem comprometer sua produção e impactar negativamente sua receita. A diversidade geográfica e exposição a diferentes culturas reduzem esse risco, mas, certamente, não o eliminam;
  4. Com o avanço da guerra comercial entre China e EUA e o Brasil, claramente, escolhendo o lado dos EUA, as relações comerciais com a China podem se deteriorar, com potenciais impactos negativos para a SLC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RESULTADOS TRIMESTRAIS

B3 (B3SA3) sobe na bolsa após balanço forte e Citi reforçar recomendação de compra

8 de maio de 2026 - 14:27

Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos

ENGORDANDO A CARTEIRA

Patria Log (HGLG11) vai às compras e reforça portfólio com participação em galpões; veja os detalhes da operação

8 de maio de 2026 - 12:30

Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento

CLIMA BAIXO ASTRAL

A Selic não caiu como Fred Trajano esperava: CEO do Magazine Luiza (MGLU3) comenta balanço fraco e aposta em virada no 2T26

8 de maio de 2026 - 11:51

Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online

FIM DA SECA DE IPOS

Compass precifica IPO em R$ 28 e pode levantar cerca de R$ 3,2 bilhões; quem é a gigante do gás, que pode estar presente na sua casa

8 de maio de 2026 - 9:22

A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano

VAI VOLTAR A BRILHAR

Por que este ex-economista do Fed aposta no ouro mesmo após o tombo com a guerra

8 de maio de 2026 - 7:30

Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada

BALANÇO 1T26

“Não poderíamos estar mais preparados” — presidente da Azul (AZUL3) comenta impacto da guerra; aérea quase zera o prejuízo

7 de maio de 2026 - 12:58

Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio

FIM DO JEJUM

O que esperar da estreia da Compass (PASS3), o primeiro IPO da B3 em quase 5 anos e que pode movimentar até R$ 2,9 bilhões

7 de maio de 2026 - 9:31

A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia

FII DO MÊS

Fundo imobiliário de shopping rouba a cena com dividend yield de 11% e lidera recomendações para investir em maio; confira o ranking completo

7 de maio de 2026 - 6:02

Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa

VENTOS DE FORA

O que está por trás da subida de 4% da Vale (VALE3) hoje? BTG eleva preço-alvo

6 de maio de 2026 - 16:54

Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026

MERCADOS HOJE

Entre a paz e a pólvora: Ibovespa sobe no meio de um cabo de guerra que derruba o petróleo e a Petrobras (PETR4); dólar segue sob pressão

6 de maio de 2026 - 13:33

O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora

VOLATILIDADE NOS MERCADOS

Petróleo cai até 11% com possível acordo no Oriente Médio e puxa tombo de Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3)

6 de maio de 2026 - 12:48

Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira

BEM-VINDA AO CLUBE

Samsung atinge valor de mercado de US$ 1 trilhão e não é (só) pelos celulares; veja motivos

6 de maio de 2026 - 10:43

Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance

AÇÃO DO MÊS

Três gigantes são as apostas dos analistas para navegar as águas turbulentas de maio; confira o ranking completo

6 de maio de 2026 - 6:00

Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente

A FONTE SECOU?

FII CACR11 fecha torneira de dividendos e derrete 42% na bolsa; entenda o que aconteceu e quando os proventos devem voltar a pingar

5 de maio de 2026 - 10:24

A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos

COMPRAR OU VENDER?

O gringo saiu e a Vale (VALE3) sentiu: ações caem 3% com debandada estrangeira e pressionam Ibovespa

4 de maio de 2026 - 18:40

Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos

EQUILIBRANDO A EXPOSIÇÃO

RBVA11 em expansão: FII adiciona Estácio, PBKids e Pátio Maria Antônia no portfólio por mais de R$ 100 milhões

4 de maio de 2026 - 17:32

Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre

TOP PICKS DE ENERGIA

Nem Cemig (CMIG4) nem Axia Energia (AXIA3): Safra dá veredito de compra para uma ação elétrica e diz quais são as favoritas do setor

4 de maio de 2026 - 16:55

O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras

SEM AQUISIÇÃO POR COTAS

Quer lucrar com a corrida do e-commerce? BTLG11 lança emissão aberta ao investidor — e você deveria entrar, segundo a Empiricus

4 de maio de 2026 - 15:05

Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo

SEM PROPOSTA

CVC (CVCB3) em alta na bolsa: companhia de viagens nega ter recebido proposta de aquisição para OPA

4 de maio de 2026 - 10:42

O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo

RECICLANDO O PORTFÓLIO

LOG (LOGG3) fecha maior venda da história com acordo de R$ 1,02 bilhão com FII do Itaú; veja os detalhes da operação

4 de maio de 2026 - 10:05

A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia