🔴 ‘O MELHOR TRADER DO MUNDO’ VAI AJUDAR INVESTIDORES COMUNS NA BUSCA PELAS MELHORES CRIPTOMOEDAS – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

AVIAÇÃO

Companhia aérea que fará voo comercial mais longo do mundo escolhe aviões da Airbus para a operação

A Qantas anunciou na última semana que escolheu os aviões da Airbus e não os da Boeing para realizar o projeto da rota comercial mais longa do mundo e que está em fase de pesquisa

Imagem: shutterstock

A companhia aérea australiana Qantas, que pretende operar um dos voos mais longos do mundo sem paradas entre Sydney, Melbourne e Brisbane para Londres e Nova York, tomou uma decisão que pode impactar ainda mais a crise da Boeing. As informações são da CNN Business.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Qantas anunciou na última semana que escolheu os aviões da Airbus e não os da Boeing para realizar o projeto da rota comercial mais longa do mundo e que está em fase de pesquisa. A notícia pode ser vista como mais um golpe para a fabricante de aviões americana, que continua a sofrer com a crise provocada pela aeronave 737 Max.

Em comunicado, a companhia australiana informou que ainda não fez um pedido formal de aviões para a Airbus. Mas falou que vai tentar um acordo para pedir até 12 aviões, que serão apresentados ao conselho da Qantas.

As duas fabricantes de aviões, Boeing e Airbus desenvolveram aeronaves para o projeto ambicioso da Qantas em um processo competitivo e que durou meses. No fim, a Boeing apresentou o 777X e a Airbus veio com o modelo A350.

Ao comentar a decisão, o CEO da Qantas, Alan Joyce, disse que foi "uma escolha difícil". Mas acrescentou que a Airbus adicionaria um tanque de combustível extra ao A350, o que "aumentaria o peso máximo de decolagem para oferecer a performance necessária para as novas rotas".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Joyce disse ainda que a Airbus ofereceu mais tempo do que a Boeing para que a companhia australiana chegasse a uma decisão. Isso foi importante porque a Qantas ainda está negociando como compensaria a tripulação por conta dos voos mais longos e que poderiam resultar em até 22 horas seguidas de trabalho.

Leia Também

TOUROS E URSOS #292

Juros altos vieram para ficar? Gestor da XP diz que investidor terá de reaprender a investir em um novo mundo

TARDE DEMAIS?

Casas Bahia (BHIA3) paga aluguel ao HSLG11, mas segue devendo ao FII; entenda como fica a ação de despejo

Números da Boeing

E a perda desse grande projeto é apenas a ponta do iceberg dos problemas da Boeing. O resultado do último trimestre da empresa mostra a situação complicada que vive a empresa.

Apenas para se ter uma ideia, no terceiro trimestre deste ano, a companhia reportou um lucro de US$ 1,17 bilhão, o que representa uma queda de 51% ante o mesmo período do ano passado.

O valor por ação, indicador bastante utilizado nos Estados Unidos, também sofreu uma contração de 50% na comparação ano a ano e passou de US$ 4,07 no terceiro trimestre de 2018 para US$ 2,05 no último balanço.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A receita, por sua vez, recuou 21% e fechou em US$ 20 bilhões. O resultado foi impactado, principalmente pela uma deterioração no desempenho da divisão comercial, que reportou prejuízo operacional de US$ 40 milhões no trimestre ante um lucro de US$ 2 bilhões visto um ano antes.

Ao olhar os números do segmento de aeronaves comerciais, os valores são ainda mais preocupantes. A receita da companhia nesse segmento fechou o período em US$ 8,2 bilhões, o que representa uma queda de 41% ante o mesmo período de 2018. A contração é reflexo na queda das entregas do 737.

Durante o período, a companhia informou que foram entregues apenas 62 aeronaves contra 190 no terceiro trimestre do ano passado.

Como reflexo do cenário atual mais complicado, a Boeing também anunciou que a produção do 787 Max será reduzida de 14 para 12 aeronaves mensais por um período de dois anos contados a partir de 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
ETF, sigla para Exchange Traded Funds (no português, fundos de índice) e moedas para representar o investimento nesses ativos 15 de outubro de 2026 - 12:45
Posto da Petrobras (PETR4) ao lado de uma bandeira do Brasil 14 de outubro de 2026 - 16:27
Fiagro da Itaú Asset (RURA11), agronegócio, CRA, dividendos. 14 de outubro de 2026 - 11:58
Montagem com Baianinho, mascote da Casas Bahia (BHIA3) 13 de outubro de 2026 - 13:02
Estátua de garota em frente ao touro de Wall Street 12 de outubro de 2026 - 17:10
Gráfico de ações e bandeira do Brasil para representar a bolsa brasileira 10 de outubro de 2026 - 11:25
Blocos mostrando as siglas IPCA e Selic, referindo-se à inflação e à taxa básica de juros 9 de outubro de 2026 - 12:43
Galpão do BTG Pactual Logística BTLG11 8 de outubro de 2026 - 10:47
ID da foto:2170926072 7 de outubro de 2026 - 6:03
Rede D'Or rdor3 saúde hospital 6 de outubro de 2026 - 13:08
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar