O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O que está em jogo é 7,6% dos horários para alocação de voos no aeroporto mais cobiçado do país
A Gol e a Latam não poderão disputar os 41 slots (horários de pouso e decolagem) no aeroporto de Congonhas que pertenciam à Avianca. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) definiu nesta quinta-feira (25) uma regra para distribuir os horários que ficaram vagos e representam 7,64% dos voos no aeroporto. As premissas são favoráveis à Azul, terceira maior empresa do país e que hoje ocupa menos de 5% do espaço do aeroporto central de São Paulo.
A medida favorece a entrada de novos competidores no aeroporto. Só poderão requisitar esses voos empresas que tenham menos de 54 slots em Congonhas e que são classificadas pela Anac como "novas entrantes". O critério do que será uma novata no aeroporto foi alterado pela Anac e beneficia a Azul. Pela regra anterior, o limite era de 5 slots.
Atualmente, a Azul possui 26 slots no aeroporto, que representam 4,84% do total. Suas concorrentes Gol e Latam têm, respectivamente, 234 e 236 horários ocupados.
O aeroporto de Congonhas é considerado um dos mais rentáveis do país. Sua localização em região central de São Paulo torna o espaço o preferido dos passageiros que viajam a negócios e que pagam passagens aéreas mais caras. É uma "perna" essencial para o lançamento de voos na ponte aérea Rio-São Paulo, um dos trajetos com maior preço por quilômetro do país. O espaço está saturado e a quebra da Avianca abre uma oportunidade rara para empresas aéreas entrarem no local.
A decisão da Anac ocorre após a realização de leilão de ativos da Avianca, no qual Gol e Latam compraram partes da empresa que levavam os slots como ativos. O leilão é contestado judicialmente dentro de uma interpretação de que o slot é uma concessão pública e não um ativo da empresa. A Anac defende que cabe à ela fazer a redistribuição dos espaços da Avianca nos aeroportos.
A regra da Anac abre a possibilidade para qualquer empresa novata tentar seu lugar ao Sol em Congonhas. Um dos receios era de que empresas requisitassem o espaço com interesse em tentar atrair um comprador - e não para lançar de fato um voo em Congonhas.
Leia Também
Para coibir a prática, a Anac vai impor uma multa de R$ 9 milhões por voo em caso de mau uso ou não utilização dos slots.
Entre as aéreas que podem aderir à disputa estão a Air Europa, a primeira companhia estrangeira a conseguir autorização para fazer voos domésticos no país, e companhias focadas em voos regionais, como a Passaredo.
O processo de distribuição dos slots começa na segunda-feira (29) e terá seu resultado divulgado ao longo da semana que vem. "A alocação dos slots vale para a próxima temporada (de 27/10/2019 a 28/03/2020), mas, considerando o nível crítico de concentração e alta saturação da infraestrutura de Congonhas, as empresas estão autorizadas a iniciar imediatamente a oferta de voos", disse a Anac.
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período