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Ata do Copom diz que juro atual estimula atividade e que redução de incerteza vai impulsionar investimento privado. Selic deve ficar em 6,5% por mais tempo
Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) falou da importância de avanços concretos na agenda de reformas como algo fundamental para o cenário de inflação. Boa parte do mercado leu que a Selic volta a cair assim que a reforma da Previdência for aprovada. Mas a ata divulgada hoje parece contar uma história um pouco diferente.
Ao longo dos 30 parágrafos, o colegiado presidido por Roberto Campos Neto nos conta que o pior em termos de atividade e condições financeiras já passou, que o nível de estímulo monetário está adequado e que a agenda de reformas, não apenas as de cunho fiscal, é que deve estimular o investimento privado.
A impressão que fica é de que não há uma relação automática entre aprovação de reformas e reinício de um ciclo de corte de juros. Mais esclarecimentos poderão ser dados pelo próprio Campos Neto, que fala sobre o tema na quinta-feira, quando sai o Relatório de Inflação.
Como já dissemos, mesmo que a Selic fique em 6,5% ao ano por mais tempo, isso não deixa de favorecer a alocação em bolsa de valores, fundos imobiliários e títulos longos do Tesouro Direto.
Segundo o BC, os efeitos sobre a atividade econômica dos principais choques sofridos pela economia brasileira ao longo de 2018 se dissiparam. Entre esses choques podemos citar a greve dos caminhoneiros, crise na Argentina e incerteza eleitoral.
Além disso, o Copom nos informa que as condições financeiras, que sofreram aperto relevante entre o segundo e quarto trimestres de 2018, “já caminharam para terreno mais estimulativo”.
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“Nesse contexto, o cenário básico do Copom contempla retomada do processo de recuperação econômica adiante, de maneira gradual”, diz o documento.
A ata também nos conta que os membros do Copom debateram fatores que poderiam restringir o crescimento econômico, no contexto dos profundos ajustes necessários na economia brasileira, especialmente os de natureza fiscal.
Foi reiterada a visão de que a manutenção de incertezas quanto à sustentabilidade fiscal tende a ser contracionista. Em especial, diz o Copom:
“Incertezas afetam decisões de investimento que envolvem elevado grau de irreversibilidade e, por conseguinte, necessitam de maior previsibilidade em relação a cenários futuros.”
Segundo BC, ao reduzirem as incertezas sobre a sustentabilidade fiscal futura “essas reformas tendem a estimular o investimento privado”.
O Copom também reitera o entendimento de que uma aceleração do ritmo de retomada da economia para patamares mais robustos dependerá, também, “de outras iniciativas que visam ao aumento de produtividade, ganhos de eficiência, maior flexibilidade da economia e melhoria do ambiente de negócios”.
O Copom dedicou mais linhas para falar sobre a atual instância de política monetária, que segue estimulativa, ou seja, o juro real está abaixo daquele considerado neutro ou estrutural.
A taxa real ex-ante, medida como swap de juro de 360 descontada da inflação esperada para os próximos 12 meses, está na casa dos 2,15%.
O colegiado pondera que a taxa estrutural não é observável e a atividade econômica e a inflação dependem de "diversos outros fatores", e que estimativas dessa taxa envolvem elevado grau de incerteza e são continuamente reavaliadas.
Mas concluem que: “as atuais taxas de juros reais ex-ante têm efeito estimulativo sobre a economia” e acrescentam que “essa avaliação não é inconsistente com o desempenho da economia aquém do esperado, posto que a atividade econômica sofre influência de diversos outros fatores”.
Tal parágrafo pode ser visto como uma resposta às reiteradas críticas de que o juro não está suficientemente estimulativo. O BC está dizendo que fez e faz a sua parte, mirando sempre as metas de inflação, mas que não é apenas um juro ainda mais baixo que vai fazer a atividade se recuperar mais depressa.
O quadro internacional, antes visto como desafiador, agora se mostra menos adverso. O Copom diz que os bancos centrais das principais economias sinalizaram, com clareza, disposição para provisão de estímulos monetários adicionais em caso de necessidade, o que contribuiu para afrouxamento das condições financeiras globais. Aqui o BC fala do Federal Reserve (Fed), banco central americano, e do Banco Central Europeu (BCE).
Mas mesmo com essa disposição dos BCs, o Copom pondera que os riscos associados a uma desaceleração da economia global permanecem e que incertezas sobre políticas econômicas e de natureza geopolítica podem contribuir para um crescimento global ainda menor.
Diante das evidências de desaceleração econômica em vários países, alguns membros do Copom ponderaram que o ambiente global "pode ser fator mais relevante para a dinâmica da atividade econômica do que o antevisto".
O Copom explica que o recuo da inflação de alimentos e movimentos recentes favoráveis nos preços de combustíveis e de energia elétrica "tendem a produzir inflação mais baixa do que o previsto anteriormente". São essas revisões que explicam parte substantiva da queda nas projeções para a inflação de 2019.
No cenário com juros constantes a 6,50% e taxa de câmbio R$ 3,85, as projeções situam-se em torno de 3,6% para 2019 e 3,7% para 2020.
A meta para 2019 é de 4,25% e recua para 4% em 2020. O próprio BC afirma que seu horizonte relevante inclui 2019, mas “principalmente” 2020.
Considerando as projeções do Focus, de Selic a 5,75% no fim desde ano, de 6,5% no fim de 2020 e com dólar a R$ 3,80, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fecharia 2019 em 3,6% neste ano e em 3,9% em 2020.
No debate sobre o balanço de riscos, o Copom afirma que todos os seus membros concordaram que o balanço evoluiu de maneira favorável.
Ainda assim, ressaltaram que a consolidação do cenário benigno refletido nas expectativas de inflação e nas projeções "depende do andamento das reformas e ajustes necessários na economia brasileira, que são fundamentais para a manutenção do ambiente com expectativas de inflação ancoradas".
"Uma eventual frustração das expectativas sobre a continuidade dessas reformas e ajustes pode afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação no horizonte relevante para a política monetária. O Comitê avalia que, neste momento, esse é o fator preponderante em seu balanço de riscos."
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