🔴 AS CRIPTOMOEDAS CERTAS PODEM TRANSFORMAR R$ 1 MIL EM ATÉ R$ 214 MIL – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

nos eua

Reservas são vistas como seguro e não se fala em mudar isso, diz presidente do BC

Campos Neto mencionou que o que se lê sobre os altos custos para se manter as reservas internacionais no Brasil "não é a realidade" e que nos últimos 15 anos, os custos se igualaram às receitas

Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. - Imagem: Marcos Corrêa/PR

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse em entrevista à TV Bloomberg, em Washington, onde participa de reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI), que as reservas internacionais no Brasil são vistas como "um seguro que têm servido o Brasil bem e não estamos falando em mudar isso agora".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Campos Neto mencionou que o que se lê sobre os altos custos para se manter as reservas internacionais no Brasil "não é a realidade" e que nos últimos 15 anos, os custos se igualaram às receitas.

Ele ressaltou ainda que as reservas aumentaram US$ 100 bilhões nos últimos 10 anos.

Mercado de trabalho

Perguntando sobre o mercado de trabalho, Campos Neto disse que o emprego começa a mostrar sinais de melhora. "Achamos que essa melhora vai continuar", disse ele, mencionando que a geração de emprego no Brasil tem sido batido recorde. "É uma tendência."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Selic

O presidente do Banco Central disse ainda que há espaço para corte de juros. "Nos últimos comunicados mencionamos que há espaço para corte adicional. Decidimos isso em cada reunião", ressaltou o dirigente, observando que o BC leva em conta o cenário externo, a evolução das reformas e a situação local em termos de crescimento econômico e inflação.

Leia Também

ELEIÇÕES 2026

Lula enfrentou seu “último jogo” nas urnas — e perdeu no legado, diz Walter Maciel, CEO da AZ Quest

EXPECTATIVA

Ibovespa a 200 mil pontos? Flávio Bolsonaro à frente e força da direita nas urnas animam mercado para segunda-feira (5)

"Para o BC, é importante ter credibilidade, porque o BC tem poder sobre o curto prazo, mas necessitamos da credibilidade para ter certeza que isso seja sentido em toda a curva de juros", afirmou na entrevista, destacando que é importante que a ponta longa também fique dentro de "um bom limite".

Magnitude

Questionando sobre o quanto o BC precisaria cortar juros, Campos Neto disse que nunca sabe isso de antemão, pois depende de uma série de fatores. "A primeira pergunta que nos fazemos é se é preciso ter política estimulativa e a resposta é sim", disse ele, afirmando que a segunda pergunta é o quão estimulativa deve ser essa política, e aí o BC avalia os fatores mencionados acima.

"Achamos que agora temos espaço para juros menores, mas isso vai depender da evolução do cenário", afirmou Campos Neto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Expectativa sobre a economia

O presidente do BC disse que os agentes estão se tornando mais otimistas sobre a economia, embora ainda exista ociosidade. Ele observou que o Brasil teve alguns choques neste ano e no passado recente, como a crise na Argentina, a desaceleração da economia mundial e a tragédia de Brumadinho (MG), mas se recupera. "Olhando para frente, começamos a ver elementos que nos dizem que as pessoas vão revisar para cima as projeções de crescimento", comentou, mencionando a melhora do mercado de emprego.

Campos Neto destacou também que alguns setores que estavam sob estresse, como o de construção civil, que é gerador de empregos, estão "decolando". Mesmo assim, ele ressaltou que a ociosidade na economia está se reduzindo de forma "muito lenta", porque a recessão foi muito profunda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Flávio Bolsonaro durante entrevista 4 de outubro de 2026 - 19:11
O ex-ministro Sergio Moro 4 de outubro de 2026 - 17:00
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 4 de outubro de 2026 - 17:00
Dr daniel de camiseta laranja 4 de outubro de 2026 - 17:00
Raquel Lyra (PSD) 4 de outubro de 2026 - 17:00
4 de outubro de 2026 - 16:35
Leopoldo Rosa, Thiago Salomão e Matheus Spiess 4 de outubro de 2026 - 15:14
eleições urna eletrônica 4 de outubro de 2026 - 12:02
Lula aparece do lado esquerdo em uma montagem. Do lado direito, Flávio Bolsonaro. 4 de outubro de 2026 - 11:10
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar