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Estadão Conteúdo
Os limites da política

Bolsonaro diz que tem de fazer reforma tributária ‘possível’, e não ‘perfeita’

Sobre a CPMF, presidente voltou a dizer que este é um “imposto que está demonizado” e que “não se toca mais nesse assunto”

21 de dezembro de 2019
9:21
Presidente da República, Jair Bolsonaro durante coletiva em Brasília
Imagem: Marcos Corrêa/PR/Flickr/Palácio do Planalto

Promover uma simplificação tributária é o que está no horizonte do Palácio do Planalto, segundo o presidente Jair Bolsonaro, que admitiu nesta sexta-feira, 20, não ser plausível buscar a aprovação no Congresso de uma reforma do sistema de impostos "perfeita".

"O que tenho falado ao Paulo Guedes, é que não podemos entrar na mesma linha que aconteceu no passado, queriam uma reforma tributária perfeita, não se aprovava nada. Vamos simplificar", disse Bolsonaro durante conversa com jornalistas na frente do Palácio da Alvorada. O presidente destacou que a reforma não será algo imposto aos parlamentares.

"Não podemos impor a nossa vontade nem queremos impor nossa vontade. Mas nessas questões técnicas, eu acho que não tem o que discutir. A própria reforma previdenciária foi um convencimento dos parlamentares", declarou.

Sobre o retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o presidente voltou a dizer que este é um "imposto que está demonizado" e que "não se toca mais nesse assunto".

Eletrobras

O chefe do Executivo argumentou ainda que o sistema brasileiro pode entrar em colapso caso a proposta do governo de privatizar a Eletrobras não seja aprovada no Congresso Nacional. "Não temos, se não me engano, R$ 18 bilhões para manter o sistema funcionando. Vai entrar em colapso", disse.

O governo está em busca de "novas propostas de energia", de acordo com o presidente, visto que o crescimento do País levaria a uma demanda de energia que o Brasil não seria capaz de suprir. "O Paulo Guedes tem dito que podemos crescer 2% ano que vem e 3% daqui dois anos. Todo mundo sabe que, se crescer, vai ter consumo de energia. Se tivermos uma seca no Brasil, uma estiagem, vamos ter problema de racionamento de novo", afirmou.

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