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À jato

Guedes promete medidas imediatas de estímulo após reforma da Previdência

Governo mira projetos como simplificação de tributos federais, privatizações e a quebra do monopólio em segmentos do petróleo e gás

23 de maio de 2019
18:08 - atualizado às 18:55
Ministro Paulo Guedes
Ministro da Economia, Paulo Guedes - Imagem: Isac Nóbrega/PR

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira, 23, que logo após a aprovação da reforma da Previdência o governo vai "deflagrar" um conjunto de medidas de estímulos da economia.

Ele citou como exemplo a simplificação de tributos federais, na reforma tributária, privatizações e a quebra do monopólio em segmentos do petróleo e gás que vão atrair investimentos privados para o setor. "Todo dia tem um plano no governo", comentou em evento na capital paulista.

"O Rio de Janeiro vai virar o Texas", brincou o ministro ao falar das perspectivas do setor de petróleo e gás, arrancando aplausos dos presentes no evento.

Segundo ele, se medidas de estímulo fossem anunciadas antes da aprovação da reforma, corria-se o risco de se criar um movimento de "voo da galinha", ou seja, começava-se um ciclo de investimento que seria interrompido em seguida pela incerteza com o avanço da agenda.

Guedes disse acreditar que com a aprovação, a perspectiva dos agentes vai voltar a melhorar.

Reforma tributária

Sobre a reforma tributária, o ministro comentou que a Câmara vai prosseguir com a proposta dos parlamentares, enquanto o governo vai seguir com a sua. "Lá na frente, vamos ver qual tem maior aderência."

Em sua apresentação, ele afirmou que o Brasil está em um buraco negro fiscal e que governadores e prefeitos entenderam o tamanho desse buraco. Por isso, segundo ele, o apoio de Estados e municípios aumentou. "Acreditamos que Previdência deve ser aprovada em 60 dias."

Promessa sobre SP

O ministro da Economia prometeu ainda para plateia de mais de mil executivos na capital paulista que deve ter uma agenda na cidade toda quinta-feira após a aprovação da reforma da Previdência.

Ele disse que tem estado ausente da cidade neste começo de governo de Jair Bolsonaro justamente porque o maior esforço no momento está em Brasília, em falar com a classe política sobre a necessidade de se aprovar a reforma.

Após a aprovação, o foco é mais falar com a classe empresarial, sobre a retomada dos investimentos no País. Por isso, a intenção de se ter uma agenda fixa em São Paulo, ressaltou o ministro, que falou por mais de 40 minutos e foi bastante aplaudido na cerimônia de posse do novo presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alfredo Cotait Neto, na capital paulista.

*Com Estadão Conteúdo.

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