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2019-04-04T14:50:41-03:00
Estadão Conteúdo
Ritmo acelerado

Plano é fazer 23 concessões em 100 dias, diz ministro da Infraestrutura

Tarcísio Freitas indicou que pretende lançar em breve um grande pacote de rodovias, que ainda não está qualificado no Programa de Parcerias de Investimentos

29 de janeiro de 2019
19:48 - atualizado às 14:50
Ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas
Equipe econômica quer manter o ritmo das concessões ao longo de todo o governoImagem: Divulgação/PPI.gov

Enquanto trabalha para realizar leilões de 23 portos, aeroportos e ferrovias nos primeiros 100 dias de governo Jair Bolsonaro, o Ministério de Infraestrutura avança para que o ritmo de concessões possa ser mantido ao longo de todo o governo. O ministro Tarcísio Freitas indicou que pretende lançar em breve um grande pacote de rodovias, que ainda não está qualificado no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

Ele citou trechos como BR-381/MG, BR-262/ES e BR-163/PA, que já estão com estudos preliminares mais adiantados e devem ir para consulta pública em breve. Mas, além destes, também deve ser avaliada a possibilidade de concessão da BR-430/PA, correspondente a um trecho da Transamazônica; BR-101 no Nordeste; BR-476 e BR-153, entre Santa Catarina e Pará; BR-280/SC; BR-364/RO e BR-364 e 060 entre Goiás e Mato Grosso. "Isso tudo ainda tem que ser estudado para ver se há viabilidade", comentou.

Segundo ele, a expectativa é que ao longo do governo possam ser leiloadas rodovias que receberão ao longo dos 30 anos de concessão até R$ 100 bilhões em investimentos.

Porto de Santos

A privatização do Porto de Santos não está nos planos do governo federal, disse o ministro, que negou, também, a possibilidade de o governo federal delegar o porto para o Estado de São Paulo, muito embora o governador paulista, João Doria, venha reiterando, em discursos a diferentes públicos, a intenção de privatizar o porto.

"Primeiro, o porto é nosso", disse o ministro, ao ser questionado sobre as frequentes declarações de Doria. Perguntado, então, se o governo poderia delegar ao Estado o porto, ele respondeu: "Não, não vai delegar, já falei com ele isso". Freitas disse ainda que a eventual privatização do Porto de Santos "não está em discussão agora".

Freitas participou nesta terça, 29, de evento promovido pelo Credit Suisse, onde discursou, na manhã, o governador paulista. Na ocasião, falou que a venda do porto, de 23 aeroportos e de estradas estaduais estão entre as prioridades de sua gestão.

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