O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Anúncio foi feito após reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI). Petrobras não está na lista, ministro fala em “passo a passo”. Governo vai vender ações do BB
O ministro Paulo Guedes falou ontem, os jornais trouxeram uma lista e agora temos a informação oficial, com as companhias que serão privatizadas. Na coletiva de imprensa, só se queria saber da Petrobras, depois da notícia de que se pretende privatizar a estatal até o fim do governo.
Segundo o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que também preside o Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI), o escopo do projeto é reduzir o custo e o tamanho do Estado, para que o Estado possa ser mais eficiente em segurança, educação e Justiça.
Só para esclarecer, entrar na lista do PPI não é garantia de que a privatização vai acontecer, pois alguns ativos necessitam de projeto de lei (Telebras e Correios) e outros podem ser extintos, fundidos ou não ter viabilidade. Estar na lista é sinal de "prioridade nacional", de acordo com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.
De acordo com Onyx, foram incluídas na lista a Telebras, Correios, Porto de Santos, Serpro, DataPrev e Ceagesp. Também estão na lista de estudos Emgea (Empresa Gestora de Ativos), ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias) e Ceitec (Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada).
Sobre a inclusão da Petrobras, Onyx assumiu que a pergunta era sobre a área de refino, e disse que esse segmento ainda não entrou nos estudos, pois o Ministério de Minas e Energia ainda realiza estudos.
Perguntado, novamente, sobre a holding Petrobras, Onyx falou que o processo está indo passo a passo, lembrando a venda de Passadena, chamada por ele de "ruivinha", em função da ferrugem. Segundo o ministro, "ainda temos muito a fazer antes de trazer todas as áreas".
Leia Também
Novamente questionado sobre Petrobras, Onyx disse que o assunto "ainda passará por estudos da equipe do PPI, Minas e Energia, BNDES. Por tudo o que ela significa, será feito algo muito criterioso, como tem sido feito no governo".
Entre as proposições do Ministério da Economia está a venda de até 20,785 milhões de ações do Banco do Brasil que excedem o volume necessário a manter o controle acionário.
Segundo a secretária Especial do PPI, Martha Seillier, a venda das ações já está autorizada e volume total gira em torno de R$ 1 bilhão (R$ 988 milhões a preço de hoje).
Coube ao secretário especial de Desestatização, Salim Mattar, explicar uma confusão que tomou conta de boa parte da entrevista. O ministro Guedes falou em 17 empresas, ontem. Mas não são "empresas", e sim "ativos", disse Mattar.
De acordo com o secretário, esse pipeline é composto por 9 empresas, mais Lotex, mais a venda de ações do BB e outros 6 projetos que já estavam no PPI.
Mattar ressaltou, mais uma vez, a importância da sinalização que o governo está dando. Segundo Mattar, o país apresenta o maior programa de privatizações do mundo. Mas isso não é algo para se comemorar, porque temos um Estado que deixou de olhar para o cidadão para se tornar empreendedor.
Neste ano já foram privatizadas BR Distribuidora e TAG entre outras empresas menores. O governo também vendeu participações, como R$ 7,4 bilhões no IRB Resseguro. A Caixa, se desfez de R$ 7,3 bilhões em ações da Petrobras e o Banco do Brasil vendeu R$ 1,8 bilhão que tinha na Neoenergia.
Ontem, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, reforçou que nos próximos meses fará a venda das ações do Banco do Brasil, no valor de R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões. Ele voltou a lembrar que estão previstos, ainda, quatro IPOs (abertura de capital) de unidades da Caixa, seguridade, cartões, gestão de ativos e loterias.
O PPI tem seu próprio site onde estão listados todos os programas.
Um dos principais acionistas da empresa, o fundo Magnólia FIP iniciou estudos para deixar o bloco controlador da rede de depilação a laser
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Jonas Marques afirma que a rede cearense retomou expansão e que os medicamentos GLP-1 são a aposta da vez
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 30,684 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 2,4 bilhões
Medidas estudadas pela Casa Branca para ampliar importações de carne bovina deram fôlego às ações da companhia e movimentaram o setor frigorífico
Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global
Ações da mineradora avançam mesmo com o mau humor dominando a bolsa brasileira nesta segunda-feira (11)
Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira