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CCJ do Senado aprova novo parecer da reforma da Previdência

Proposta está pronta para ser votada em segundo turno no plenário do Senado; tramitação da reforma é motor para uma nova rodada de ganhos do Ibovespa

22 de outubro de 2019
13:26 - atualizado às 13:27
senado
Presidente da CCJ, Simone Tebet, e o relator da reforma, Tasso Jereissati, na reunião desta terça. - Imagem: Marcos Oliveira/Agência Senado

Em uma reunião esvaziada, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta terça-feira (22) a última versão do relatório da reforma da Previdência. Agora, a proposta está pronta para ser votada em segundo turno no plenário do Senado.

Nesta terça-feira, a tramitação da reforma é o motor para uma nova rodada de ganhos do mercado acionário local. O Ibovespa opera em alta firme nesta terça e já ronda o patamar dos 107 mil pontos — o dólar à vista também tem forte alívio e fica abaixo de R$ 4,10. Acompanhe nossa cobertura de mercados.

A aprovação do novo parecer do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) foi feita de forma simbólica no colegiado após acordo com a oposição. O acordo envolveu duas alterações no parecer apresentado inicialmente pelo relator, Tasso Jereissati (PSDB-CE). Com isso, os parlamentares da oposição concordaram em não apresentar mais destaques ao texto na CCJ.

Jereissati já tinha acolhido uma emenda colocada pelo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), para deixar claro que Estados e municípios deverão referendar apenas os trechos da reforma que dizem respeito a seus regimes próprios de previdência, e não a totalidade da PEC. Para Jereissati, a emenda é pertinente e evita "ações oportunistas" contra a reforma.

O relator também propôs uma emenda própria para substituir na reforma todas as vezes em que aparece a expressão "benefício recebido" por "proventos de aposentadoria e de pensões", para tornar o texto mais uniforme evitar dupla interpretação para o mesmo significado.

Após o acordo na comissão, Jereissati também acolheu uma emenda apresentada pelo senador Paulo Paim (PT-RS), que trata da aposentadoria de trabalhadores expostos a agentes nocivos químicos, físicos e biológicos.

A mudança estabelece que o tempo de trabalho exigido é "o mínimo" para a aposentadoria, para enquadrar os casos quais esses trabalhadores tenham mais tempo de contribuição.

O relator também acolheu uma emenda apresentada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) que traz apenas um pequeno ajuste de redação em um artigo para deixar claro que o cálculo de idade e tempo de contribuição será feito em dias, na transição por regime de pontos.

A expectativa é de que a reforma da Previdência seja votada em segundo turno ainda nesta terça-feira pelo plenário do Senado. Se aprovada, a reforma seguirá para promulgação.

*Com Estadão Conteúdo 
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