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fala ministro

Valorização da bolsa se refletirá em ‘onda de investimentos’, diz Guedes

Ministro ainda disse que governo irá esperar os avanços das propostas de reforma tributária no Congresso para enviar a sua parte, integrando-a nos textos dos parlamentares

7 de novembro de 2019
14:49 - atualizado às 14:51
Paulo Guedes ministro da economia na CCJ
Ministro da Economia, Paulo Guedes. -

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira (7) que a valorização dos ativos na bolsa - que tem alcançado recordes nas últimas semanas - se refletirá em uma "onda de investimentos" na economia brasileira como um todo.

"A bolsa está subindo, dólar caiu um pouco e isso dispara ondas na economia inteira. Quando melhoram as expectativas, os ativos aumentam de preço e isso incentiva investimentos para a construção de novos ativos. Até porque também sai mais barato construir do que comprar os ativos valorizados", afirmou em evento organizado pelo Tribunal de Contas da União.

E acrescentou: "Ao se disparar essa onda de investimentos, isso se reflete no emprego. A valorização da bolsa desperta o interesse de milhões de empreendedores e o juro barato possibilita investimentos maiores."

Eletrobras

O ministro voltou a defender a privatização da Eletrobras, com a saída da União do controle da estatal. "Se a Eletrobras abrir o capital, conseguirá continuar competindo no mercado. A Eletrobras precisa sair do controle do Estado para poder reagir a esses sinais do mercado", completou.

Reforma tributária

Guedes ainda disse que governo irá esperar os avanços das propostas de reforma tributária no Congresso para enviar a sua parte, integrando-a nos textos dos parlamentares.

"A reforma tributária está muito madura, todo mundo sabe, todo mundo quer. A ideia é um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, vamos colocar o PIS, a Cofins e o IPI", afirmou.

Guedes mais uma vez comentou a tentativa frustrada da equipe econômica em recriar um imposto nos moldes da extinta CPMF. "Cheguei a considerar um imposto sobre transações financeiras para que o IVA tivesse uma alíquota mais baixa de 11%, e não de 25% como estão nas simulações da proposta que está na Câmara", completou.

O ministro também voltou a defender uma simplificação do Imposto de Renda, com a retirada da possibilidade de deduções de saúde e educação, em troca de alíquotas menores do imposto. "Hoje todo mundo junta um monte de papelzinho para abater do imposto. É melhor não juntar nada e já pagar uma alíquota menor", acrescentou.

*Como Estadão Conteúdo 
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