Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Eduardo Campos

Eduardo Campos

Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.

A saída é uma só

Guedes: Eleição do Bolsonaro significa que o Brasil não ia virar a Venezuela, mas não garantiu a ele que o Brasil não vire a Argentina

Ministro da Economia falou que o sonho do crescimento econômico vem com as reformas e reconhece que Previdência é o primeiro passo, mas não é suficiente. Guedes também falou sobre Selic, Congresso e relação com o STF

Eduardo Campos
Eduardo Campos
30 de maio de 2019
13:10 - atualizado às 16:11
O ministro da Economia, Paulo Guedes, em audiência pública da Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
O ex-ministro da Economia, Paulo Guedes - Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, desceu à portaria do Ministério após reunião com a bancada do partido Novo e passou meia hora falando com os repórteres. A mensagem foi uma só: crescimento sustentado, juro menor, prosperidade e distribuição de renda só com as reformas econômicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ministro também reconheceu que a reforma da Previdência sozinha não resolve, mas é primordial por ser o primeiro passo. Há duas dimensões da Previdência, o primeiro é estancar a sangria, conter o buraco fiscal que ameaça engolir o Brasil. O segundo é “desanuviar” o futuro para os investimentos, pois traz confiança fiscal em um horizonte de 10 anos, 15 anos.

“O Brasil vai retomar o crescimento e vai crescer por 10 anos, 15 anos”, disse o ministro, complementando que as outras reformas também são necessárias, como a tributária, pacto federativo e choque de energia (eu não estava lá, mas uma amiga me salvou com o áudio).

Nem Venezuela nem Argentina

Perguntado se faltou mais ação do governo ou mesmo melhor comunicação, Guedes disse que o que falou foi aprovar as reformas. “Me perguntaram isso: A economia não está respondendo. Respondendo a quê? Não fizeram nada ainda”, disse.

Segundo Guedes, temos de começar pela coisa mais importante, pois “voo de galinha” já fizemos várias vezes e foram, justamente, estímulos artificiais que derrubaram o último governo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O último governo caiu, exatamente, com irresponsabilidade fiscal, com juro baixo, tentando artificialmente estimular a economia. Nós não vamos fazer truques nem mágicas, nós vamos fazer as reformas sérias, com fundamentos econômicos. Aprovada a reforma o horizonte de investimentos clareia”, disse.

Leia Também

Na sequência, o ministro falou sobre a eleição de Bolsonaro e os riscos que a não aprovação das reformas ou mesmo reformas pouco profundas podem trazer.

“Vocês têm que entender o seguinte. A eleição do Bolsonaro significa que o Brasil não ia virar a Venezuela, mas não garantiu a ele que o Brasil não vire a Argentina”, disse.

Guedes disse que o governo Kirchner “quebrou a economia” e que Mauricio Macri entrou e não fez as reformas com a profundidade necessária. Então, a inflação por lá está acima de 30% e a situação fiscal é dramática.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Com a reforma da Previdência temos 15, 20 anos de clareamento. O Brasil não vira mais a Argentina, ao contrário, o Brasil vai começar a crescer. É importante vocês entenderem isso porque parece que a economia estava crescendo e caiu. Não! A economia está estagnada, esse era o nosso diagnóstico desde a campanha”, explicou.

Pibinho

Questionado sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, Guedes disse que tal resultado “não é novidade para nós”, pois ele e equipe sempre disseram que a economia brasileira está estagnada.

“O modelo intervencionista derrubou a taxa de crescimento no Brasil. O Brasil está parado, economia estagnada à espera das reformas”, disse.

Segundo Guedes, as pessoas têm de entender que precisamos das reformas para retomar o crescimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Estamos absolutamente seguros que mudando, fazendo as reformas, o Brasil vai retomar o crescimento econômico sustentado. É um país que deveria estar crescendo 3%, 3,5% ao ano e simplesmente a economia colapsou. E isso foi parte do diagnóstico na campanha”, afirmou.

Guedes também falou sobre a decepção com o ritmo da retomada. Vale lembrar que logo após a eleição, chegamos a ver estimativas de crescimento de 3,5% e, agora, temos projeções menores que 1% para o PIB de todo o ano de 2019.

“Houve um otimismo, todo mundo pensou que a economia já fosse crescer 2%, 3% neste primeiro ano exatamente pela potência da plataforma liberal, que é uma plataforma de crescimento, de redução e simplificação de impostos, estímulo ao investimento, baixar o juro, botar energia barata aumentando a competição. Esse sonho do crescimento está ao alcance das nossas mãos, basta implementarmos as reformas. Como está demorando a implementação das reformas, as previsões foram revistas para baixo”, disse.

Tem que cortar o juro?

Perguntado se o Banco Central (BC) deveria cortar a Selic, atualmente fixada em 6,5% ao ano, para estimular a econômica, Guedes disse que o BC poderia repetir o filme que vimos no governo Dilma Rousseff, de reduzir a taxa e depois vermos a inflação sair de 3% a 4% para 11%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Você só pode baixar os juros se você tiver um regime fiscal em pé. Na hora que você fizer a reforma da Previdência as expectativas vão ser de equilíbrio [fiscal] e os juros vão começar a descer no mercado e o BC deve sancionar”, afirmou.

Segundo Guedes, tudo isso exige reformas antes, pois não se pode fazer voluntarismo com a política econômica e levar o Brasil para o buraco.

“De medida de estímulo em medida de estímulo, o Brasil, que era um país que crescia 7% ao ano quando eu era jovem, virou um país que não cresce quando vocês são jovens. Foi sempre essa pressa em fazer a coisa errada. Não tenho pressa em fazer a coisa errada. Quero fazer a coisa certa”, explicou.

Congresso e o pacto dos Poderes

Ao lado do deputado Marcel van Hattem (NOVO-RS), que declarou apoio às reformas, Guedes disse se sentir “revigorado” pela atuação “dessa turma”. Segundo o ministro, o Congresso está se renovando, é atuante e vai assumir o protagonismo político.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Guedes listou os encontros que teve com parlamentares de outras legendas, como PP, e afirmou que “os partidos de centro são decisivos”, pois as urnas trouxeram uma aliança de centro-direita.

Sobre o PSL, partido do presidente, Guedes disse que esse é um partido “que está chegando agora”, pulou de 2 para mais de 50 deputados, então é natural que tenha "dificuldade de dar os primeiros passos" no Congresso, pois não conhece o ambiente direito. Mas disse ter certeza que os deputados do partido vão estar convergindo para votação em bloco.

Para o ministro, os três Poderes estão alinhados e citou o pacto discutido no começo da semana entre Bolsonaro, Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre, e Dia Toffoli. “Aquilo tudo é sinal de entendimento”.

O enredo maior, na visão do ministro, é que temos uma sociedade dinâmica, aberta e uma democracia que “caminha com duas pernas”. Durante 30 anos tivemos uma aliança social-democrata de centro-esquerda e, agora, temos uma aliança de conservadores e liberais na centro-direita.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o ministro, a maior fatia do eleitorado brasileiro é de centro. Quanto o centro estava com a esquerda “tivemos o caminho que levou o Brasil para a estagnação”, apesar de “ter feitos coisas boas também”. Agora, a aliança é para retomar o crescimento.

Um apelo à mídia

Guedes ponderou que ai invés de só ver coisa errada (como as dificuldades políticas nessa nova aliança), ele enxerga um ministério com ministros solidários e que estão colaborando uns com os outros.

“Há uma colaboração absoluta no sentido de um governo harmônico, que está tentando acertar e vocês podem nos ajudar muito com a narrativa do que efetivamente está acontecendo”, disse Guedes aos repórteres.

Ainda de acordo com o Ministro, é natural que haja crítica, mas que também poderiam ocorrer aplausos para os acertos “e fazer essa compreensão de que são mudanças profundas, não são de um, dois meses”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

STF e hostilidade aos negócios

Segundo Guedes, que recentemente teve uma série de encontros com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a parte da legislação é decisiva para destravar a economia e que volta e meia temos essas “aparentes interferências, mas que são questões jurídicas legítimas”.

Hoje, o STF decide se o governo pode vender estatais sem aval do Congresso e na semana o ministro Edson Fachin suspendeu a venda a Transportadora Associada de Gás (TAG), subsidiária da Petrobras, com base em decisão liminar de Lewandowsky.

Segundo o ministro, a Constituição diz que existe livre iniciativa e livre mercado no país, e que há sim necessidade de lei para criar uma estatal. Mas que decisões de compra e venda seriam das próprias empresas. “Se tudo que tiver de fazer tiver de ser avaliado, os investimentos não virão”, disse.

O ministro falou que tenta dar esse ângulo econômico para que os juízes entendam os efeitos que podem ser “devastadores caso haja uma interferência em companhia de Petróleo”. A preocupação do ministro é com a segurança jurídica para a futura exploração dos blocos do pré-sal. “Os magistrados é que decidem minha obrigação é falar sobre economia”, ponderou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda de acordo com Guedes, se o Brasil for um país juridicamente hostil aos investimentos, vai continuar sendo um país rico em recursos e pobre porque não consegue explorar seus recursos adequadamente.

O ministro disse que essa proximidade entre o ângulo legal e o econômico tem que ser objeto de conversas mais frequente.

“Me arrependo de ter ido só na emergência. Gostaria que fosse entendimento regular. Não tento influenciar, só tento esclarecer”, disse.

Encerrando, Guedes disse que o Brasil é hostil para se fazer negócios, trata mal os empreendedores e os investidores externos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O Brasil tem muita riqueza, mas é um país pobre. Dificulta a exploração econômica e a distribuição dessa riqueza para a população. Temos que esclarecer isso, eles decidem sobre coisas com impacto enorme, que pode ser extraordinário ou devastador.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RECUPERANDO POSIÇÕES

Mega-Sena retorna ao pódio das loterias com maiores prêmios na semana, mas ainda não chega nem à metade do valor da +Milionária

6 de abril de 2026 - 7:18

Mega-Sena entrou acumulada em abril e recuperou posições no ranking de maiores prêmios estimados para as loterias da Caixa. Com R$ 13 milhões em jogo, Lotomania é o destaque desta segunda-feira (6).

TEMAS QUE BOMBARAM

Porto seguro do Tesouro Selic, fim da linha no Itaú e a corrida pelos milhões das loterias: as mais lidas da semana no Seu Dinheiro

5 de abril de 2026 - 16:32

Os leitores concentraram sua atenção em temas que impactam diretamente o bolso — seja na proteção do patrimônio, nas decisões de grandes empresas ou na chance de transformar a vida com um bilhete premiado

DATAS IMPORTANTES

Agenda da economia no Brasil: inflação e balança comercial movimentam os mercados nesta semana; veja detalhes

5 de abril de 2026 - 13:02

Indicadores ajudam a calibrar as expectativas do mercado para os próximos meses e influenciam decisões sobre juros, investimentos e consumo

NÃO DECEPCIONARAM

Não foi só a Dupla de Páscoa: Lotofácil 3653 e Dia de Sorte 1197 também fazem novos milionários; Mega-Sena sai com repetição rara e +Milionária tem bola na trave impressionante

5 de abril de 2026 - 8:41

Lotofácil fez 3 novos milionários na noite da Dupla de Páscoa, mas apostador teimoso da Dia de Sorte terá direito a um prêmio ligeiramente superior.

CONSTRUÇÃO HISTÓRICA

Quem veio primeiro: o coelho ou ovo de Páscoa? A origem das tradições é mais antiga do que parece

5 de abril de 2026 - 7:31

Muito antes do chocolate, ovos e coelhos já eram símbolos de fertilidade e renovação — e têm raízes que vão além da tradição cristã

COMO ERA DE SE ESPERAR

Dupla de Páscoa 2026 tem 53 ganhadores, mas apenas três ficam milionários com o prêmio

4 de abril de 2026 - 23:57

Dupla de Páscoa de 2026 premiou quatro bilhetes na faixa principal e ainda fez um milionário no segundo sorteio

NÃO TEM MAIS VOLTA

Números da Dupla de Páscoa 2026 são sorteados; veja se você acertou

4 de abril de 2026 - 21:09

Resultado do rateio da Dupla de Páscoa de 2026 será conhecido dentro de alguns minutos; acompanhe a cobertura do Seu Dinheiro

DE HOJE NÃO PASSA

Apostas encerradas! Acompanhe ao vivo o sorteio da Dupla de Páscoa; prêmio é estimado em R$ 40 milhões

4 de abril de 2026 - 20:01

A Dupla de Páscoa abre o calendário de sorteios especiais das loterias da Caixa, que conta também com a Quina de São João, a Lotofácil da Independência e a Mega da Virada.

DE OLHO NOS PREÇOS

Governo reage à alta dos combustíveis: ANP intensifica fiscalização contra aumentos abusivos e avança com programa de subvenção ao diesel

4 de abril de 2026 - 11:30

A agência já emitiu autos de infração contra 85 postos e 19 distribuidoras de combustíveis, com multas que podem chegar a R$ 500 milhões

VEJA OS PREÇOS

Almoço de Páscoa ficou mais barato, mas queda nos preços esconde ‘pegadinha’ e revela inflação onde mais dói no bolso

3 de abril de 2026 - 16:28

Mesmo com queda média de 5,73% nos preços da cesta de Páscoa, itens tradicionais como chocolate e bacalhau sobem bem acima da inflação e concentram a pressão no bolso do consumidor

VEJA O PASSO A PASSO

R$ 1,7 bilhão em dívidas renegociadas: Banco do Brasil (BBAS3) estende prazo para acordo com devedores; veja como fazer o seu

3 de abril de 2026 - 15:30

Após renegociar R$ 1,7 bilhão em dívidas, o Banco do Brasil prorroga até 30 de abril as condições especiais para clientes regularizarem pendências; veja o passo a passo

TENSÃO NA ESTATAL

Em meio à alta do petróleo, Petrobras (PETR4) rebate cálculos que indicam defasagem de preços do diesel e gasolina

3 de abril de 2026 - 13:45

A estatal nega a defasagem e afirma que a política de preços tem como objetivo evitar o repasse automático das oscilações do mercado internacional

PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Lotofácil 3652, Quina 6992 e outras loterias encalham na véspera do feriado; quase 300 apostadores batem na trave e ficam com gostinho de ‘quero mais’

3 de abril de 2026 - 7:11

Lotofácil, Quina, Timemania e Dia de Sorte acumulam enquanto feriado da Sexta-Feira Santa adia sorteios antes da Dupla de Páscoa, que corre amanhã (4)

BENEFÍCIOS

Gás do Povo abril de 2026: veja datas do benefício e quem pode receber o botijão gratuito

3 de abril de 2026 - 6:47

Gás do Povo substitui o Auxílio Gás e garante recarga gratuita do botijão de 13 kg para famílias de baixa renda

PARA ONDE VAI O SETOR?

Apartamentos de até 40 metros, foco em investidores e moradia como serviço: pesquisa mostra o que está na mira das incorporadoras

2 de abril de 2026 - 18:32

Apesar do receio com os juros altos e custos de insumos, a maioria das incorporadoras tem planos para lançar imóveis neste ano; quais são as tendências?

MENOS INCONVENIENTE E MAIS BARATA

Pílula emagrecedora: como funciona a versão em comprimido do Mounjaro — e o que muda (de verdade) em relação às canetas

2 de abril de 2026 - 16:04

Depois de o Wegovy ganhar versão oral nos Estados Unidos, agora a FDA aprovou a comercialização do Foundayo, medicamento similar ao Mounjaro sintetizado em comprimido; economia pode chegar a 90%

ASSUNTO ESTRATÉGICO

Lula manda anular leilão de gás da Petrobras (PETR4) após ágio de até 117%: “não vamos deixar o povo pagar essa conta”

2 de abril de 2026 - 13:10

O tema é considerado estratégico para o governo Lula, já que o gás de cozinha está diretamente ligado a uma das promessas sociais da atual gestão

REDUÇÃO DA JORNADA

Fim da escala 6×1 pode sair do papel mais rápido: governo Lula entra no tabuleiro e deve enviar projeto de lei com urgência para o Congresso

2 de abril de 2026 - 11:20

Dois fatores motivaram a decisão, segundo auxiliares de Lula: a percepção de demora na tramitação do tema e a possibilidade de veto presidencial

ABRE E FECHA

A bolsa abre na Sexta-Feira Santa? Veja como fica o funcionamento da B3, dos bancos, do Pix, dos Correios e de outros serviços durante o feriado que antecede a Páscoa

2 de abril de 2026 - 8:24

Depois de março terminar sem descanso, a Sexta-Feira Santa é o primeiro dos dois feriados nacionais previstos para abril no Brasil. O outro fica mais para o fim do mês.

BOLA DIVIDIDA

Lotofácil 3651 coloca 3 pessoas a meio caminho do primeiro milhão de reais em 3 diferentes capitais; Timemania 2375 promete o maior prêmio de hoje

2 de abril de 2026 - 7:08

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na quarta-feira (1). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (2), com a Mega-Sena em recesso, destaque para a Timemania.

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia