O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em busca de novo líder para a sua reestruturação, operadora quer ex-presidente da Vivo e da Telecom Itália no comando, mas executivo recusou convite, por ora
O executivo israelense Amos Genish foi procurado pela Oi para assumir a presidência da operadora, diz o jornal "O Estado de S. Paulo". Genish foi fundador da GVT (vendida para a Telefônica por R$ 22 bilhões) e já presidiu a Vivo e a Telecom Itália. Não é a primeira vez que o executivo é sondado pela companhia, em recuperação judicial desde junho de 2016.
Segundo o "Estadão", pessoas próximas a Genish confirmara que o executivo foi procurado pela Oi, mas afirmaram que, por ora, ele descarta o convite.
Os acionistas da tele brasileira buscam um nome forte no mercado de telecomunicação para conduzir o seu processo de reestruturação. Quando entrou em recuperação judicial, a Oi tinha dívidas declaradas de R$ 65 bilhões.
O nome de Genish ganhou força no fim do ano passado, quando o executivo foi afastado da presidência da Telecom Itália, dona da TIM no Brasil. Na ocasião, o fundo americano Elliott havia se tornado um dos principais acionistas da companhia, ganhou mais assentos no conselho e exigiu mudanças na cúpula da tele. Hoje, Genish exerce funções executivas na Vivendi e é membro do conselho da Telecom Itália.
Fontes próximas à operadora afirmara ao "Estado" que o nome de Genish é o favorito para conduzir as mudanças na companhia. Caso o executivo recuse de vez o convite, o plano B seria Rodrigo Abreu, ex-presidente da TIM e atualmente na Quod. Abreu também é membro do conselho de administração da Oi.
Desde o fim de 2017, a Oi é comandada por Eurico Teles, funcionário de carreira e diretor jurídico da companhia. Pessoas próximas à Oi afirmaram à reportagem que a mudança de gestão ainda não foi discutida pelo conselho de administração.
Leia Também
Procurados, a Oi e o fundo Golden Tree, um dos maiores sócios da companhia, preferiram não se manifestar. As gestoras York e Solus, também entre os principais acionistas, não retornaram os pedidos de entrevista. Amos Genish e Rodrigo Abreu também não quiseram comentar o assunto.
*Com Estadão Conteúdo.
Mesmo com execução melhor que o esperado e recuperação operacional em curso, analistas avaliam que juros altos, competição e upside limitado justificam recomendação neutra para BBDC4
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1