O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após a união de Avon e Natura, as empresas manterão duas sedes e devem buscar sinergia operacionais, com produção e distribuição de cosméticos
A Natura e Avon vão manter sedes, marcas e estratégias comerciais separadas após a fusão. Em conferência com jornalista na manhã desta quinta-feira (23), o presidente-executivo do conselho de administração da Natura & Co, Roberto Marques, disse que a sinergia entre as empresas será basicamente operacional, abrangendo manufatura e distribuição.
Mesmo com a separação das empresas, a Natura acredita que fusão facilitará a vida das mais de 500 mil consultoras que já atuam com as duas marcas. A expectativa é de que a maior proximidade entre elas traga um aumento espontâneo no número de consultoras que escolhem trabalhar com os dois produtos.
A compra da Avon pela Natura foi anunciada nesta quarta-feira (23), após o fechamento do mercado.
O negócio envolve a troca de ações das companhias. Acionistas da Natura & Co terão 76% da nova empresa e os da Avon ficarão com 24%. A nova holding será o 4º maior grupo de beleza do mundo, com um faturamento anual superior a US$ 10 bilhões, atuando em 100 países. O grupo também conta com as marcas The Body Shop e e Aesop, adquiridos em 2017.
Para ser concluída, a transação agora deve passar pelo crivo dos acionistas das duas empresas e pelos trâmites legais dos órgão regulatórios competentes. A meta é que o negócio seja concluído no início de 2020.
A Natura ainda discute o passo-a-passo para a emissão de um ticket próprio de recibo de ações (ADR) na Bolsa de Nova York. Segundo o vice-presidente de finanças da companhia, José Antonio Filippo, a empresa também discute se a Avon continuará listada na Bolsa de Nova York.
Leia Também
A Natura espera que a maior parte da receita da nova holding venha de fora, representando 68% das vendas. A capacidade de expansão da Natura para novos mercados foi citada como um dos grandes motivadores da aquisição da empresa, aproveitando as unidades da Avon espalhadas pelo mundo para também levar os seus produtos e melhorar a qualidade dos serviços e plataformas disponíveis de atendimento.
A Avon possui grande capilaridade, com presença forte e consolidada via venda direta na Turquia, Leste Europeu, África do Sul e Sul da Ásia. A Natura busca então potencializar sua estratégia de venda com o apoio de lojas físicas, estratégia adotada desde 2016, e a modernização e expansão do e-commerce.
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques