Microsoft deixa Amazon para trás e garante contrato JEDI de US$ 10 bi com o Pentágono
Empregados da Microsoft estão protestando a decisão da empresa de prestar os seus serviços para a modernização do braço militar americano. No Twitter, um grupo de funcionários chegou a afirmar que não concordava com a cumplicidade da empresa em 'aumentar a letalidade' do Departamento de Defesa dos EUA

Em uma disputa de duas gigantes do mundo da tecnologia, a Microsoft levou a melhor e derrotou a Amazon para conquistar um contrato de US$ 10 bilhões com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
O contrato, chamado de plano de Infraestrutura do Departamento de Empreendimento conjunto (JEDI, na sigla em inglês), é um projeto de computação militar. A ideia é utilizar a tecnologia em nuvem para armazenar e processar dados confidenciais. Com isso, o Pentágono poderia usar inteligência artificial para acelerar o seu planejamento de guerra e capacidade de combate.
A Amazon, atual líder do mercado de serviços em nuvem, era a grande favorita para arrebatar o contrato bilionário, que prevê a prestação de serviços de computação em nuvem e suporte de parte das comunicações e dados do Departamento Defesa americano. A empresa possuí uma base maior de serviços na área e já havia fechado contratos semelhantes com a CIA.
Segundo informações da Bloomerg, a Amazon planeja contestar o resultado, citando a interferência do presidente Donald Trump no processo final da licitação e sua comprovada superioridade no segmento contra os serviços da Azzure.
Após o Pentágono anunciar na última sexta-feira (25) que a Microsoft havia conquistado o contrato JEDI de computação em nuvem, as ações da companhia atingiram um novo recorde intraday na segunda-feira (28), chegando a subir 3,5% com relação ao fechamento da semana passada.
Leia Também
Com isso, a empresa se coloca como real alternativa aos serviços da Amazon, normalmente a primeira escolha quando o assunto é computação em nuvem, e ganha força entre investidores e possíveis novos clientes.
Mas nem tudo são flores para a vencedora. Empregados da Microsoft estão protestando a decisão da empresa de prestar os seus serviços para a modernização do braço militar americano. No Twitter, um grupo de funcionários chegou a afirmar que não concordava com a cumplicidade da empresa em 'aumentar a letalidade' do Departamento de Defesa dos EUA.
Mesmo com os protestos, a companhia afirma que continuará em busca de contratos com o governo e serviços militares. A Microsoft ainda entrará em novos processos de licitação para um outro contrato com o Departamento de Defesa, que envolve plataformas em nuvem para e-mails e softwares colaborativos.
MUDANÇAS NO ALTO ESCALÃO
Taesa (TAEE11) escolhe ex-CFO da Petrobras para o comando do conselho — e ela já foi eleita uma das mulheres mais poderosas do mundo
17 de setembro de 2026 - 12:06COMBUSTÍVEIS
Mais caixa e dividendos no tanque: Santander divulga novo preço-alvo para Vibra (VBBR3) e Ultrapar (UGPA3), com potencial de alta de 27%
16 de setembro de 2026 - 16:31NA BERLINDA
“Sem saída fácil”: Braskem (BRKM5) despenca mais de 13% após UBS BB rebaixar ação e cortar preço-alvo em 74%
16 de setembro de 2026 - 14:09LA BELLE DE JOUR
Amazon esquenta disputa em setor após aposta da Raia Drogasil (RADL3); veja quem vence, segundo o BTG Pactual
16 de setembro de 2026 - 12:01TIROU O PÉ
XP rebaixa ação da Sanepar (SAPR11) mesmo com potencial de 33% de alta na bolsa. O que está faltando para o papel?
16 de setembro de 2026 - 11:21QUEM ROUBA A CENA?
O roxinho perdeu o brilho? Itaú BBA rebaixa Nubank e elege um novo favorito entre os bancões
16 de setembro de 2026 - 10:44O CÉU É O LIMITE
Valor de mercado da Petrobras (PETR4) chega perto de R$ 700 bilhões, no maior patamar da história
15 de setembro de 2026 - 19:26FUSÕES E AQUISIÇÕES
JBS e Viva criam joint venture em couros, mas deixam ativos no Texas, na Alemanha e no México de fora
15 de setembro de 2026 - 19:14ATENÇÃO, ACIONISTA!
Dividendos e JCP: WEG (WEGE3) aprova quase meio bilhão de reais em proventos — mas não está sozinha
15 de setembro de 2026 - 17:52O MAIOR RETORNO PARA O SEU BOLSO
Empresas do Brasil pagaram mais de R$ 22 bilhões em dividendos no último trimestre; veja quem superou a Petrobras (PETR4) como maior pagadora
15 de setembro de 2026 - 13:28PROVENTOS
Dividendos e JCP: Dona da Vivo (VIVT3) vai pagar R$ 500 milhões aos acionistas; confira os prazos
14 de setembro de 2026 - 19:10SETE CHAVES?
O segredo da Vale (VALE3) não está mais tão bem guardado assim — e já aparece no preço da ação
14 de setembro de 2026 - 18:31JOIA ESCONDIDA?
Itaú BBA aposta em banco ‘fora do radar’ que entrega ROE acima de 30% e pode saltar 45% na bolsa
14 de setembro de 2026 - 17:58CRÉDITO PARA QUEM?
Com calote em alta e agro sob pressão, bancos fecham torneira para famílias e apostam em outro segmento
14 de setembro de 2026 - 16:32CONCORRÊNCIA
A5X, nova bolsa brasileira de derivativos, capta R$ 360 milhões com gigantes do mercado — e já tem data para estrear as negociações
14 de setembro de 2026 - 13:41FORÇA, FOCO E FÉ?
Cleusa Maria: a empresária que nunca tinha provado um bolo na vida e criou um império de R$ 800 milhões
14 de setembro de 2026 - 7:07CASO MASTER
Fraudes entre Master e BRB chegam a R$ 17 bilhões e Banco de Brasília diz ser vítima de atos criminosos
13 de setembro de 2026 - 15:44TER OU NÃO TER
Petróleo acima de US$ 100 muda a tese para Petrobras (PETR4)? O que ainda favorece — e o que ameaça — a ação
11 de setembro de 2026 - 18:53MENOS ALARDE
IA vai destruir a humanidade? Neurocientista brasileiro rebate previsão alarmante de ex-pesquisadores da OpenAI
11 de setembro de 2026 - 15:31NAS ÁGUAS DO MINÉRIO DE FERRO