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Decisão do Banco Central ficou em linha com o esperado por metade do mercado, pois havia divisão de apostas entre corte de 0,25 ponto e meio ponto percentual
O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros, a Selic, de 6,5% para 6% ao ano, nova mínima histórica. A decisão foi unânime e sem viés e podemos falar que "agradou" a uma metade do mercado, pois a outra metade esperava redução de 0,25 ponto.
No comunicado apresentado após a decisão, o colegiado presidido por Roberto Campos Neto, reconhece que o processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira tem avançado, mas enfatiza que a continuidade desse processo é essencial para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia.
O Copom também acena que novas reduções poderão acontecer ao afirmar que a consolidação do cenário benigno para a inflação "deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo".
Mas pondera que a comunicação dessa avaliação sobre novos cortes "não restringe sua próxima decisão" e reitera que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação. A próxima reunião acontecerá nos dias 17 e 18 de setembro.
Antes de seguir adiante com o Copom, taxas de juros menores favorecem a alocação em ativos de risco, como bolsa de valores, fundos imobiliários e títulos longos do Tesouro Direto. Segue o link para um e-book gratuito sobre perspectivas de investimento no segundo semestre.
Os números apresentados pelo Banco Central (BC) sugerem que o ciclo de corte poderia ser de até 1 ponto percentual. Isso decorre da projeção de inflação fechando 2020 em 3,9%, considerando Selic de 5,5% e câmbio de R$ 3,8. A meta para 2020 é de 4%.
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Esses 5,5% de Selic representam a mediana do mercado, mas certamente veremos uma onda de revisões para próximo de 5% ou até abaixo disso. O Bank of America Merrill Lynch já fala em juro de 4,75% em 2019.
Para 2019, com Selic em 5,5% e câmbio de R$ 3,75, a inflação fecharia a 3,6%, contra meta de 4,25%. Vale lembrar que o corte de hoje tem impacto mais marcado de 2020 em diante em função do efeito defasado no lado real da economia. De fato, o BC já retirou 2019 do seu horizonte relevante.
A taxa básica estava em 6,5% desde março de 2018, quando marcou o fim de um ciclo de corte iniciado em outubro de 2016, com Selic partindo de 14,25% ao ano.

O Copom reconhece o avanço na agenda de reformas, referência clara à aprovação em primeiro turno da Previdência. Mas esse continua sendo o “risco preponderante”, dentro dos principais vetores acompanhados pelo BC.
De fato, o parágrafo sobre o balanço de riscos, não mudou. De uma lado, a atividade fraca pode continuar gerando inflação abaixo do previsto. Do outro lado, eventual frustração sobre a continuidade das reformas pode afetar prêmios de risco e inflação futura. Algo que se intensifica no caso de deterioração do quadro externo para emergentes.
O Comitê avalia que o balanço de riscos para a inflação evoluiu de maneira favorável, mas entende que, neste momento, o risco de frustração com as reformas é preponderante.
O colegiado também reitera que a conjuntura econômica prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural. Atualmente, a taxa real (juro futuro descontado da inflação esperada) está na casa dos 1,7%.
Depois de falar em interrupção do processo de recuperação, agora, para o Copom, os indicadores recentes da atividade econômica sugerem “possibilidade de retomada" desse processo. Para o BC, essa retomada ocorrerá em ritmo gradual.
No lado da tendência da inflação, obtida pela observação dos diferentes núcleos, o BC fala em níveis confortáveis, inclusive dos componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária (como serviços).
Para o BC, o cenário externo mostra-se “benigno”, em decorrência das mudanças de política monetária nas principais economias. Entretanto, os riscos associados a uma desaceleração da economia global permanecem.
Em junho, a avaliação era de quadro externo “menos adverso”. Durante boa parte do ano, o quadro internacional era visto como “desafiador”.
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