O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pregão deve ser de digestão dos resultados divulgados pelas companhias de capital aberto
Depois da ressaca vivida na segunda-feira pelos resultados eleitorais da Argentina, o mercado deve ganhar novo combustível de volatilidade nesta terça-feira (13): os balanços do 2º trimestre de 2019.
E resultados importantes estão por aí! O pregão deve ser de digestão dos resultados divulgados por Magazine Luiza, Itaúsa, Cosan, Eletrobras e Rumo. Confira os principais números de cada companhia.
Olha como ela vem! A queridinha do mercado provou mais uma vez porque é merecedora desse posto. Superando todas as estimativas, o Magazine Luiza registrou um lucro líquido de R$ 386,6 milhões no 2º trimestre de 2019. O número, que ficou muito acima dos R$ 110,7 milhões projetados pelos analistas, representa um expressivo aumento de 174,7% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. E não para por aí: a geração de caixa medida pelo Ebitda da companhia fechou o período em R$ 379,9 milhões, alta de 21,6% e acima dos R$ 294,2 milhões esperados.
A holding de investimentos do banco Itaú também trouxe resultados positivos no 2º trimestre. Com lucro líquido de R$ 2,43 bilhões, a Itaúsa viu seu faturamento aumentar 19% na comparação anual. Já o lucro líquido recorrente fechou em R$ 2,41 bilhões, alta de 11,2% ante o segundo trimestre de 2018. Destaque para o aumento das despesas, que passaram de R$ 23 milhões um ano antes para R$ 26 milhões agora, graças ao aumento da estrutura administrativa da empresa que envolveram projetos de fusões e aquisições e investimentos em tecnologia.
A empresa de logística conseguiu reverter um prejuízo registrado no segundo período do ano passado e fechou o período deste ano com lucro líquido de R$ 185 milhões. O resultado ficou em linha com a projeção de analistas (R$ 173 milhões). A geração de caixa via Ebitda também veio dentro do esperado e fechou junho em R$ 924 milhões. Em documento de divulgação dos resultados, a Rumo apontou que o segundo trimestre foi "atípico" em termos de dinâmica de mercado, com o grande volume de milho transportado no período compensando o atraso no comércio da safra de soja.
A Eletrobras registrou lucro líquido de R$ 5,56 bilhões no segundo trimestre deste ano, avanço em relação ao ganho de R$ 1,3 bilhão do mesmo período de 2018. No período de abril a junho, a empresa teve receita de vendas de R$ 6,64 bilhões, frente à cifra de R$ 5,9 bilhões registrada no segundo trimestre do ano passado. A compra de energia para revenda custou R$ 466 milhões e os encargos para uso da rede elétrica, R$ 575 milhões.
Leia Também
A Cosan registrou lucro líquido de R$ 418,3 milhões no segundo trimestre de 2019, revertendo prejuízo de R$ 64,3 milhões de igual período de 2018. O Ebitda da companhia somou R$ 1,409 bilhão, contra R$ 803 milhões no mesmo trimestre de 2018, alta de 75,5%. Já a dívida líquida cresceu 18,4% entre os períodos, para R$ 12,875 bilhões. Com isso, a alavancagem, medida pela relação dívida líquida/Ebitda, fechou em 30 de junho em 2,1 vezes, ante 1,8 vez em igual data do ano anterior.
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026