O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Alta de 96,65% surpreendeu os analistas de mercado, que projetavam uma estabilidade no lucro na comparação anual
Se no pregão desta terça-feira (29) o mercado questionava capacidade do Magazine Luiza de seguir turbinando seus negócios, essa dúvida se desfez com o balanço publicado após o fechamento da bolsa. A varejista confirmou sua posição de queridinha do mercado ao apresentar um lucro líquido de R$ 235,1 milhões no terceiro trimestre de 2019, um alta de 96,65% na comparação com o mesmo período do ano passado. O valor considera efeitos da norma contábil IFRS 16.
Mesmo desconsiderando a IFRS 16 e o ganho de R$ 250 milhões por uma vitória na Justiça, o lucro líquido ajustado da companhia fechou o trimestre em R$ 136,3 milhões, uma alta de 12,7% na comparação anual.
Para você ter uma ideia da surpresa, os analistas de mercado projetavam uma estabilidade no lucro líquido ajustado do Magalu. Pela Bloomberg, as projeções giravam em torno dos R$ 114 milhões, enquanto que as prévias Broadcast apontavam para um resultado positivo de R$ 119 milhões.
A receita líquida da companhia também veio forte, subindo 32,5% ante o terceiro trimestre de 2018 e fechando em R$ 4,864 bilhões. O resultado ficou acima das projeções de mercado (R$ 4,657 bilhões).
Já no quesito geração de caixa, a empresa decepcionou. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu 7% ano a ano e atingiu a marca dos R$ 300,7 milhões, abaixo das projeções de R$ 349,5 milhões e R$ 319,3 milhões da Bloomberg e da Broadcast, respectivamente.
A despesa financeira líquida ajustada totalizou R$ 93,9 milhões, ou 1,9% da receita líquida. O parâmetro apresentou melhoria no trimestre mesmo considerando a aquisição da Netshoes (finalizada em junho deste ano) e o aumento de investimentos.
Leia Também
Não se pode negar a expressiva participação do comércio eletrônico nos resultados do Magalu no terceiro trimestre. As vendas do e-commerce cresceram 96,0% no período, muito acima da evolução do mercado como um todo (de 24,7%), e foram responsáveis por 48,3% das vendas totais da companhia. De acordo com a diretoria da empresa, em setembro o e-commerce representou mais da metade das vendas totais pela primeira vez na história.
Grande parte desse desempenho veio pelo crescimento de 300,3% do marketplace do Magalu, que contribuiu com vendas adicionais de R$ 853,7 milhões. E a empresa quer mais: em setembro, a diretoria anunciou frete grátis nas compras feitas por marketplace, em resposta às ofensivas da Amazon no mercado nacional.
De acordo com o balanço, em apenas três meses a empresa ganhou mais de 3 mil novos vendedores. No total, são mais de 11 mil parceiros espalhados pelo Brasil.
Os resultados trimestrais mostram que a estratégia multiplataforma do Magazine Luiza vem dando certo. Com 1039 lojas físicas espalhadas por 18 estados do Brasil (126 a mais do que no mesmo período do ano passado), a empresa também viu seu aplicativo para smartphones ganhar status de "Superapp" após a inclusão dos dispositivos da Netshoes, Zattini e Época Cosméticos. No total, já são 14 milhões de usuários ativos mensais na plataforma.
Os números mostram que a batalha travada contra a Centauro pela Netshoes valeu (e muito) a pena. Quatro meses após a aquisição, a Netshoes conseguiu retomar o crescimento de vendas e, segundo o balanço, está próximo de alcançar o equilíbrio na margem Ebitda.
A diretoria afirma em carta que a integração de ambos os negócios "vem ocorrendo em ritmo acelerado, com quase 40 grupos de trabalho encarregados de analisar, escolher e ajudar a implantar as melhores práticas". Em termos de vendas, a Netshoes fechou o trimestre com saldo de R$ 704,8 milhões.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro