🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

O novo fim do Brasil

Tudo pra dizer o seguinte: quando uma verdadeira e clara oportunidade aparece, você precisa ir na jugular, montar posições grandes que, em curtos intervalos de tempo, vão alçá-lo a outro patamar, que nossas mentes lineares resistem a acreditar ex-ante

4 de janeiro de 2019
11:47 - atualizado às 10:00

“O que é escrito ou falado uma única vez permanece rigorosamente inédito.” Sexta-feira a gente começa com Nelson Rodrigues, que justificava assim o constante retorno a seus temas preferidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por ocasião do nosso Clube do Livro , reli a brilhante biografia de George Soros, escrita por Robert Slater. Daquele jeitão, né? Leitura dinâmica, na diagonal, vapt-vupt, jogo rápido. Pude passar correndo por algumas coisas porque a obra ainda é muito fresca na minha memória — apesar de ter lido há bastante tempo, foi tão impactante que ficou tatuada no cérebro; como paralelo, lembro apenas de "Grande Sertão: Veredas", que li há 15 anos e ainda oferece cristalinas frases de Riobaldo sem precisar recorrer ao Google.

Pra mim, a profundidade intelectual de Soros não encontra paralelos entre os grandes investidores. O livro traz isso com maestria, servindo em pratos quentes lições muito valiosas para o investidor. Ali está um sujeito complexo, ambivalente. Não há discurso politicamente correto ou exercícios esterilizados/pasteurizados de laboratório de mecânica clássica do livro de Física 1, em que o objeto sai de seu ponto A (preço) para convergir ao seu centro gravitacional B (valor intrínseco). É o que é, vida real. E pronto.

Uma conversa em particular me vem à mente nesta sexta-feira. As palavras não são rigorosamente essas, mas o espírito está todo preservado. Soros pergunta a Stanley Druckenmiller:

• Qual o tamanho da posição?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Druckenmiller fica um pouco envergonhado antes de responder. Estava muito convicto no call e montou uma exposição, na sua visão, bastante grande. Temia críticas por excesso de concentração, mas teve de ser sincero:

Leia Também

 • 1 bilhão de dólares.

Encontrou a tréplica de Soros:

 • Isso é o que você chama de posição? Se você está realmente convicto, dobre a exposição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mercado financeiro é um ambiente muito competitivo. Perdoe a repetição, mas eu preciso dar ênfase no “muito”. Por construção, rola muito dinheiro nesse negócio e, portanto, ele atrai algumas das melhores cabeças do mundo — queira ou não, a ganância é um dos sentimentos mais primitivos, fazer o quê?

Obviamente, muito dinheiro pode comprar muita tecnologia e os melhores processos possíveis para subsídios à tomada de decisão.

Então, temos reunidos num só lugar as melhores cabeças, a melhor tecnologia e os melhores processos. Cara, na boa, é difícil pra caramba concorrer contra isso.

Num campo assim, as oportunidades passam na frente da gente poucas vezes na vida. “Cavalo não passa selado mais de uma vez”, diria primo meu em linguagem da roça. Hoje em dia, ele monta mais em mula e em touro, o que parece ser apropriado para o momento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Volto.

Ainda mais sutil, quando as janelas de oportunidade se abrem, não ficam assim por muito tempo. Elas se fecham caprichosa e rapidamente, no momento em que você começa a pensar em aproveitar.

Assim como na vida cotidiana, as grandes mudanças não se dão de forma bem comportada, linear, contínua, derivável, gradual. As coisas acontecem em grandes eventos súbitos e de alto impacto. De repente vem uma onda e leva tudo. Como escreveu Cris Guerra, “tudo é intenso, tudo é muito. E a vida, como metáfora de um rio, tudo traz, tudo leva, tudo lava. Menos o amor. O amor é uma verdade à prova do tempo.”

Escolha o nome, sua metáfora ou seu evento particular favorito. Recorra aos cisnes talebianos, aos tipping points de Malcolm Gladwell ou a algum caso particular de sua vida que tenha, do dia pra noite, mudado tudo. Eu mesmo vejo dois bastante claros enquanto escrevo essas linhas. Penso no papai conversando comigo pela última vez poucos minutos antes de sofrer um derrame fatal durante um cateterismo, e penso na ex-presidente Dilma me processando por conta de O Fim do Brasil — aquela sorte mudou a história da Empiricus e eu tenho bastante consciência disso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tudo pra dizer o seguinte: quando uma verdadeira e clara oportunidade aparece, você precisa ir na jugular, montar posições grandes que, em curtos intervalos de tempo, vão alçá-lo a outro patamar, que nossas mentes lineares resistem a acreditar ex-ante.

O País está em um claro tipping point. Paradoxalmente, é um novo Fim do Brasil, aquele que esteve nas mãos do Estado e de um discurso esquerdopata por 40 anos. Em quatro décadas, conseguimos alguns avanços marcantes em dois dos três maiores objetivos de política econômica. Conquistamos espaço relevante em termos de justiça social (ainda que muito precise ser feito nesse campo) e há muito mais liberdade individual hoje do que antes. Mas pouco se fez em termos de eficiência, tanto no espectro público quanto privado. É a primeira vez que isso vem para o centro do debate. A retórica do voluntarismo, do assistencialismo, do paternalismo dá lugar a uma democracia liberal de direita, focada em aumentar a eficiência operacional e administrativa do Estado, que, além disso, abriria mão de boa parte de sua participação no PIB para o setor privado, num efeito crowding in clássico. Isso é um choque sem precedentes.

Resumo: não é hora de você ser comedido, porque a realidade insiste em seu não comedimento.

Se eu falasse na quinta-feira passada que o Ibovespa subiria 7,14 por cento nos próximos três pregões, batendo o CDI de todo o ano de 2019, você acreditaria? Ou acharia um discurso totalmente exagerado e fora de propósito?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Está aí acontecendo. E você precisa participar, com intensidade. O cavalo não vai passar selado várias e várias vezes, não.

Pra mim, absurdas mesmo são as opiniões sobre economia e investimentos coletadas por jornais e revistas com os “sábios e doutos” de plantão, todos eles "empty suits” — devidamente uniformizados, vestem ternos italianos caros e bem cortados para disfarçar o vazio interno.

Vai lá o Jim O’Neill, o famoso, incontestável e, metaforicamente, para sempre economista-chefe da Goldman Sachs, criador do termo Bric, dizer ao Valor: se o novo presidente de fato apoiar essas políticas ortodoxas e fizer as reformas, o crescimento brasileiro poderá estar entre as maiores surpresas agradáveis possíveis. Obviamente, esse é um grande “se".

Meu Deus, o João Pedro falaria algo de maior profundidade. O mundo inteiro — e poderíamos até incluir os marcianos no time — sabe que, se o Brasil passar as reformas, vai crescer bem. Isso é falar o óbvio. Você gera valor justamente se endereça o tal “se”. E endereçar de várias formas possíveis. Ou aponta o caminho que acha provável de fato ou identifica uma matriz de payoffs convidativa, independentemente do cenário futuro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Brasil vai crescer bem se aprovar as reformas. O maior desafio do presidente Jair Bolsonaro será angariar apoio do Congresso para a reforma da Previdência, disse a Eurasia em relatório.

Ou poderia ser a consistente Eurasia (sempre pé trocada!): maior desafio do presidente Jair Bolsonaro será angariar apoio do Congresso para a reforma da Previdência.

As pessoas são pagas para falar esse tipo de coisa? Pior que são.

Há algo mais curioso nessa história toda: o bull market elege uma bateria de gênios. Como tudo sobe, qualquer opinião positiva sobre investimentos parece uma ideia super genial. Para tornar a coisa mais feia, quem fizer as maiores loucuras vai ganhar mais dinheiro, porque é tudo um grande beta. E será eleito o super-herói do momento. Claro, no próximo ciclo, depois de ter vivido seus 15 minutos de fama (ou seus cinco anos de bull market), será o vilão da vez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Que fique claro: eu estou nessa também, recusando desde já qualquer suposto mérito por indicações assertivas num ciclo assim.

Boa parte das minhas ideias de investimento, a maioria delas, surfará apenas uma grande onda de valorização generalizada dos ativos brasileiros. Não há mérito algum. Não confunda sorte e aleatoriedade com competência. No bull market, todo mundo é mago das finanças.

O eventual leitor talvez possa questionar se a questão fiscal não é um grande empecilho. Em discurso recente, Paulo Guedes frisou o ponto que venho destacando há tempos: se sinalizarmos mesmo a caminhada na direção da agenda liberal, podemos crescer 3/4 por cento ao ano. Com inflação de 4 ao ano, PIB nominal cresce até 8. Considera manutenção do teto de gastos e capitaliza isso por quatro anos… matou o problema fiscal!

Talvez você não se lembre o que é um verdadeiro bull market. Talvez sequer tenha vivido isso na pele. Da minha parte, sou como Eddie Vedder em Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town: "I swear, I recognize your breath. Memories like fingerprints are slowly raising.” As memórias dos bons tempos vão sendo recuperadas por elas mesmas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eu posso lhe dizer sobre um mercado realmente altista: é uma delícia. Vai ter volatilidade, é claro — e é fundamental que você se lembre disso. Mas, no final, ele desperta a criança que existe dentro da gente. Como diria o mestre Ramiro, “com Bolsa pra cima, o Brasil é feliz.”

Mercados brasileiros iniciam o pregão próximos à estabilidade, ponderando otimismo no exterior com acordo para endereçar paralisação do governo norte-americano, além de uma natural caça por barganhas depois do recente banho de sangue, e frustração com entrevista do presidente Jair Bolsonaro ao SBT, com palavras muito mais comedidas sobre reformas e afins.

Agenda do dia é bastante importante, focada em especial no Relatório de Emprego nos EUA, que pode mudar tudo. Ainda por lá temos fala de Jerome Powell e PMI/Markit. Por aqui, agenda econômica focada no IPC-Fipe.

Ibovespa Futuro abre em leve alta de 0,25 por cento, dólar e juros futuros também avançam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar