🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Você prefere Bolsonaro no atacado ou no varejo?

Pelo sim, pelo não, melhor é atuar rápido e ao menor custo possível. Nesta terça-feira, o deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), relator da reforma da Previdência, vai ler seu parecer na CCJ da Câmara. O texto deve ser votado no dia 17 de abril, mas há um esforço para que a discussão comece dois dias antes (15/4).

8 de abril de 2019
10:51 - atualizado às 10:52
O presidente Jair Bolsonaro
O presidente Jair Bolsonaro - Imagem: Palácio do Planalto/Flickr

Sou do tempo em que o futsal chamava-se futebol de salão. E, acredite, já senti o que é ser técnica de uma seleção com cinco jogadores e dois reservas (agora apenas um, pois meu filho Parris deixou a quadra ainda no primeiro tempo), mas o time segue firme com Daniel, Diego, Dimitri, Jonas, Julio e Nicholas. Essa minha família bate um bolão, mas (fala sério!) está fora de moda. Há quase 40 anos, a minha família era um retrato da brasileira, de quatro filhos ou mais. Tamanho GG. Hoje, o Brasil tem família P ou PP, de dois filhos e olhe lá!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Você tem ideia de quantos carrinhos de supermercado eram necessários para alimentar a galerinha? Se você disse muuuitos... acertou! Comprar tudo o que fosse possível no atacado era a saída para colocar tantos filhos dentro do orçamento doméstico. No varejo, tudo custava mais caro. Ainda é assim. E não importa o que vem no pacote.

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes (Economia) são homens de família! São pais e devem saber das vantagens do atacado. Uma delas é que no atacado, além de mais barata, a compra é mais rápida, o que facilita dar um basta à choradeira dos filhos mais rebeldes. No varejo, é possível ter mais variedade, mas sem a garantia de que todos ficarão satisfeitos.

Pelo sim, pelo não, melhor é atuar rápido e ao menor custo possível. Nesta terça-feira, o deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), relator da reforma da Previdência, vai ler seu parecer na CCJ da Câmara. O texto deve ser votado no dia 17 de abril, mas há um esforço para que a discussão comece dois dias antes (15/4) para que a votação não atrase. Em seguida a proposta segue para a comissão especial que avaliará o seu conteúdo.

A reforma da Previdência é o “atacado” em que o governo deve atuar neste momento. Na semana passada, a segunda de bate-boca em comissões da Câmara e do Senado, que tiveram Paulo Guedes como protagonista, parlamentares defenderam que a reforma tributária seja feita antes da previdenciária ou que seja analisada ao mesmo tempo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A reforma tributária também pode ser encaixada do “atacado” do governo. Mas sem que essas duas grandes revisões de normas tenham deslanchado, estão sendo preparadas medidas para ativar a economia.

Leia Também

As medidas em estudo, que podem ser vistas como o “varejo” da atuação do governo, devem ser lançadas em 60, 180 e até 360 dias, com o objetivo de reduzir a burocracia para as empresas tornando-as mais competitivas externa e internamente. Governos anteriores tentaram fazer milagres semelhantes, mas fracassaram quanto à consistência da atividade despertada.

Reforma tributária a caminho

O governo garante ter como prioridade a reforma das aposentadorias e reconhece que ela sofrerá alguma desidratação no Congresso para ser aprovada. Esse ajuste da proposta tomará algum tempo da equipe econômica e dos parlamentares. Agora, imagine você, a confusão que pode acontecer, caso as duas reformas venham a exigir grande atenção dos políticos. Aí corre-se o risco de não aprovar nem uma e nem a outra, o que seria o pior dos mundos.

Na semana passada, o MDB encaminhou à Câmara uma proposta de reforma de impostos baseada nos princípios defendidos pelo economista Bernard Appy. Diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda, Appy é um dos maiores especialistas brasileiros em tributação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele defende um imposto único cobrado sobre o consumo e que pode vir a desonerar exportações e investimentos. O economista prefere, porém, que o texto seja votado apenas depois da reforma da Previdência, para evitar concorrência entre as duas propostas.

Embora o mercado financeiro acredite que a reforma da Previdência deverá ser aprovada pelo Congresso até o início do segundo semestre, principalmente após o presidente Jair Bolsonaro entrar na articulação política, gestores com quem conversei na semana passada avaliam que as expectativas quanto à trajetória da taxa de juros estão mudando. A ideia de que o Copom poderia cortar a Selic em breve perde terreno para a perspectiva de um período maior de manutenção em 6,50 por cento.

Em se tratando de juro, não dá para começar a semana sem parabenizar a repórter Julia Wiltgen, do Seu Dinheiro, pela excepcional apuração sobre o retorno do Tesouro Selic, que vinha rendendo menos que a poupança no curto prazo em certas situações. Em resposta às colocações certeiras feita por ela, o Tesouro reduziu o spread do Tesouro Selic.

Segundo simulações da instituição, o Tesouro Selic passa a ter retorno igual ou maior que a poupança, mesmo em prazos menores, com exceção dos primeiros três dias de aplicação, quando o spread gera perdas nominais para o investidor que faz resgate antecipado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em sua coluna de domingo, a repórter lembra que não é possível afirmar categoricamente que uma aplicação é melhor que outra em todos os cenários e para qualquer perfil. Julia lembra que existem alternativas para aplicação de reservas de emergência e elege como curinga os fundos de renda fixa conservadora, desde que tenham liquidez diária e rendimento de cerca de 100 por cento do CDI, já descontada a taxa de administração.

Fique ligado!

O governo Bolsonaro completa 100 dias nesta semana. Ontem, ao lembrar do evento, o jornal Folha de S.Paulo publicou pesquisa Datafolha em que o atual governo é  ruim ou péssimo para 30 por cento dos brasileiros, índice semelhante ao daqueles que consideram ótimo ou bom (32 por cento) ou regular (33 por cento). Não souberam opinar 4 por centro dos 2.086 entrevistados com mais de 16 anos em 130 municípios nos dias 2 e 3 de abril.

A pesquisa mostrou também que para 61 por cento dos brasileiros o presidente fez menos do que se esperava. Em compensação, 59 por cento acreditam que o presidente terá um desempenho ótimo ou bom daqui para a frente.

Essa expectativa está longe de ser negativa, especialmente se considerarmos que, nas últimas duas semanas, o governo ficou sob uma saraivada de críticas quanto a dificuldades na articulação política.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As últimas sessões da Bolsa foram de recuperação e o Ibovespa encerrou a sexta-feira (5) em alta de 0,83 por cento, para 97.108 pontos, o que elevou o ganho da semana a 1,8 por cento. O dólar voltou a subir, na sexta, em 0,38 por cento, para 3,87 reais. Na semana passada, a moeda brasileira caiu 1,1 por cento.

Nesta segunda-feira, deve repercutir positivamente nos mercados a informação de que a Caixa Econômica Federal definiu o sindicato de bancos que coordenará a oferta subsequente (“follow-on”) de ações detidas na Petrobras. De acordo com o Valor,  os coordenadores serão Caixa, Morgan Stanley, UBS, XP Investimentos e Bank of America (BofA). Ainda segundo o Valor, o líder do sindicato será o BofA. Além das ações da Petrobras, a Caixa pretende vender participações detidas direta e indiretamente no Banco do Brasil e na Alupar. Ao todo, a oferta pode movimentar quase 13 bilhões de reais.

No exterior, o clima pesa por três variáveis: a expectativa com o desfecho da negociação entre EUA e China em torno de questões comerciais, o encaminhamento do Brexit pelo parlamento britânico e a pressão do presidente Donald Trump sobre o Federal Reserve (Fed) para aliviar a política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
AGENDA DE CARNAVAL

Metrô 24h, B3 de portas fechadas, Correios de folga e mais: Confira o que abre e o que fecha nos dias de folia

13 de fevereiro de 2026 - 5:29

Apesar de não ser feriado nacional, o Carnaval impacta o funcionamento do mercado financeiro, dos bancos, dos Correios e do transporte público

POLARIZAÇÃO DE VOTOS

População máxima permitida: políticos querem limitar o número de moradores desse país

12 de fevereiro de 2026 - 15:09

Partido conservador promove referendo para limitar a população da Suíça que polariza eleitores e traz preocupações para empresários

JEFF BEZOS, MARK ZUCKERBERG E MAIS

“Bunker dos bilionários” ganha mais um morador célebre: conheça a ilha artificial em Miami onde moram os super-ricos

12 de fevereiro de 2026 - 12:24

Indian Creek, uma ilha artificial em Miami, atrai cada vez mais bilionários para chamarem o local de lar

COMO EVITAR O CROWD CRASH

Carnaval em segurança: confira dicas para se prevenir em situações de superlotação

12 de fevereiro de 2026 - 9:10

Pré-carnaval em São Paulo teve superlotação e foliões precisaram de ajuda médica; veja como evitar a situação

HISTÓRIA DE CINEMA

Apostador joga 1, 2, 3, 4, 5, 6 na loteria e fica milionário; Mega-Sena pode pagar R$ 55 milhões hoje

12 de fevereiro de 2026 - 7:06

O ganhador ou a ganhadora do concurso 3611 da Lotofácil pode dizer que viveu na pele uma história que só acontecia no cinema — até agora; demais loterias (11) sorteadas ontem acumularam.

CALENDÁRIO DO BOLSA FAMÍLIA

Calendário do Bolsa Família: governo começa a pagar hoje (12) a parcela de fevereiro de 2026; confira o cronograma completo

12 de fevereiro de 2026 - 5:31

Pagamentos começam hoje e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600

CEO CONFERENCE 2026

Para os gringos, tanto faz o próximo presidente — a trajetória de crescimento do Brasil está traçada, diz André Esteves

11 de fevereiro de 2026 - 19:05

Eleições perderam peso nos preços dos ativos, e investidores estrangeiros seguem otimistas com o país

CEO CONFERENCE 2026

Brasil vive melhor momento em anos, diz André Esteves — e o próximo presidente só terá um desafio na economia

11 de fevereiro de 2026 - 17:03

Para o presidente do conselho de administração do BTG Pactual, o país está com a economia no lugar e o cenário ideal para acelerar

PRESIDENTE DO BC

“Banco Central é um transatlântico”: Galípolo sinaliza cortes da Selic, mas evita decisões precipitadas

11 de fevereiro de 2026 - 16:10

“Por que as taxas de juros são tão altas no Brasil? Por conta da nossa dificuldade de convergência com a meta de inflação”, resumiu o presidente do BC

LINHA GALAXY S

Já era, fofoqueiros: Samsung prepara celular com recurso anticuriosos; veja data de lançamento e como conseguir descontos de até R$ 1.500

11 de fevereiro de 2026 - 11:04

Veja o que esperar da nova linha Galaxy S com informações vazadas de insiders da Samsung

ATENÇÕES DIVIDIDAS

Lotofácil 3610 faz 5 milionários de uma vez só, mas Dia de Sorte paga o maior prêmio da rodada; Mega-Sena acumula

11 de fevereiro de 2026 - 7:28

Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na terça-feira. Dia de Sorte pagou o maior valor da noite. Estimativa de prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 55 milhões.

CEO CONFERENCE 2026

Até onde a Selic pode cair? BTG projeta cortes totais de 3 pontos nos juros este ano; questão fiscal é o principal risco

10 de fevereiro de 2026 - 18:32

Economistas enxergam ambiente mais favorável para cortes no Brasil do que nos EUA, mas com limites impostos pelos altos gastos públicos

REFÚGIO MILIONÁRIO

Quer ser vizinho do Bill Gates? Veja quanto custa a casa colocada à venda pelo fundador da Microsoft

10 de fevereiro de 2026 - 15:37

Apesar de não ser tão extravagante quanto a residência principal do bilionário, o imóvel tem várias características de luxo

BC INDEPENDENTE

Em ano eleitoral, Motta blinda autonomia do BC e descarta aumento de impostos para 2026

10 de fevereiro de 2026 - 14:04

O deputado acrescentou que, sob sua presidência, a Câmara não colocará em votação nenhuma proposta que altere o modelo atual de independência do BC

CEO CONFERENCE 2026

Com recordes no Ibovespa e dólar em queda, Haddad cutuca mercado: “quem não acreditou na gestão perdeu dinheiro”

10 de fevereiro de 2026 - 12:15

Na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o ministro avaliou sua gestão na Fazenda, rebateu o ceticismo de investidores, defendeu a autonomia do BC e comentou o caso Master, exaltando Gabriel Galípolo

SÓ DEU ELA

Lotofácil começa semana com 2 vencedores mais perto do primeiro milhão; Mega-Sena pode pagar R$ 47 milhões hoje

10 de fevereiro de 2026 - 7:11

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.

POLÍTICA MONETÁRIA

Presidente do BC prega cautela nos juros e fala sobre Master: “não há regra que proíba captar acima do CDI”

9 de fevereiro de 2026 - 17:16

Mesmo com sinais de arrefecimento da inflação, Gabriel Galípolo afirma que mercado de trabalho forte e salários em alta exigem cuidado extra com cortes na taxa básica

QUEM PAGA A CONTA

FGC deve votar proposta para recuperar R$ 50 bilhões perdidos com o caso Master, diz jornal

9 de fevereiro de 2026 - 10:00

A proposta é antecipar as contribuições ordinárias dos associados do FGC, de 2026 a 2028, além de exigir uma contribuição extraordinária, segundo o jornal O Globo.

LOTERIAS

Com R$ 47 milhões em jogo, Mega-Sena promete o prêmio mais alto da semana, mas outras loterias também oferecem valores milionários

9 de fevereiro de 2026 - 7:36

Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina é a loteria da Caixa com o maior prêmio em jogo na noite desta segunda-feira (9); confira os valores.

TAÇA VAZIA

Crise do vinho na Argentina: consumo cai mais de 20% — e o principal motivo não é a economia do país

8 de fevereiro de 2026 - 16:03

Nos últimos cinco anos, a queda do consumo de vinho foi de 22,6%. O último ano positivo foi 2020, início da pandemia, quando o isolamento obrigou muitos argentinos a ficar em casa

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar