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Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
Novo Governo

Presidente destaca confiança, livre mercado e eficiência

Bolsonaro reforça importância das reformas e convoca os parlamentares para reconstruir o país

Eduardo Campos
Eduardo Campos
1 de janeiro de 2019
16:29 - atualizado às 18:01
Bolsonaro Congresso
Cerimônia de posse do presidente da República, Jair Bolsonaro - Imagem: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O presidente Jair Bolsonaro destacou a confiança, o interesse nacional e o livre mercado na condução da economia em seu discurso de posse no Congresso Nacional. Bolsonaro também ressaltou o compromisso de “não gastar mais do que arrecada”.

Bolsonaro também fez um importante gesto aos parlamentares, lembrando de sua trajetória de 28 anos como deputado e convocando os pares a ajudá-lo na “missão de restaurar e reerguer nossa pátria”.

“Temos, diante de nós, uma oportunidade única de reconstruir nosso país e de resgatar a esperança dos nossos compatriotas”, disse.

Esse aceno ao Congresso é importante, pois o governo tem uma ambiciosa agenda de reformas que precisará ser votada na Câmara e no Senado.

“Realizaremos reformas estruturantes, que serão essenciais para a saúde financeira e sustentabilidade das contas públicas, transformando o cenário econômico e abrindo novas oportunidades”, disse.

Entre as reformas, a principal delas é a da Previdência, que como nos disse em entrevista recente o vice-presidente, Hamilton Mourão, é “urgência, urgentíssima”.

Ainda na área econômica, Bolsonaro falou em criar um ciclo virtuoso que traga a confiança necessária para permitir “abrir nossos mercados para o comércio internacional, estimulando a competição, a produtividade e a eficácia, sem o viés ideológico”.

O segmento agropecuário teve menção especial, relacionando seu papel decisivo “em perfeita harmonia com a preservação do meio ambiente”.

O presidente também pediu um “pacto nacional” entre a sociedade e os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário “na busca de novos caminhos para um novo Brasil”.

Libertação do Socialismo

No parlatório do Palácio do Planalto, após receber a faixa presidencial de Michel Temer, Bolsonaro fez um discurso menos protocolar destacando valores da família, de Deus e da honestidade. A redução do Estado também permeou a fala enquanto os presentes gritavam “o capitão voltou” e “mito”.

O presidente foi ovacionado ao falar que no dia de hoje o povo brasileiro começou a “se libertar do socialismo”, da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto.

“Se trabalharmos juntos essa mudança será possível”, disse.

Entre os desafios, o presidente falou que “não podemos deixar que ideologias nefastas venham a dividir os brasileiros”, destruindo a família, tida como “alicerce da sociedade”. Bolsonaro também convocou a todos a iniciar um movimento para restabelecer “padrões éticos e morais”.

Ainda de acordo com o presidente, corrupção, privilégio e vantagens “precisam acabar” e os “favores políticos” devem ficar no passado para que o governo e a economia sirvam à nação. Ele também destacou que conseguiu montar um governo sem conchavos ou acertos políticos e que seus ministros são técnicos e capazes.

Bolsonaro também disse que temos “o grande desafio de enfrentar a crise econômica” e combater o desemprego. O presidente afirmou que vai propor e implementar as reformas necessárias, ampliar a infraestrutura, desburocratizar e simplificar, tirando o “peso do governo” sobre quem trabalha e produz.

O presidente disse, ainda,  que o brasileiro pode e deve sonhar com uma vida melhor e com melhores condições para “usufruir o fruto do seu trabalho pela meritocracia”, com um governo honesto e eficiente que não crie “barreiras e pedágios”.

O presidente foi bastante ovacionado, novamente, ao falar que tem de se acabar com a ideologia que “defende bandido e criminaliza policiais” e que a preocupação será com as pessoas de bem, garantia da propriedade e legítima defesa.

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