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2019-05-20T15:02:32-03:00
Estadão Conteúdo
De dentro do PSL

Janaina Paschoal critica imobilismo do governo Bolsonaro e questiona condução política

Deputada voltou a apresentar motivos pelos quais não defende a manifestação marcada para o próximo domingo em apoio ao governo

20 de maio de 2019
14:40 - atualizado às 15:02
Janaína Paschoal
Janaína Paschoal - Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Deputada estadual pelo PSL de São Paulo, Janaina Paschoal tem feito de seu Twitter uma plataforma para criticar a condução do governo Jair Bolsonaro, que é do mesmo partido.

Nesta segunda-feira, 20, a deputada voltou a apresentar motivos pelos quais não defende a manifestação marcada para o próximo domingo, 26, em apoio ao governo.

"O governo se colocou na situação em que está", tuitou Janaina, nomeando a situação de "imobilismo". "E chama as pessoas para tirá-lo do imobilismo. Por quê?". Na sequência de publicações, a deputada relembrou episódios que, na sua visão, seriam erros cometidos pelo governo e que ajudaram a compor o quadro atual.

Janaina citou o apoio do PSL a Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara Federal. Na ocasião, ela diz ter apoiado "candidatos mais identificados com os ideais pelos quais lutamos" e disse que o governo iria se "arrepender amargamente" pelo apoio dado a Maia.

A deputada também mencionou a votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Orçamento Impositivo, que retirou poder do governo sobre o orçamento.

Apesar de a PEC ir contra os interesses do Planalto, deputados governistas votaram pela aprovação da proposta. Janaina citou os deputados Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Carla Zambelli (PSL-SP), que aderiram à PEC.

"Confrontados com a falta de racionalidade do voto, gravaram vídeos, tentando convencer de que o governo teria ganhado ao perder", escreveu Janaina.

Por fim, a deputada, que em 2018 foi convidada por Bolsonaro para compor sua chapa presidencial, recapitulou o que entende como falhas do presidente.

"Tivesse o presidente apoiado um presidente da Câmara coerente com os novos paradigmas, tivesse orientado seus líderes a votar contra medidas restritivas de seus poderes, tivesse se esforçado para defender a Previdência e, ainda assim, o Congresso o estivesse sabotando, obviamente, eu apoiaria as manifestações", escreveu. "Mas não foi isso o que aconteceu. Por quê?"

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